Papa Francisco, Falso Profeta?

É difícil encontrar quem não goste do Papa Francisco. Ele é bonachão, gente boa, humilde, amigo dos pobres, não gosta de riquezas e opulências, não implica com os homossexuais e nem com os abortistas. Dizem até que ele vai andar de fusca, e como se pode ver na foto acima, gosta de coisas simples. Maravilha, não é mesmo?

E se eu lhe disser que o Papa Francisco veio para destruir a igreja católica e blasfemar contra Cristo, você acreditaria? É verdade, e é como católico que eu lhe digo isso.

Francisco é o representante da maçonaria infiltrada na igreja, que finalmente conseguiu eleger o seu papa. É duro dizer, mas o demônio chegou ao papado. Ele é a besta do Apocalipse 13-11 ”que se veste como um cordeiro (símbolo de Cristo), mas fala como um dragão” (blasfema contra Deus).

Você lembra o que Paulo VI disse? “A fumaça de satanás de infiltrou na igreja”. E agora chegou ao seu vértice.

João Paulo I foi assassinado com apenas trinta dias de pontificado, lembra? Tentaram matar João Paulo II logo no início de seu pontificado com um tiro à queima roupa, lembra? E Bento XVI, coitado, foi tão perseguido que acabou tendo que renunciar, como se fosse um incompetente. Escândalos e mais escândalos estouraram em seu pontificado. Até seus documentos pessoais foram roubados, para poder chantageá-lo.

E agora com Francisco não existem mais escândalos sexuais nem financeiros. A mídia, controlada pela maçonaria o está endeusando, fazendo dele um ídolo, um líder inovador, um mito. Reis, rainhas e governantes têm vindo beijar o seu anel, em reverência a “sua santidade”. Que mudança brusca, não é mesmo?

Mas o que deseja Francisco? É simples: a luta entre Deus e o diabo continua. Como o diabo sabe que nada pode contra Deus, passar um tempinho sentado na cadeira de Pedro já está bom, pois de lá ele pode “abrir a boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar o seu nome, o seu tabernáculo e os habitantes do céu” (Apoc. 13-6).

Outra missão de Francisco é facilitar o surgimento do anticristo, pois ele trabalha segundo as ordens deste, pois está sob sua vigilância, como vemos em Apocalipse 13-12. Foi primeiro preciso “ferir o pastor” (Zacarias 13,7), ou seja tirar Bento XVI, para que as ovelhas fossem dispersas (os fies). A partir de agora haverá uma grande confusão e divisão dentro da igreja católica e no mundo todo, e no meio desta confusão surge o anticristo apoiado por Francisco, que aliás já declarou que o microchip (marca da besta) é benéfico para a humanidade, não existindo na Bíblia nada que impeça o seu uso (será que Francisco já leu o Apocalipse alguma vez?)

Outra missão suja de Francisco: promover o aborto e o homossexualismo no mundo. Estes dois pecados são abominações e dão poder à satanás. É por isso que tem dinheiro à vontade para promover parada gay no mundo todo e para praticar o aborto. No Brasil o próprio governo paga o médico para a mulher que queira abortar. Recentemente Francisco afirmou que os católicos são “obcecados” com o aborto e o homossexualismo. Sublimarmente ele disse: “esqueçam aborto e homossexualismo”. Aliás, quando esteve no Brasil Francisco não fez nada para evitar o aborto, cuja lei já estava pronta, e que agora foi assinada por Dilma.

Francisco está usando mensagens sublimares, para blasfemar contra a igreja, para ser mais claro, para avacalhar mesmo com ela.

Quando perguntado pela repórter o que achava do lobby gay dentro do vaticano, Francisco respondeu: “ser gay não tem problema”. E deu uma grande pausa. E depois continuou: “o problema é o lobby gay”.

A mensagem sublimarmente passada: o homossexualismo está liberado. Resultado: explosão do homossexualismo no mundo, tendo sido Francisco eleito o “homem do ano”, pela maior revista gay dos estados unidos. Eu já vi, na missa, vários casais gays se acariciando como se fosse a coisa mais normal do mundo. E ninguém pode falar nada, pois Francisco liberou, mesmo que sublimarmente.

Mas o pior de tudo é que Francisco está atentando contra o sacrifício de Cristo na Cruz. A blasfêmia maior de todas é a de negar o culto devido só a Deus para dá-lo às criaturas e ao próprio satanás.

Cristo derramou seu sangue na cruz para nos salvar. Foi para pagar o pecado de Adão e nos reconduzir ao Pai que Cristo se sacrificou por nós.

Agora, Francisco está anulando o sacrifício de Cristo. Recentemente ele disse: “não é preciso converter ninguém. Ajude o pobre e vá embora”.

Esta afirmação pode parecer bonita e caridosa, porém, ela elimina o sacrifício de Cristo.

Ajudar o pobre, o menor abandonado, o doente, a viúva desamparada e todos aqueles que precisam, é uma conseqüência do amor à Deus. Se amo à Deus, também amo ao meu próximo, e consequentemente o ajudo naquilo que ele precisa. Enquanto esteve na terra, Cristo ajudou intensamente os necessitados. Ajudar ao próximo é uma excelente atitude, que vai ajudar no nosso julgamento diante do Pai, pois “seremos julgados pelas nossas obras” (Rom 2-6).

Mas veja bem, o que salva não é a caridade. Jesus quando enviou os doze apóstolos disse: “Ide ao mundo e pregai o evangelho à toda criatura da terra. Aquele que crer e for batizado, será salvo, mas quem não crer será condenado” (Marcos 16-16).

Cuidado, você pode passar a vida toda fazendo caridade e ir para o inferno.

E é isso que o papa Francisco quer, lhe levar para o inferno. Ele quer tirar Cristo do centro e colocar os pobres, mas pobre não salva ninguém, quem salva é Cristo.

Outra armação pesada de Francisco: “todas as religiões levam a Deus”. Parece bonito não é mesmo? Assim sendo, você pode ir na macumba, que lá você irá encontrar a Deus também.

Mas pense nisto: só Cristo morreu na cruz, logo, o caminho para o céu, é somente através dele. Você já viu algum Buda crucificado? Maomé foi pra cruz? E Alan Kardec, passou por lá? Veja o que disse o próprio Jesus: Eu sou o caminho, a verdade e a vida;ninguém vem ao Pai senão por mim (João 14,6).

Repetindo o que disse Jesus:” Ninguém vem ao pai senão por mim”.

Cuidado: quando Francisco anunciar a criação da igreja ecumênica mundial, unindo todas as religiões, não caia na lábia dele. O que ele quer é lhe afastar de Cristo e levá-lo à Satanás.

Aqui novamente Francisco está querendo lhe levar para o inferno. Siga um caminho diferente ao de Cristo e você vai ver onde vai parar.

Aliás, recentemente Francisco disse que o inferno não existe mais. O que ele quer, é que você não creia mais na existência do inferno, para lhe mandar para lá.

“Roma perderá a fé, e converter-se-á na sede do anticristo". Sabe quem disse isto? Parece coisa de fanático, não é mesmo? Mas esta afirmação é de Maria, mãe de Jesus e nossa, em La salette, França em 1846, aparição reconhecida pela igreja. Veja a mensagem completa (http://www.rainhamaria.com.br/Pagina/366/Os-Segredos-de-La-Salette), você vai se surpreender.

Na verdade, a partir de La Salette, Maria antecipou o que iria acontecer no mundo. Em Fátima, Portugal, em 1917, Maria disse que o demônio se infiltraria até o vértice na igreja, além de ter previsto o fim da primeira guerra, a expansão do comunismo e o início da segunda guerra. Acredita-se que o fato do demônio ter chegado ao papado, faça parte do terceiro segredo de Fátima, que na verdade não foi divulgado.

Em Akita, Japão em 1973 Nossa Senhora disse: "O Diabo se infiltrará até mesmo na Igreja de tal um modo que haverá cardeais contra cardeais, e bispos contra bispos. Serão desprezados os padres que me veneram e terão opositores em todos os lugares. Haverá vandalismo nas Igrejas e altares. A Igreja estará cercada de asseclas do demônio que conduzirá muitos padres a lhe consagrar a alma e abandonar o serviço do Senhor".

Eu já vi dois padres, em uma emissora católica, em rede nacional, incentivar o casamento civil gay, e ainda citam as encíclicas do papa Francisco para justificar tal abominação. O que os padres não dizem, é que os afeminados vão para o inferno, pois “não vos enganeis: nem os impuros, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os devassos, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os difamadores, nem os assaltantes hão de possuir o Reino de Deus” (1Cor 6, 9-10), e também Apoc 21.8: Os tíbios, os infiéis, os depravados, os homicidas, os impuros, os maléficos, os idólatras e todos os mentirosos terão como quinhão o tanque ardente de fogo e enxofre, a segunda morte. Se você ler as mensagens marianas como La Salette, Akita, Fátima, Lourdes e outras, vai se surpreender com o que Maria tem dito. O problema é que Deus e sua mãe foram esquecidos por esta geração.

Assim sendo, o aviso foi dado. Muita coisa ainda vai acontecer daqui para frente. Fique atento pois Cristo realmente está voltando para instalar seu definitivo reino de amor. Não fique de fora.

Movimento de Resistência Católica Viva Bento XVI

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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

O FALSO PAPA FRANCISCO LANÇA A RELIGIÃO MUNDIAL, A QUAL TERÁ O ANTICRISTO COMO CHEFE. NIVELA DEUS À ALÁ E BUDA E DEIXA CRISTO COMPLETAMENTE DE FORA. NOVAMENTE A BESTA DO APOC. 13,5 PROFERE BLASFÊMIAS E ARROGÂNCIAS CONTRA DEUS.



Um pacto histórico inter-religioso foi assinado no Oriente Médio na segunda-feira, e a grande mídia nos Estados Unidos tem estado quase completamente em silêncio sobre isso.
O xeque Ahmed al-Tayeb é considerado o imã mais importante do islamismo sunita, e chegou à cerimônia de assinatura em Abu Dhabi com o papa Francisco “de mãos dadas em um símbolo de fraternidade inter-religiosa”. Mas isso não foi apenas uma cerimônia para católicos e muçulmanos. De acordo com uma fonte de notícias britânica, a assinatura deste pacto foi feita "em frente a uma audiência global de líderes religiosos do cristianismo, islamismo, judaísmo e outras religiões" ...
O papa e o grande imame de al-Azhar assinaram uma declaração histórica de fraternidade, pedindo a paz entre nações, religiões e raças, em frente a uma audiência global de líderes religiosos do cristianismo, islamismo, judaísmo e outras religiões.
O papa Francisco, líder dos católicos do mundo, e o xeque Ahmed al-Tayeb, chefe do mais prestigiado cargo de aprendizado do islamismo sunita, chegaram à cerimônia em Abu Dhabi de mãos dadas em um símbolo de fraternidade inter-religiosa.
Em outras palavras, houve um esforço conjunto para garantir que todas as religiões do mundo estivessem representadas nesse encontro.
De acordo com o site oficial do Vaticano, uma enorme quantidade de preparação foi para a elaboração deste documento, e incentiva os crentes de todas as religiões a “apertarem as mãos, abraçarem-se, beijarem-se uns aos outros e até orarem” uns com os outros…
O documento, assinado pelo Papa Francisco e pelo Grande Imame de al-Azhar, Ahmed el-Tayeb, foi preparado “com muita reflexão e oração”, disse o Papa. O único grande perigo neste momento, continuou ele, é “destruição, guerra, ódio entre nós”. “Se nós, crentes, não formos capazes de apertar as mãos, nos abraçarmos, nos beijarmos e até orarmos, nossa fé será derrotada. ", ele disse. O Papa explicou que o documento “nasce da fé em Deus, que é o Pai de todos e o Pai da paz; condena toda a destruição, todo o terrorismo, desde o primeiro terrorismo da história, o de Caim.
Há muita linguagem sobre a paz neste documento, mas vai muito além de apenas advogar pela paz.
Uma e outra vez, a palavra "Deus" é usada para identificar simultaneamente Allah e o Deus do Cristianismo. Aqui está apenas um exemplo ...
Nós, que acreditamos em Deus e no encontro final com Ele e Seu julgamento, com base em nossa responsabilidade religiosa e moral, e através deste Documento, chamamos a nós mesmos, sobre os líderes do mundo, bem como os arquitetos da política internacional. e a economia mundial, para trabalhar tenazmente para disseminar a cultura da tolerância e de viver juntos em paz; intervir na primeira oportunidade para parar o derramamento de sangue inocente e pôr fim às guerras, conflitos, decadência ambiental e ao declínio moral e cultural que o mundo está experimentando atualmente.
Além disso, o documento também declara corajosamente que “a diversidade de religiões” que vemos no mundo foi “desejada por Deus” ...
A liberdade é um direito de toda pessoa: cada indivíduo desfruta da liberdade de crença, pensamento, expressão e ação. O pluralismo e a diversidade de religiões, cor, sexo, raça e linguagem são determinados por Deus em Sua sabedoria, através da qual Ele criou os seres humanos. Esta sabedoria divina é a fonte da qual deriva o direito à liberdade de crença e a liberdade de ser diferente. Portanto, o fato de as pessoas serem obrigadas a aderir a uma determinada religião ou cultura deve ser rejeitado, assim como a imposição de um modo de vida cultural que os outros não aceitam;
Em essência, isso está dizendo que é a vontade de Deus que existam centenas de religiões diferentes no mundo e que elas sejam todas aceitáveis ​​à Sua vista.
Sabemos que a elite quer uma religião mundial, mas ver os clérigos mais importantes, tanto do catolicismo quanto do islamismo, fazer um esforço público tão dramático para isso é absolutamente impressionante.
Você pode encontrar o texto completo do convênio que eles assinaram no site oficial do Vaticano. Eu também reproduzi o documento inteiro abaixo ...
* * *
INTRODUÇÃO
A fé leva um crente a ver no outro um irmão ou irmã a ser apoiado e amado. Pela fé em Deus, que criou o universo, criaturas e todos os seres humanos (iguais por sua misericórdia), os crentes são chamados a expressar essa fraternidade humana salvaguardando a criação e o universo inteiro e apoiando todas as pessoas, especialmente as mais pobres e mais necessitado.
Este valor transcendental serviu como ponto de partida para várias reuniões caracterizadas por um ambiente amistoso e fraterno, onde compartilhamos as alegrias, tristezas e problemas do nosso mundo contemporâneo. Fizemos isso considerando o progresso científico e técnico, as conquistas terapêuticas, a era digital, os meios de comunicação de massa e as comunicações. Também refletimos sobre o nível de pobreza, conflito e sofrimento de tantos irmãos e irmãs em diferentes partes do mundo como conseqüência da corrida armamentista, injustiça social, corrupção, desigualdade, declínio moral, terrorismo, discriminação, extremismo e muitos outros. causas.
De nossas fraternas e abertas discussões e do encontro que expressou profunda esperança em um futuro brilhante para todos os seres humanos, concebeu-se a idéia deste Documento sobre a Fraternidade Humana. É um texto que foi dado pensamento honesto e sério, de modo a ser uma declaração conjunta de boas e sinceras aspirações. É um documento que convida todas as pessoas que têm fé em Deus e fé na fraternidade humana a se unirem e trabalharem juntas para que sirvam de guia para as futuras gerações, a fim de promover uma cultura de respeito mútuo na consciência da grande graça divina. faz todos os seres humanos irmãos e irmãs.
DOCUMENTO
Em nome de Deus que criou todos os seres humanos iguais em direitos, deveres e dignidade, e que os chamou a viver juntos como irmãos e irmãs, para encher a terra e dar a conhecer os valores da bondade, amor e paz;
Em nome da vida humana inocente que Deus proibiu matar, afirmando que quem mata uma pessoa é como alguém que mata toda a humanidade, e quem salva uma pessoa é como alguém que salva toda a humanidade;
Em nome dos pobres, dos destituídos, dos marginalizados e dos mais necessitados, a quem Deus nos ordenou que ajudássemos como dever requerido de todas as pessoas, especialmente dos ricos e dos meios;
Em nome de órfãos, viúvas, refugiados e exilados de suas casas e seus países; em nome de todas as vítimas de guerras, perseguição e injustiça; em nome dos fracos, daqueles que vivem com medo, prisioneiros de guerra e torturados em qualquer parte do mundo, sem distinção;
Em nome de povos que perderam sua segurança, paz e a possibilidade de viverem juntos, tornando-se vítimas de destruição, calamidade e guerra;
Em nome da fraternidade humana que abrange todos os seres humanos, une-os e os torna iguais;
Em nome dessa fraternidade dilacerada por políticas de extremismo e divisão, por sistemas de lucro desenfreado ou por tendências ideológicas odiosas que manipulam as ações e o futuro de homens e mulheres;
Em nome da liberdade, que Deus deu a todos os seres humanos, criando-os livres e distinguindo-os por esse dom;
Em nome da justiça e da misericórdia, as fundações da prosperidade e a pedra angular da fé;
Em nome de todas as pessoas de boa vontade presentes em todas as partes do mundo;
Em nome de Deus e de tudo declarado até agora; Al-Azhar al-Sharif e os muçulmanos do Oriente e do Ocidente, juntamente com a Igreja Católica e os católicos do Oriente e do Ocidente, declaram a adoção de uma cultura de diálogo como o caminho; cooperação mútua como código de conduta; compreensão recíproca como método e padrão.
Nós, que acreditamos em Deus e no encontro final com Ele e Seu julgamento, com base em nossa responsabilidade religiosa e moral, e através deste Documento, chamamos a nós mesmos, sobre os líderes do mundo, bem como os arquitetos da política internacional. e a economia mundial, para trabalhar tenazmente para disseminar a cultura da tolerância e de viver juntos em paz; intervir na primeira oportunidade para parar o derramamento de sangue inocente e pôr fim às guerras, conflitos, decadência ambiental e ao declínio moral e cultural que o mundo está experimentando atualmente.
Convocamos intelectuais, filósofos, figuras religiosas, artistas, profissionais da mídia e homens e mulheres de cultura em todas as partes do mundo a redescobrir os valores da paz, justiça, bondade, beleza, fraternidade humana e coexistência, a fim de confirmar a importância. desses valores como âncoras de salvação para todos e para promovê-los em todos os lugares.
Esta Declaração, partindo de uma profunda consideração de nossa realidade contemporânea, valorizando seus êxitos e solidária com seus sofrimentos, desastres e calamidades, acredita firmemente que entre as causas mais importantes das crises do mundo moderno está uma consciência humana dessensibilizada, distanciamento dos valores religiosos e um individualismo prevalecente acompanhado de filosofias materialistas que deificam a pessoa humana e introduzem valores materiais e mundanos em lugar de princípios supremos e transcendentais.
Embora reconhecendo os passos positivos dados pela nossa civilização moderna nos campos da ciência, tecnologia, medicina, indústria e bem-estar, especialmente nos países desenvolvidos, desejamos enfatizar que, associados a tais avanços históricos, grandes e valorizados, existem tanto uma deterioração moral que influencia a ação internacional quanto um enfraquecimento dos valores e responsabilidades espirituais. Tudo isso contribui para um sentimento geral de frustração, isolamento e desespero, levando muitos a cair em um vórtice de extremismo ateístico, agnóstico ou religioso, ou em extremismo cego e fanático, que acaba por encorajar formas de dependência e autodestruição individual ou coletiva.
A história mostra que o extremismo religioso, o extremismo nacional e também a intolerância produziram no mundo, seja no Oriente ou no Ocidente, o que pode ser referido como sinais de uma “terceira guerra mundial sendo travada aos poucos”. Em várias partes do mundo e em muitas circunstâncias trágicas, esses sinais começaram a ser dolorosamente aparentes, como naquelas situações em que o número exato de vítimas, viúvas e órfãos é desconhecido. Vemos, além disso, outras regiões se preparando para se tornarem teatros de novos conflitos, com surtos de tensão e construção de armas e munições, e tudo isso em um contexto global ofuscado pela incerteza, desilusão, medo do futuro e controle por interesses econômicos tacanhos.
Afirmamos igualmente que grandes crises políticas, situações de injustiça e falta de distribuição eqüitativa dos recursos naturais - das quais apenas uma minoria rica se beneficia, em detrimento da maioria dos povos da terra - geraram e continuam a gerar vastos número de pessoas pobres, enfermas e mortas. Isso leva a crises catastróficas das quais vários países foram vítimas, apesar de seus recursos naturais e da desenvoltura dos jovens que caracterizam essas nações. Diante de crises que resultam na morte de milhões de crianças - desperdiçadas da pobreza e da fome -, há um silêncio inaceitável no plano internacional.
É claro, neste contexto, como a família como núcleo fundamental da sociedade e da humanidade é essencial para trazer as crianças ao mundo, educando-as, educando-as e proporcionando-lhes sólida formação moral e segurança interna. Atacar a instituição da família, considerá-la com desprezo ou duvidar de seu importante papel, é um dos males mais ameaçadores de nossa época.
WAfirmamos também a importância de despertar a consciência religiosa e a necessidade de reavivar esta consciência nos corações das novas gerações, através de uma educação sólida e da adesão aos valores morais e aos ensinamentos religiosos íntegros. Desta forma, podemos enfrentar tendências que são individualistas, egoístas, conflitantes, e também abordar o radicalismo e o extremismo cego em todas as suas formas e expressões.
O primeiro e mais importante objetivo das religiões é acreditar em Deus, honrá-lo e convidar todos os homens e mulheres a acreditarem que esse universo depende de um Deus que o governa. Ele é o Criador que nos formou com Sua sabedoria divina e nos concedeu o dom da vida para protegê-lo. É um presente que ninguém tem o direito de tirar, ameaçar ou manipular para se adequar. De fato, todos devem salvaguardar esse dom da vida desde o começo até o seu fim natural. Portanto, condenamos todas as práticas que são uma ameaça à vida, como genocídio, atos de terrorismo, deslocamento forçado, tráfico de pessoas, aborto e eutanásia. Da mesma forma, condenamos as políticas que promovem essas práticas.
Além disso, declaramos resolutamente que as religiões nunca devem incitar a guerra, atitudes de ódio, hostilidade e extremismo, nem devem incitar à violência ou ao derramamento de sangue. Essas realidades trágicas são a consequência de um desvio dos ensinamentos religiosos. Elas resultam de uma manipulação política das religiões e de interpretações feitas por grupos religiosos que, no curso da história, tiraram proveito do poder do sentimento religioso nos corações de homens e mulheres para fazê-los agir de uma maneira que nada a ver com a verdade da religião. Isso é feito com o objetivo de alcançar objetivos políticos, econômicos, mundanos e míopes. Assim, pedimos a todos os interessados ​​que deixem de usar as religiões para incitar o ódio, a violência, o extremismo e o fanatismo cego, e que se abstenham de usar o nome de Deus para justificar atos de assassinato, exílio, terrorismo e opressão. Pedimos isso com base em nossa crença comum em Deus, que não criou homens e mulheres para serem mortos ou para lutar uns contra os outros, nem para serem torturados ou humilhados em suas vidas e circunstâncias. Deus, o Todo-Poderoso, não precisa ser defendido por ninguém e não quer que Seu nome seja usado para aterrorizar as pessoas.
Este Documento, de acordo com documentos internacionais anteriores que enfatizaram a importância do papel das religiões na construção da paz mundial, defende o seguinte:
- A firme convicção de que os ensinamentos autênticos das religiões nos convidam a permanecer enraizados nos valores da paz; defender os valores da compreensão mútua, da fraternidade humana e da convivência harmoniosa; restabelecer a sabedoria, a justiça e o amor; e para despertar a consciência religiosa entre os jovens para que as gerações futuras possam ser protegidas do reino do pensamento materialista e de políticas perigosas de ganância e indiferença desenfreadas baseadas na lei da força e não na força da lei;
- A liberdade é um direito de toda pessoa: cada indivíduo desfruta da liberdade de crença, pensamento, expressão e ação. O pluralismo e a diversidade de religiões, cor, sexo, raça e linguagem são determinados por Deus em Sua sabedoria, através da qual Ele criou os seres humanos. Esta sabedoria divina é a fonte da qual deriva o direito à liberdade de crença e a liberdade de ser diferente. Portanto, o fato de as pessoas serem obrigadas a aderir a uma determinada religião ou cultura deve ser rejeitado, assim como a imposição de um modo de vida cultural que os outros não aceitam;
- Justiça baseada na misericórdia é o caminho a seguir para alcançar uma vida digna à qual todo ser humano tem direito;
- O diálogo, a compreensão e a promoção generalizada de uma cultura de tolerância, aceitação dos outros e de convivência pacífica contribuiriam significativamente para reduzir muitos problemas económicos, sociais, políticos e ambientais que pesam tanto sobre uma grande parte da humanidade;
- O diálogo entre os crentes significa reunir-se no vasto espaço dos valores espirituais, humanos e sociais compartilhados e, a partir daqui, transmitir as mais altas virtudes morais que as religiões almejam. Isso também significa evitar discussões improdutivas;
- A proteção dos locais de culto - sinagogas, igrejas e mesquitas - é um dever garantido por religiões, valores humanos, leis e acordos internacionais. Toda tentativa de atacar locais de culto ou ameaçá-los por violentos ataques, bombas ou destruição, é um desvio dos ensinamentos das religiões, bem como uma clara violação do direito internacional;
- O terrorismo é deplorável e ameaça a segurança das pessoas, sejam elas no Oriente ou no Ocidente, do Norte ou do Sul, e dissemina o pânico, terror e pessimismo, mas isto não é devido à religião, mesmo quando terroristas instrumentalizá-la. Deve-se, antes, ao acúmulo de interpretações incorretas de textos religiosos e a políticas ligadas à fome, pobreza, injustiça, opressão e orgulho. É por isso que é tão necessário parar de apoiar os movimentos terroristas alimentados pelo financiamento, o fornecimento de armas e estratégia, e por tentativas de justificar esses movimentos, mesmo usando a mídia. Todos estes devem ser considerados crimes internacionais que ameaçam a segurança e a paz mundial. Tal terrorismo deve ser condenado em todas as suas formas e expressões;
- O conceito de cidadania é baseado na igualdade de direitos e deveres, sob os quais todos gozam de justiça. Portanto, é crucial estabelecer em nossas sociedades o conceito de cidadania plena e rejeitar o uso discriminatório do termo minorias, que gera sentimentos de isolamento e inferioridade. Seu mau uso prepara o caminho para hostilidade e discórdia; desfaz quaisquer sucessos e tira os direitos civis e religiosos de alguns cidadãos que são assim discriminados;
- Boas relações entre o Oriente e o Ocidente são indiscutivelmente necessárias para ambos. Eles não devem ser negligenciados, de modo que cada um possa ser enriquecido pela cultura do outro por meio de trocas e diálogos frutíferos. O Ocidente pode descobrir no Oriente remédios para aqueles males espirituais e religiosos que são causados ​​por um materialismo predominante. E o Oriente pode encontrar no Ocidente muitos elementos que podem ajudar a libertá-lo da fraqueza, divisão, conflito e declínio científico, técnico e cultural. É importante prestar atenção às diferenças religiosas, culturais e históricas que são um componente vital na formação do caráter, cultura e civilização do Oriente. É igualmente importante reforçar o vínculo dos direitos humanos fundamentais, a fim de ajudar a garantir uma vida digna para todos os homens e mulheres do Oriente e do Ocidente, evitando as políticas de duplo padrão;
- É um requisito essencial reconhecer o direito das mulheres à educação e ao emprego e reconhecer sua liberdade de exercer seus próprios direitos políticos. Além disso, devem ser feitos esforços para libertar as mulheres do condicionamento histórico e social que contraria os princípios de sua fé e dignidade. Também é necessário proteger as mulheres da exploração sexual e de serem tratadas como mercadorias ou objetos de prazer ou ganhos financeiros. Assim, um fim deve ser levado a todas as práticas desumanas e vulgares que denigram a dignidade das mulheres. Esforços devem ser feitos para modificar as leis que impedem as mulheres de desfrutar plenamente de seus direitos;
- A proteção dos direitos fundamentais das crianças para crescer em um ambiente familiar, para receber nutrição, educação e apoio, são deveres da família e da sociedade. Tais deveres devem ser garantidos e protegidos para que não sejam negligenciados ou negados a qualquer criança em qualquer parte do mundo. Todas as práticas que violam a dignidade e os direitos das crianças devem ser denunciadas. É igualmente importante estar vigilante contra os perigos a que estão expostos, particularmente no mundo digital, e considerar como crime o tráfico de sua inocência e todas as violações de sua juventude;
- A proteção dos direitos dos idosos, dos fracos, dos deficientes e dos oprimidos é uma obrigação religiosa e social que deve ser garantida e defendida através de legislação rigorosa e da implementação dos acordos internacionais relevantes.
Para este fim, por cooperação mútua, a Igreja Católica e Al-Azhar anunciam e prometem transmitir este Documento às autoridades, líderes influentes, pessoas de religião em todo o mundo, organizações regionais e internacionais apropriadas, organizações dentro da sociedade civil, instituições religiosas e principais pensadores. Comprometem-se ainda a dar a conhecer os princípios contidos nesta Declaração a todos os níveis regionais e internacionais, solicitando simultaneamente que estes princípios sejam traduzidos em políticas, decisões, textos legislativos, cursos de estudo e materiais a serem distribuídos.
Al-Azhar e a Igreja Católica pedem que este Documento se torne objeto de pesquisa e reflexão em todas as escolas, universidades e institutos de formação, ajudando assim a educar novas gerações para trazer bondade e paz a outros, e ser defensores de todos os direitos. dos oprimidos e dos nossos irmãos e irmãs.
Em conclusão, nossa aspiração é que:
esta Declaração pode constituir um convite à reconciliação e à fraternidade entre todos os crentes, de fato entre os crentes e não-crentes, e entre todas as pessoas de boa vontade;
esta Declaração pode ser um apelo a toda consciência correta que rejeita a violência deplorável e o extremismo cego; um apelo aos que valorizam os valores da tolerância e da fraternidade promovidos e encorajados pelas religiões;
esta Declaração pode ser uma testemunha da grandeza da fé em Deus que une corações divididos e eleva a alma humana;
Esta Declaração pode ser um sinal da proximidade entre o Oriente e o Ocidente, entre o Norte e o Sul e entre todos os que acreditam que Deus nos criou para nos entendermos uns aos outros, cooperar uns com os outros e viver como irmãos e irmãs que se amam.
É isso que esperamos e buscamos alcançar com o objetivo de encontrar uma paz universal que todos possam desfrutar nesta vida.
Abu Dhabi, 4 de fevereiro de 2019
https://www.zerohedge.com

2 comentários:

  1. Sigam ao evangelho e a nossa senhora não sigam ao falso profeta Francisco.

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  2. Eu sou o caminho a vdd e a vida ninguém vem ao Pai (Deus )senão por mim.(JESUS CRISTO). Portanto Cristo é o caminho a vdd e a vida. Portanto Chico Francisco apóstolos são seres humanos pecadores falhos como todos nós os somos.

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