Papa Francisco, Falso Profeta?

É difícil encontrar quem não goste do Papa Francisco. Ele é bonachão, gente boa, humilde, amigo dos pobres, não gosta de riquezas e opulências, não implica com os homossexuais e nem com os abortistas. Dizem até que ele vai andar de fusca, e como se pode ver na foto acima, gosta de coisas simples. Maravilha, não é mesmo?

E se eu lhe disser que o Papa Francisco veio para destruir a igreja católica e blasfemar contra Cristo, você acreditaria? É verdade, e é como católico que eu lhe digo isso.

Francisco é o representante da maçonaria infiltrada na igreja, que finalmente conseguiu eleger o seu papa. É duro dizer, mas o demônio chegou ao papado. Ele é a besta do Apocalipse 13-11 ”que se veste como um cordeiro (símbolo de Cristo), mas fala como um dragão” (blasfema contra Deus).

Você lembra o que Paulo VI disse? “A fumaça de satanás de infiltrou na igreja”. E agora chegou ao seu vértice.

João Paulo I foi assassinado com apenas trinta dias de pontificado, lembra? Tentaram matar João Paulo II logo no início de seu pontificado com um tiro à queima roupa, lembra? E Bento XVI, coitado, foi tão perseguido que acabou tendo que renunciar, como se fosse um incompetente. Escândalos e mais escândalos estouraram em seu pontificado. Até seus documentos pessoais foram roubados, para poder chantageá-lo.

E agora com Francisco não existem mais escândalos sexuais nem financeiros. A mídia, controlada pela maçonaria o está endeusando, fazendo dele um ídolo, um líder inovador, um mito. Reis, rainhas e governantes têm vindo beijar o seu anel, em reverência a “sua santidade”. Que mudança brusca, não é mesmo?

Mas o que deseja Francisco? É simples: a luta entre Deus e o diabo continua. Como o diabo sabe que nada pode contra Deus, passar um tempinho sentado na cadeira de Pedro já está bom, pois de lá ele pode “abrir a boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar o seu nome, o seu tabernáculo e os habitantes do céu” (Apoc. 13-6).

Outra missão de Francisco é facilitar o surgimento do anticristo, pois ele trabalha segundo as ordens deste, pois está sob sua vigilância, como vemos em Apocalipse 13-12. Foi primeiro preciso “ferir o pastor” (Zacarias 13,7), ou seja tirar Bento XVI, para que as ovelhas fossem dispersas (os fies). A partir de agora haverá uma grande confusão e divisão dentro da igreja católica e no mundo todo, e no meio desta confusão surge o anticristo apoiado por Francisco, que aliás já declarou que o microchip (marca da besta) é benéfico para a humanidade, não existindo na Bíblia nada que impeça o seu uso (será que Francisco já leu o Apocalipse alguma vez?)

Outra missão suja de Francisco: promover o aborto e o homossexualismo no mundo. Estes dois pecados são abominações e dão poder à satanás. É por isso que tem dinheiro à vontade para promover parada gay no mundo todo e para praticar o aborto. No Brasil o próprio governo paga o médico para a mulher que queira abortar. Recentemente Francisco afirmou que os católicos são “obcecados” com o aborto e o homossexualismo. Sublimarmente ele disse: “esqueçam aborto e homossexualismo”. Aliás, quando esteve no Brasil Francisco não fez nada para evitar o aborto, cuja lei já estava pronta, e que agora foi assinada por Dilma.

Francisco está usando mensagens sublimares, para blasfemar contra a igreja, para ser mais claro, para avacalhar mesmo com ela.

Quando perguntado pela repórter o que achava do lobby gay dentro do vaticano, Francisco respondeu: “ser gay não tem problema”. E deu uma grande pausa. E depois continuou: “o problema é o lobby gay”.

A mensagem sublimarmente passada: o homossexualismo está liberado. Resultado: explosão do homossexualismo no mundo, tendo sido Francisco eleito o “homem do ano”, pela maior revista gay dos estados unidos. Eu já vi, na missa, vários casais gays se acariciando como se fosse a coisa mais normal do mundo. E ninguém pode falar nada, pois Francisco liberou, mesmo que sublimarmente.

Mas o pior de tudo é que Francisco está atentando contra o sacrifício de Cristo na Cruz. A blasfêmia maior de todas é a de negar o culto devido só a Deus para dá-lo às criaturas e ao próprio satanás.

Cristo derramou seu sangue na cruz para nos salvar. Foi para pagar o pecado de Adão e nos reconduzir ao Pai que Cristo se sacrificou por nós.

Agora, Francisco está anulando o sacrifício de Cristo. Recentemente ele disse: “não é preciso converter ninguém. Ajude o pobre e vá embora”.

Esta afirmação pode parecer bonita e caridosa, porém, ela elimina o sacrifício de Cristo.

Ajudar o pobre, o menor abandonado, o doente, a viúva desamparada e todos aqueles que precisam, é uma conseqüência do amor à Deus. Se amo à Deus, também amo ao meu próximo, e consequentemente o ajudo naquilo que ele precisa. Enquanto esteve na terra, Cristo ajudou intensamente os necessitados. Ajudar ao próximo é uma excelente atitude, que vai ajudar no nosso julgamento diante do Pai, pois “seremos julgados pelas nossas obras” (Rom 2-6).

Mas veja bem, o que salva não é a caridade. Jesus quando enviou os doze apóstolos disse: “Ide ao mundo e pregai o evangelho à toda criatura da terra. Aquele que crer e for batizado, será salvo, mas quem não crer será condenado” (Marcos 16-16).

Cuidado, você pode passar a vida toda fazendo caridade e ir para o inferno.

E é isso que o papa Francisco quer, lhe levar para o inferno. Ele quer tirar Cristo do centro e colocar os pobres, mas pobre não salva ninguém, quem salva é Cristo.

Outra armação pesada de Francisco: “todas as religiões levam a Deus”. Parece bonito não é mesmo? Assim sendo, você pode ir na macumba, que lá você irá encontrar a Deus também.

Mas pense nisto: só Cristo morreu na cruz, logo, o caminho para o céu, é somente através dele. Você já viu algum Buda crucificado? Maomé foi pra cruz? E Alan Kardec, passou por lá? Veja o que disse o próprio Jesus: Eu sou o caminho, a verdade e a vida;ninguém vem ao Pai senão por mim (João 14,6).

Repetindo o que disse Jesus:” Ninguém vem ao pai senão por mim”.

Cuidado: quando Francisco anunciar a criação da igreja ecumênica mundial, unindo todas as religiões, não caia na lábia dele. O que ele quer é lhe afastar de Cristo e levá-lo à Satanás.

Aqui novamente Francisco está querendo lhe levar para o inferno. Siga um caminho diferente ao de Cristo e você vai ver onde vai parar.

Aliás, recentemente Francisco disse que o inferno não existe mais. O que ele quer, é que você não creia mais na existência do inferno, para lhe mandar para lá.

“Roma perderá a fé, e converter-se-á na sede do anticristo". Sabe quem disse isto? Parece coisa de fanático, não é mesmo? Mas esta afirmação é de Maria, mãe de Jesus e nossa, em La salette, França em 1846, aparição reconhecida pela igreja. Veja a mensagem completa (http://www.rainhamaria.com.br/Pagina/366/Os-Segredos-de-La-Salette), você vai se surpreender.

Na verdade, a partir de La Salette, Maria antecipou o que iria acontecer no mundo. Em Fátima, Portugal, em 1917, Maria disse que o demônio se infiltraria até o vértice na igreja, além de ter previsto o fim da primeira guerra, a expansão do comunismo e o início da segunda guerra. Acredita-se que o fato do demônio ter chegado ao papado, faça parte do terceiro segredo de Fátima, que na verdade não foi divulgado.

Em Akita, Japão em 1973 Nossa Senhora disse: "O Diabo se infiltrará até mesmo na Igreja de tal um modo que haverá cardeais contra cardeais, e bispos contra bispos. Serão desprezados os padres que me veneram e terão opositores em todos os lugares. Haverá vandalismo nas Igrejas e altares. A Igreja estará cercada de asseclas do demônio que conduzirá muitos padres a lhe consagrar a alma e abandonar o serviço do Senhor".

Eu já vi dois padres, em uma emissora católica, em rede nacional, incentivar o casamento civil gay, e ainda citam as encíclicas do papa Francisco para justificar tal abominação. O que os padres não dizem, é que os afeminados vão para o inferno, pois “não vos enganeis: nem os impuros, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os devassos, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os difamadores, nem os assaltantes hão de possuir o Reino de Deus” (1Cor 6, 9-10), e também Apoc 21.8: Os tíbios, os infiéis, os depravados, os homicidas, os impuros, os maléficos, os idólatras e todos os mentirosos terão como quinhão o tanque ardente de fogo e enxofre, a segunda morte. Se você ler as mensagens marianas como La Salette, Akita, Fátima, Lourdes e outras, vai se surpreender com o que Maria tem dito. O problema é que Deus e sua mãe foram esquecidos por esta geração.

Assim sendo, o aviso foi dado. Muita coisa ainda vai acontecer daqui para frente. Fique atento pois Cristo realmente está voltando para instalar seu definitivo reino de amor. Não fique de fora.

Movimento de Resistência Católica Viva Bento XVI

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quarta-feira, 3 de abril de 2019

EM 2014, JESUS JÁ ALERTAVA SÔBRE A NOVA RELIGIÃO QUE O PAPA FRANCISCO ESTÁ CRIANDO


Minha querida e amada filha, hoje Eu trago notícias que aliviarão os vossos corações. A vós, Meus preciosos discípulos, leais à Minha Santa Palavra, serão dadas por Mim Graças especiais. Estas Graças, que serão derramadas sobre todos aqueles que sofrem em Meu Santo Nome, irão trazer-vos um conforto extraordinário nas provações que vêm pela frente.
Eu dou-vos também a Graça de salvar todas as pobres almas confusas, enganadas e agitadas, que Me afastaram das suas vidas. As vossas orações e a vossa perseverança são tudo o que Eu necessito, quando as oferecerdes a Mim em expiação por essas almas. Este é um Dom extraordinário que Eu concedo porque, muito em breve, uma confusão de tal magnitude agitará todas as religiões de fé Cristã, que muitos Me abandonarão.
Como recrutas que ingressam num exército pronto para a guerra, as pessoas inscrever-se-ão numa nova religião, disfarçada de Cristã, a que se vão referir como a religião de todo o povo – uma religião para abraçar o forte, o fraco e todos os pecadores, da qual eles dirão que atravessa todas as divisões políticas. Muitos acreditarão que estão a apoiar a sua própria, mas eles irão abandonar-Me. O caminho para este grande engano já foi forjado e os líderes da nova religião já foram nomeados. Silenciosos, diligentes e determinados, eles plantaram as sementes em muitas nações, há algum tempo, e os resultados serão vistos em breve.
A nova religião será vista como compassiva. A nova religião para toda a gente atrairá as religiões de fé não Cristã e serão avançadas todas as mentiras convincentes para defender esse movimento. As Leis de Deus serão completamente ignoradas e todas as tentativas serão feitas para justificar a nova abordagem para o evangelismo global.
Os discursos apresentados pelos da Minha Igreja, para defenderem as mudanças que serão necessárias para introduzir a primeira parte desta fictícia nova doutrina, terão uma falsidade típica. As palavras usadas para descrever os Meus Ensinamentos não serão familiares aos Cristãos que verdadeiramente Me conhecem. A linguagem utilizada quando se referirem a Mim será degradante e insultuosa para a Minha Divindade.
Eu conheço os Meus Próprios e eles conhecem-Me. Eu sei que os Meus inimigos dirão, para quem os quiser escutar, que Me conhecem. Quando os Meus inimigos dizem que eles são Meus, falam de Mim com desdém, mostram pouco respeito pela Minha Palavra ou que tentam redefini-la, ficai alerta. Porque mesmo os Meus inimigos mais astutos tropeçarão neles mesmos, porque tudo o que vem do Meu adversário será sempre confuso. Qualquer coisa que venha de Deus, e onde o Espírito Santo estiver presente, nunca escarnecerá de Mim, Jesus Cristo, de modo algum.
Uma vez que testemunhardes a confusão na Minha Igreja e testemunhardes uma nova doutrina que honra as necessidades e desejos do homem, então nada que dela resulte parecerá certo. Vós, Meus queridos seguidores, ficareis inquietos, amedrontados e cheios de profunda tristeza. É por causa dessas coisas que aí vêm que Eu dou, aqueles de vós que verdadeiramente Me amais, as Graças para Me ajudardes a salvar os filhos de Deus desta grande abominação, que em breve levantará a sua ameaçadora cabeça.
Aceitai as Minhas Dádivas, a Minha Promessa de vos ajudar e orientar, o que Eu vos trago agora. A Minha Palavra foi dada à humanidade há muito tempo. A Palavra não é nova. O homem que a acrescente e altere sofrerá muito. Isso foi predito na Bíblia Sagrada e é exatamente isso que vai acontecer agora. A Minha Palavra será adulterada pelo Meu adversário e o mundo irá engolir as mentiras que daí resultarão.
O Vosso Jesus.

terça-feira, 2 de abril de 2019

Converter não é missão de vocês, diz papa francisco a católicos no Marrocos

https://www.vaticannews.va/content/dam/vaticannews/agenzie/images/afp/2019/03/31/12/morocco-vatican-pope-religion-1554027239120.jpg/_jcr_content/renditions/cq5dam.thumbnail.cropped.1000.563.jpeg
Por Philip Pullella e Ahmed Eljechtimi
RABAT (Reuters) - O papa Francisco disse neste domingo à pequena comunidade católica no Marrocos, país predominantemente muçulmano, que sua missão não é converter seus vizinhos, mas viver em fraternidade com outras religiões.
O papa usou sua viagem de dois dias para enfatizar o diálogo entre as religiões. Ele também apoiou os esforços do rei marroquino Mohammed VI para espalhar uma forma de islamismo que promova o diálogo inter-religioso e rejeite a violência em nome de Deus.
Os 23.000 católicos romanos marroquinos - a maioria deles franceses e outros expatriados europeus e migrantes da África Subsaariana - compõem menos de um por cento da população de 35 milhões.
"Os cristãos são uma pequena minoria neste país. No entanto, na minha opinião, isso não é um problema, embora eu perceba que às vezes pode ser difícil para alguns de vocês", disse o papa Francisco em uma reunião com líderes comunitários católicos em uma catedral em Rabat.
Católicos conservadores criticaram a oposição do papa ao recrutamento organizado ou agressivo de potenciais convertidos.
"A Igreja não cresce por meio de proselitismo, mas por atração", disse Francisco, sendo aplaudido em seguida.
"Isto significa, queridos amigos, que nossa missão como pessoas batizadas, sacerdotes e homens e mulheres consagrados, não é realmente determinada pelo número ou tamanho dos espaços que ocupamos, mas pela nossa capacidade de gerar mudanças e despertar maravilhas e compaixão", afirmou.
As autoridades marroquinas não reconhecem os marroquinos convertidos ao cristianismo, muitos dos quais rezam secretamente em seus lares. A conversão do islamismo ao cristianismo é proibida, como em muitos países muçulmanos, e o proselitismo é punido com até três anos de prisão.
Fonte: https://extra.globo.com/tv-e-lazer/converter-nao-missao-de-voces-diz-papa-catolicos-no-marrocos-23563798.html
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Papa quer Apagar a Luz de Cristo?
domingo, 31 de março de 2019
https://2.bp.blogspot.com/-g10DUgBo7JM/XKDYbmI6fZI/AAAAAAAAu04/LN04SL6Mj4ABpIJVl5vvKja5y6QNAopUACLcBGAs/s320/images.jpeg
O Papa em Marrocos proibiu que os cristãos busquem a conversão dos não batizados.
Ele cancelou as palavras de Cristo:
"Portanto ide, ensinai todas as nações, baptizando-as em nome do Pai, e do filho e do Espírito Santo (Mateus 28:19).
Cancelou também todo o trabalho de São Paulo.
Ele quer apagar a Luz de Cristo, que disse:
'Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte;
Nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e dá luz a todos que estão na casa". (Mateus 5:13).
Ele condenou os infiéis à morte porque não serão convertidos.
Todo mundo sabe que o grande problema do mundo islâmico é que ele proibe a conversão. O Papa está do lado islâmico.
Fonte: http://thyselfolord.blogspot.com/2019/03/papa-quer-apagar-luz-de-cristo.html
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O que Deus nos pede é conversão!
26 de Setembro de 2013
Uma pessoa que se diz católica, mas não encontra razão para levar a fé aos demais, pode ser tudo, menos uma autêntica seguidora de Cristo.
https://padrepauloricardo.s3.amazonaws.com/uploads/post/share_image/320/O-que-ele-pede-e-conversao-redesociais__1_.jpg
Equipe Christo Nihil Praeponere
"E portanto, se os degredados, que aqui hão de ficar, aprenderem bem a sua fala e os entenderem, não duvido que eles, segundo a santa intenção de Vossa Alteza, se hão de fazer cristãos e crer em nossa santa fé, à qual praza a Nosso Senhor que os traga, porque, certo, esta gente é boa e de boa simplicidade" [1]. São palavras de Pero Vaz de Caminha, dirigidas ao então rei de Portugal, sobre os nativos e as terras que acabara de encontrar: os índios do Brasil. Lê-se nestas linhas a vontade imensa de espalhar a todos os povos a boa-nova de Cristo. De fato, a evangelização sempre foi uma preocupação da Igreja, encontrando eco também entre leigos, governantes e qualquer um que se deixasse tocar pela beleza da fé católica.
A necessidade do anúncio cristão decorre do "encontro com um acontecimento, com uma Pessoa que dá à vida um novo horizonte e, desta forma, o rumo decisivo" [2]. Se é verdade que Deus é amor, quem o encontrou não pode fazer dele assunto particular, mas alimento comum a todas as almas. Os santos são um modelo de apostolado eficaz porque carregavam em suas faces a experiência da entrega ao Senhor. Somente uma alma profundamente apaixonada consegue transmitir a intensidade da Palavra de Deus. Por isso dizia o Cardeal Ratzinger num debate com o ateu Paolo Flores D'Arcais que "nós, os crentes, acreditamos que temos algo a dizer ao mundo (...), estamos convencidos de que em Jesus surgiu a verdade, e a verdade não é propriedade privada de alguém; deve ser compartilhada, deve ser conhecida" [3].
Todavia, nestes tempos de secularismo exacerbado, que não poupa nem mesmo os púlpitos de muitas paróquias, parece que já não existe mais tal certeza. Ao contrário dos primeiros cristãos, para a geração atual a fé se tornou apenas um pressuposto banal, que, em muitos casos, acaba até negado. Com efeito, a ênfase da Igreja na evangelização é vista como um programa retrógrado — até mesmo preconceituoso —, sobre o qual não valeria a pena discutir. A via adequada seria então a do diálogo desinteressado, destinado não à conversão das pessoas, mas à promoção da "tolerância", do pluralismo religioso.
Disso se depreende a crise de fé à qual se referia Bento XVI na Carta Apostólica Porta Fidei. Uma Igreja que não quer evangelizar não merece ser chamada Igreja, já que "anunciar o Evangelho não é glória para mim" — dizia São Paulo —, mas "uma obrigação que se me impõe" (cf. 1Cor 9, 16). Ora, uma pessoa que se diz católica, mas não encontra razão para levar a fé aos demais pode ser tudo, menos uma autêntica seguidora de Cristo. Jesus deixou sua Igreja nesta terra para exortar os povos à Palavra de Deus, não para a filantropia ou assistencialismo social. Mas, se os próprios filhos da Igreja padecem na "incredulidade e dureza de coração", renegando as verdades eternas a propósito de uma pastoral exclusivamente humana, como querer atrair os descrentes se a eles é apresentado uma Igreja com cara de ONG? Esses maus apóstolos acabam agindo como os discípulos que, diante da notícia de Maria Madalena, "não quiseram acreditar". Ou seja, ainda precisam encontrar-se com Jesus verdadeiramente para somente assim assumirem as palavras do Senhor: "Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura" (cf. Mt 28, 19).
É imperioso para a vida cristã a prática do apostolado. Nela, encontram-se tanto o meio para atingir os incrédulos, como também o fim ao qual todos são chamados: a salvação. Sim, porque aqueles que se empenham no anúncio da boa-nova sabem que não podem prescindir da graça sem correr sério risco de fracassar. "A Igreja, o Papa, os fiéis, assim como os teólogos" — recorda o patriarca de Veneza, Dom Francesco Moraglia —, "não são a origem do ato de fé e da vida do crente" [4], são instrumentos da messe do Senhor. E como instrumentos devem sempre ter em mente o testamento espiritual de Maria, deixado nos Evangelhos: "Fazei tudo o que Ele vos disser" (Cf. Jo 2, 5). E o que Ele pede é conversão!
Referências
1. Carta de Pero Vaz de Caminha.
2. Deus Caritas Est.
3. RATZINGER, Joseph, D'ARCAIS, Paolo F. Deus Existe. Editora Planeta.
4. Voltemos a Santo Agostinho, entrevista com o Patriarca de Veneza, Dom Francesco Moraglia.
Fonte: https://padrepauloricardo.org/blog/o-que-ele-pede-e-conversao

segunda-feira, 1 de abril de 2019


PAPA FRANCISCO BLASFEMA CONTRA CRISTO NO MARROCOS
n/d
Ele cancelou as palavras de Cristo:
"Portanto ide, ensinai todas as nações, baptizando-as em nome do Pai, e do filho e do Espírito Santo" (Mateus 28, 19).
Cancelou também todo o trabalho de São Paulo.
Ele quer apagar a Luz de Cristo, que disse:
'Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte; Nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e dá luz a todos que estão na casa" (Mateus 5, 13).
Ele condenou os infiéis à morte porque não serão convertidos.
Todo mundo sabe que o grande problema do mundo islâmico é que ele proibe a conversão. O Papa está do lado islâmico.
Visto em: thyselfolord.blogspot.com
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Diz na Sagrada Escritura:
"Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim" (João 14, 6).
"Todo aquele que caminha sem rumo e não permanece na doutrina de Cristo, não tem Deus. Quem permanece na doutrina, este possui o Pai e o Filho. Se alguém vier a vós sem trazer esta doutrina, não o recebais em vossa casa, nem o saudeis. Porque quem o saúda toma parte em suas obras más" (2 João 9-11).
"Eu sou o Senhor, e não há outro; fora de mim não há Deus; eu te cingirei, ainda que tu não me conheças; Para que se saiba desde o nascente do sol, e desde o poente, que fora de mim não há outro; eu sou o Senhor, e não há outro.  Olhai para mim, e sereis salvos, vós, todos os termos da terra; porque eu sou Deus, e não há outro" (Isaías 45, 5-6 e 22).
Declarou o Arcebispo francês Marcel Lefebvre: "Não será dever de um católico julgar entre a fé que lhe ensinam hoje e a que foi ensinada durante vinte séculos de tradição da Igreja? Ora, eu acredito sinceramente que estamos tratando com uma falsificação da Igreja, e não com a Igreja católica. Por quê? Porque eles não ensinam mais a fé católica. Não defendem mais a fé católica. Eles arrastam a Igreja para algo diferente da Igreja Católica. A verdade e o erro não estão em pé de igualdade. Isso seria colocar Deus e o diabo em pé de igualdade, visto que o diabo é o pai da mentira, o pai do erro".
“Roma perderá a Fé e se tornará a sede do Anticristo”, são as palavras que Nossa Senhora profetizou em La Salette, na França, em 1846, uma aparição reconhecida pela Igreja.
Disse Nossa Senhora Bom Sucesso, em 1594: “Tempos funestos sobrevirão, nos quais….aqueles que deveriam defender em justiça os direitos da Igreja, sem temor servil nem respeito humano, darão as mãos aos inimigos da Igreja para fazer o que estes quiserem” (II, 98).

quinta-feira, 28 de março de 2019

Papa Francisco pede às Universidades para divulgar a sua nova religião mundial.



n/d
O escritório do Vaticano para promover o diálogo inter-religioso pediu aos professores universitários católicos para dar a "maior difusão possível" a uma declaração conjunta controversa assinada pelo Papa Francisco no mês passado, que afirma uma "diversidade de religiões "é" vontade de Deus. " O escritório acrescenta que o pedido vem do próprio Papa Francisco (leia a carta completa abaixo).
A carta do Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-religioso, obtida pela LifeSiteNews, é datada de 21 de fevereiro de 2019. Foi enviada na semana passada a professores católicos em Roma, juntamente com o documento anexo sobre Fraternidade Humana para a Paz Mundial e Vivendo Juntos "que o Papa Francisco assinou com o Grande Imame Ahmad el-Tayeb em Abu Dhabi em 4 de fevereiro.
Dom Miguel Ayuso Guixot, secretário do Pontifício Conselho, escreveu na carta que o Santo Padre pediu ao Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso que contribua para a mais ampla divulgação possível do Documento sobre a Fraternidade Humana para a Paz Mundial e a Vida Juntos, que tinha sido originalmente assinado pelo Papa Francisco e por Ahmad el-Tayeb, Grande Imame da Mesquita Al-Azhar do Egito.
Guixot pediu aos professores, sacerdotes e irmãs em universidades para "facilitar a distribuição, o estudo e a recepção" do documento, acrescentando que o Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-religioso "será grato a você já agora para qualquer possível iniciativa, no quadro desta instituição, que visa a difusão deste documento. "
A carta também cita algumas passagens do documento de Abu Dhabi, em que ambos os signatários prometem “transmitir este Documento às autoridades, líderes influentes, pessoas de religião em todo o mundo, organizações regionais e internacionais apropriadas, organizações da sociedade civil, instituições religiosas e os assinantes prometem “dar a conhecer os princípios contidos nesta Declaração em todos os níveis regionais e internacionais, enquanto solicitam que estes princípios sejam traduzidos em políticas, decisões, textos legislativos, cursos de estudo e materiais a serem distribuídos.” Outro objetivo é "educar as novas gerações", no sentido deste documento, para a paz mundial e a fraternidade entre os povos e as religiões.
Os críticos chamaram essas passagens no documento de "falsas" e "heréticas".
O cardeal Raymond Burke disse que a passagem que diz que Deus quer uma diversidade de religiões, está errada e deve ser removida.
A declaração "tem que ser removida deste acordo porque não está correta", disse ele.
O bispo Athanasius Schneider disse no início deste mês que em uma conversa privada com o Papa Francisco sobre o assunto, o papa assegurou-lhe que a "frase em questão sobre a diversidade das religiões significa a vontade permissiva de Deus".
O proeminente filósofo católico, professor Josef Seifert, criticou que apesar da correção privada desta sentença perturbadora que o próprio Papa Francisco fez em conversa com o bispo Schneider e seus colegas bispos cazaques - o papa ainda quer que este documento seja divulgado sem a declaração ser corrigida.
A carta do Vaticano de 21 de fevereiro, enviada aos professores católicos em 21 de março, visa divulgar um documento ambíguo que provocou muita controvérsia entre os católicos quando foi publicado pela primeira vez em 4 de fevereiro de 2019, especialmente porque não contém um documento formal da correção da seguinte sentença específica:
O pluralismo e a diversidade de religiões, cor, sexo, raça e linguagem são determinados por Deus em Sua sabedoria, através da qual Ele criou os seres humanos.
Na época, o bispo Schneider - entre muitas outras vozes - contradizia tal afirmação, já que “o cristianismo é a única religião de vontade de Deus”.“Portanto,” ele disse, “nunca pode ser colocado lado a lado com outras religiões. Aqueles violariam a verdade da Revelação Divina, como é inequivocamente afirmado no Primeiro Mandamento do Decálogo, que afirmaria que a diversidade das religiões é a vontade de Deus ”.
Em comentários ao LifeSiteNews, Seifert criticou fortemente a passagem controversa da declaração de Abu Dhabi. A alegação de que a “diversidade de religiões” é “desejada por Deus”, declarou ele, significa “rejeição da fé cristã: como Deus pode unir a salvação eterna à fé em Jesus Cristo e então, a partir do momento da criação, religiões que rejeitam essa fé? ”
“Como Ele pode nos mandar sair pelo mundo para ensinar os Evangelhos a todas as nações e batizá-las, mas ao mesmo tempo vontades religiosas que rejeitam os Evangelhos e o Batismo?” Seifert  disse mais. Em sua opinião, com essa afirmação, o documento “rejeita diretamente a reivindicação absoluta da Igreja à verdade (que também é sustentada pelo Islã por sua própria religião)” e, com ela, “todo o Credo (já que cada sentença do Credo contradiz os credos de muitas outras religiões), todos os dogmas da Igreja, todos os seus ensinamentos morais. ”Ao mesmo tempo, o professor austríaco acrescentou:“ não apenas todas as heresias, mas também todas as religiões não-cristãs estão recebendo a honra de serem desejadas por Deus ”.
O professor Seifert também comentou sobre o fato de o papa Francisco ter enviado uma carta às universidades católicas para divulgar este contestado documento de Abu Dhabi. Apesar do fato de o bispo Schneider ter dado ao papa Francisco uma espécie de correção indireta desta declaração de Abu Dhabi, “o papa Francisco obviamente não apenas não rescindiu esta declaração, mas agora também a enviou a todas as universidades com o pedido de disseminação universal.
Esta é uma “heresia sem precedentes de todas as heresias”, Seifert explicou, “para difundir esta declaração inalterada” que as diversas religiões são queridas por Deus “sem a menor (e, o que é mais não convincente,) declaração de que é apenas sobre a permissiva vontade de Deus."
De acordo com Josef Seifert, uma observação particular (como dado na presença do Bispo Schneider) não é suficiente, a fim de rescindir "a aprovação de todas as heresias e de todas as religiões que estão em contradição com o cristianismo como é encontrado na declaração de Abu Dhabi ".
Seifert disse que a declaração lida pelo valor nominal coloca o papa "fora da Igreja e da fé cristã em geral, bem como fora da razão".
"Pois, como Deus poderia contradizer as mais importantes verdades reveladas que são, simultaneamente, também queridas por Ele? Esta suposição faria Deus ou um lunático que viola a base de toda a razão - o princípio da não-contradição - e que é um monumental relativismo, ou um Deus confuso que é indiferente ao fato de as pessoas testemunharem a verdade ou não. "
O professor Seifert disse que os católicos têm o dever de defender a verdade católica.
"De acordo com a lei natural, todos os padres, cardeais, bispos e leigos são obrigados a pedir ao papa que rejeite essa sentença [sobre a diversidade de religiões que Deus deseja] ou renuncie ao papado", disse ele.
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Tradução da carta do dia 21 de fevereiro do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso:
Vaticano, 21 de fevereiro de 2019
Prot. N. 129-19
Rev. Father / Rev. Sister / Dear Professor,
O Santo Padre pediu a este Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso que contribua para a mais ampla divulgação do Documento sobre a Fraternidade Humana para a Paz Mundial e a Vida em Conjunto, assinado em Abu Dhabi, no dia 4 de fevereiro, pelo mesmo Sumo Pontífice. o Grande Imam de Al-Azhar.
Associado dessa maneira ao anúncio e à promessa que os signatários deste Documento consagraram, desejo pedir a Sua Eminência / Excelência que facilite a distribuição, o estudo e a recepção, porque:
     […] A Igreja Católica e a Al-Azhar anunciam e prometem transmitir este Documento às autoridades, líderes influentes, pessoas de religião em todo o mundo, organizações regionais e internacionais apropriadas, organizações da sociedade civil, instituições religiosas e principais pensadores. Comprometem-se ainda a dar a conhecer os princípios contidos nesta Declaração a todos os níveis regionais e internacionais, solicitando simultaneamente que estes princípios sejam traduzidos em políticas, decisões, textos legislativos, cursos de estudo e materiais a serem distribuídos.
Al-Azhar e a Igreja Católica pedem que este Documento se torne objeto de pesquisa e reflexão em todas as escolas, universidades e institutos de formação, ajudando assim a educar novas gerações para trazer bondade e paz a outros, e ser defensores de todos os direitos. dos oprimidos e dos nossos irmãos e irmãs.
O Pontifício Conselho agradecer-lhe-á já por qualquer iniciativa possível, no âmbito desta instituição, que vise a divulgação deste Documento.
Para todos os bons propósitos, permito-me anexar o Documento em seus dois idiomas originais - italiano e árabe - e ao mesmo tempo ressaltar que outras traduções oficiais estão disponíveis no site oficial da Sé Apostólica: http: // w2. vatican.va
Aproveito esta oportunidade para assegurar-lhe, com sentimentos mais distintos, o meu respeito cordial,
+ Miguel Ángel AYUSO GUIXOT, M.C.C.J.
secretário
Fonte: www.lifesitenews.com  via  www.sinaisdoreino.com.br
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Francisco assinou um documento de fraternidade com o Imã (Lider muçulmano) Ahmad el-Tayeb. No documento, assinado pelo Papa se lê que "Deus deseja diversidade religiosa".
n/d
Qual a diferença que Fracisco acha que existe entre Maomé e Jesus Cristo?
Infelizmente acho que nenhuma.
Este Imã muçulmano é conhecido moderado mas ja declarou que o muçulmano que abandona o Islã merece a pena de morte.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

O ISLÃ É UMA RELIGIÃO DE PAZ, PAPA FRANCISCO? 



Não vamos perguntar aos jornalistas nem aos professores de Estudos Islâmicos. Vamos olhar para o que o Corão diz.


Antes disso, aqui ficam três considerações:
1- Maomé foi um líder militar. Tinha mais de general do que de guru. Provas históricas (islâmicas e seculares) falam das batalhas e ataques de Maomé. Aqui está um verso do Corão que fala disso: Corão (8:68) - "Não é dado a profeta algum fazer cativos, antes de lhes haver subjugado inteiramente a região."
2- Pelos critérios de Maomé, os líderes do Islão não são imãs, pastores nem padres. Eles são líderes militares. Aqui está um verso do Corão em relação a este assunto: Corão (47:37) - "Não fraquejeis (ó fiéis), pedindo a paz, quando sois superiores; sabei que Deus está convosco e jamais defraudará as vossas acções."
3- Porque é que as Cruzadas começaram no Médio Oriente depois do Islão ter invadido e atacado os povoados cristãos desde o século VIII até ao XI? Será que o Islão introduziu alguma novidade na esfera política ásio-europeia que fez com que as coisas deixassem de funcionar?
(Os textos foram retirados deste site)
O Corão manda matar
O primeiro exemplo explica o que deve acontecer aos que fazem guerra contra Alá. Devem ser:
    -crucificados
    -assassinados
    -as suas mãos devem ser amputadas
    -os seus pés devem ser cortados
    -feitos prisioneiros
Corão (5:33) – “O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo.”
Aqui está um verso onde Maomé critica os "pacíficos" que se recusam a lutar:
Corão (4:95) – Os fiéis, que, sem razão fundada, permanecem em suas casas, jamais se equiparam àqueles que sacrificam os seus bens e suas vidas pela causa de Deus; Ele concede maior dignidade àqueles que sacrificam os seus bens e suas vidas do que aos que permanecem (em suas casas). Embora Deus prometa a todos (os fiéis) o bem, sempre confere aos combatentes uma recompensa superior à dos que permanecem (em suas casas).
Corão (2:191-193) – “Matai-os onde quer se os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a perseguição é mais grave do que o homicídio. Não os combatais nas cercanias da Mesquita Sagrada, a menos que vos ataquem. Mas, se ali vos combaterem, matai-os. Tal será o castigo dos incrédulos. Porém, se desistirem, sabei que Deus é Indulgente, Misericordíssimo. E combatei-os até terminar a perseguição e prevalecer a religião de Deus. Porém, se desistirem, não haverá mais hostilidades, senão contra os iníquos.”
Corão (2:216) – “Está-vos prescrita a luta (pela causa de Deus), embora o repudieis. É possível que repudieis algo que seja um bem para vós e, quiçá, gosteis de algo que vos seja prejudicial; todavia, Deus sabe todo o bem que fizerdes, Deus dele tomará consciência.”  Este verso não só estabelece que a violência pode ser virtuosa, mas também contradiz o mito que o combate deve ser apenas desejado como auto-defesa, pois a audiência não estava sempre sob ataque. Sabe-se que este verso foi narrado quando Maomé tentava motivar o seu povo para atacar caravanas de mercadores de modo a ficar com as mercadorias.
Corão (4:74) – “Que combatam pela causa de Deus aqueles dispostos a sacrificar a vida terrena pela futura, porque a quem combater pela causa de Deus, quer sucumba, quer vença, concederemos magnífica recompensa.”
Corão (4:76) – “Os fiéis combatem pela causa de Deus; os incrédulos, ao contrário, combatem pela do sedutor. Combatei, pois, os aliados de Satanás, porque a angústia de Satanás é débil.”
Corão (4:89) – “Anseiam (os hipócritas) que renegueis, como renegaram eles, para que sejais todos iguais. Não tomeis a nenhum deles por confidente, até que tenham migrado pela causa de Deus. Porém, se se rebelarem, capturai-os então, matai-os, onde quer que os acheis, e não tomeis a nenhum deles por confidente nem por socorredor.”
Corão (8:39) – “Combatei-os até terminar a intriga, e prevalecer totalmente a religião de Deus. Porém, se se retratarem, saibam que Deus bem vê tudo o quanto fazem.”
Corão (8:57) – “Se os dominardes na guerra, dispersai-os, juntamente com aqueles que os seguem, para que meditem.”
Estas são as palavras do Corão. Se alguém quiser entender uma religião tem que ir aos textos originais. Estes mostram a verdade das coisas. Agora cada um tire as suas próprias conclusões.
Taylor Marshall
Fonte:http://senzapagare.blogspot.com/2019/02/o-islao-e-uma-religiao-de-paz.html?

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

O FALSO PAPA FRANCISCO LANÇA A RELIGIÃO MUNDIAL, A QUAL TERÁ O ANTICRISTO COMO CHEFE. NIVELA DEUS À ALÁ E BUDA E DEIXA CRISTO COMPLETAMENTE DE FORA. NOVAMENTE A BESTA DO APOC. 13,5 PROFERE BLASFÊMIAS E ARROGÂNCIAS CONTRA DEUS.



Um pacto histórico inter-religioso foi assinado no Oriente Médio na segunda-feira, e a grande mídia nos Estados Unidos tem estado quase completamente em silêncio sobre isso.
O xeque Ahmed al-Tayeb é considerado o imã mais importante do islamismo sunita, e chegou à cerimônia de assinatura em Abu Dhabi com o papa Francisco “de mãos dadas em um símbolo de fraternidade inter-religiosa”. Mas isso não foi apenas uma cerimônia para católicos e muçulmanos. De acordo com uma fonte de notícias britânica, a assinatura deste pacto foi feita "em frente a uma audiência global de líderes religiosos do cristianismo, islamismo, judaísmo e outras religiões" ...
O papa e o grande imame de al-Azhar assinaram uma declaração histórica de fraternidade, pedindo a paz entre nações, religiões e raças, em frente a uma audiência global de líderes religiosos do cristianismo, islamismo, judaísmo e outras religiões.
O papa Francisco, líder dos católicos do mundo, e o xeque Ahmed al-Tayeb, chefe do mais prestigiado cargo de aprendizado do islamismo sunita, chegaram à cerimônia em Abu Dhabi de mãos dadas em um símbolo de fraternidade inter-religiosa.
Em outras palavras, houve um esforço conjunto para garantir que todas as religiões do mundo estivessem representadas nesse encontro.
De acordo com o site oficial do Vaticano, uma enorme quantidade de preparação foi para a elaboração deste documento, e incentiva os crentes de todas as religiões a “apertarem as mãos, abraçarem-se, beijarem-se uns aos outros e até orarem” uns com os outros…
O documento, assinado pelo Papa Francisco e pelo Grande Imame de al-Azhar, Ahmed el-Tayeb, foi preparado “com muita reflexão e oração”, disse o Papa. O único grande perigo neste momento, continuou ele, é “destruição, guerra, ódio entre nós”. “Se nós, crentes, não formos capazes de apertar as mãos, nos abraçarmos, nos beijarmos e até orarmos, nossa fé será derrotada. ", ele disse. O Papa explicou que o documento “nasce da fé em Deus, que é o Pai de todos e o Pai da paz; condena toda a destruição, todo o terrorismo, desde o primeiro terrorismo da história, o de Caim.
Há muita linguagem sobre a paz neste documento, mas vai muito além de apenas advogar pela paz.
Uma e outra vez, a palavra "Deus" é usada para identificar simultaneamente Allah e o Deus do Cristianismo. Aqui está apenas um exemplo ...
Nós, que acreditamos em Deus e no encontro final com Ele e Seu julgamento, com base em nossa responsabilidade religiosa e moral, e através deste Documento, chamamos a nós mesmos, sobre os líderes do mundo, bem como os arquitetos da política internacional. e a economia mundial, para trabalhar tenazmente para disseminar a cultura da tolerância e de viver juntos em paz; intervir na primeira oportunidade para parar o derramamento de sangue inocente e pôr fim às guerras, conflitos, decadência ambiental e ao declínio moral e cultural que o mundo está experimentando atualmente.
Além disso, o documento também declara corajosamente que “a diversidade de religiões” que vemos no mundo foi “desejada por Deus” ...
A liberdade é um direito de toda pessoa: cada indivíduo desfruta da liberdade de crença, pensamento, expressão e ação. O pluralismo e a diversidade de religiões, cor, sexo, raça e linguagem são determinados por Deus em Sua sabedoria, através da qual Ele criou os seres humanos. Esta sabedoria divina é a fonte da qual deriva o direito à liberdade de crença e a liberdade de ser diferente. Portanto, o fato de as pessoas serem obrigadas a aderir a uma determinada religião ou cultura deve ser rejeitado, assim como a imposição de um modo de vida cultural que os outros não aceitam;
Em essência, isso está dizendo que é a vontade de Deus que existam centenas de religiões diferentes no mundo e que elas sejam todas aceitáveis ​​à Sua vista.
Sabemos que a elite quer uma religião mundial, mas ver os clérigos mais importantes, tanto do catolicismo quanto do islamismo, fazer um esforço público tão dramático para isso é absolutamente impressionante.
Você pode encontrar o texto completo do convênio que eles assinaram no site oficial do Vaticano. Eu também reproduzi o documento inteiro abaixo ...
* * *
INTRODUÇÃO
A fé leva um crente a ver no outro um irmão ou irmã a ser apoiado e amado. Pela fé em Deus, que criou o universo, criaturas e todos os seres humanos (iguais por sua misericórdia), os crentes são chamados a expressar essa fraternidade humana salvaguardando a criação e o universo inteiro e apoiando todas as pessoas, especialmente as mais pobres e mais necessitado.
Este valor transcendental serviu como ponto de partida para várias reuniões caracterizadas por um ambiente amistoso e fraterno, onde compartilhamos as alegrias, tristezas e problemas do nosso mundo contemporâneo. Fizemos isso considerando o progresso científico e técnico, as conquistas terapêuticas, a era digital, os meios de comunicação de massa e as comunicações. Também refletimos sobre o nível de pobreza, conflito e sofrimento de tantos irmãos e irmãs em diferentes partes do mundo como conseqüência da corrida armamentista, injustiça social, corrupção, desigualdade, declínio moral, terrorismo, discriminação, extremismo e muitos outros. causas.
De nossas fraternas e abertas discussões e do encontro que expressou profunda esperança em um futuro brilhante para todos os seres humanos, concebeu-se a idéia deste Documento sobre a Fraternidade Humana. É um texto que foi dado pensamento honesto e sério, de modo a ser uma declaração conjunta de boas e sinceras aspirações. É um documento que convida todas as pessoas que têm fé em Deus e fé na fraternidade humana a se unirem e trabalharem juntas para que sirvam de guia para as futuras gerações, a fim de promover uma cultura de respeito mútuo na consciência da grande graça divina. faz todos os seres humanos irmãos e irmãs.
DOCUMENTO
Em nome de Deus que criou todos os seres humanos iguais em direitos, deveres e dignidade, e que os chamou a viver juntos como irmãos e irmãs, para encher a terra e dar a conhecer os valores da bondade, amor e paz;
Em nome da vida humana inocente que Deus proibiu matar, afirmando que quem mata uma pessoa é como alguém que mata toda a humanidade, e quem salva uma pessoa é como alguém que salva toda a humanidade;
Em nome dos pobres, dos destituídos, dos marginalizados e dos mais necessitados, a quem Deus nos ordenou que ajudássemos como dever requerido de todas as pessoas, especialmente dos ricos e dos meios;
Em nome de órfãos, viúvas, refugiados e exilados de suas casas e seus países; em nome de todas as vítimas de guerras, perseguição e injustiça; em nome dos fracos, daqueles que vivem com medo, prisioneiros de guerra e torturados em qualquer parte do mundo, sem distinção;
Em nome de povos que perderam sua segurança, paz e a possibilidade de viverem juntos, tornando-se vítimas de destruição, calamidade e guerra;
Em nome da fraternidade humana que abrange todos os seres humanos, une-os e os torna iguais;
Em nome dessa fraternidade dilacerada por políticas de extremismo e divisão, por sistemas de lucro desenfreado ou por tendências ideológicas odiosas que manipulam as ações e o futuro de homens e mulheres;
Em nome da liberdade, que Deus deu a todos os seres humanos, criando-os livres e distinguindo-os por esse dom;
Em nome da justiça e da misericórdia, as fundações da prosperidade e a pedra angular da fé;
Em nome de todas as pessoas de boa vontade presentes em todas as partes do mundo;
Em nome de Deus e de tudo declarado até agora; Al-Azhar al-Sharif e os muçulmanos do Oriente e do Ocidente, juntamente com a Igreja Católica e os católicos do Oriente e do Ocidente, declaram a adoção de uma cultura de diálogo como o caminho; cooperação mútua como código de conduta; compreensão recíproca como método e padrão.
Nós, que acreditamos em Deus e no encontro final com Ele e Seu julgamento, com base em nossa responsabilidade religiosa e moral, e através deste Documento, chamamos a nós mesmos, sobre os líderes do mundo, bem como os arquitetos da política internacional. e a economia mundial, para trabalhar tenazmente para disseminar a cultura da tolerância e de viver juntos em paz; intervir na primeira oportunidade para parar o derramamento de sangue inocente e pôr fim às guerras, conflitos, decadência ambiental e ao declínio moral e cultural que o mundo está experimentando atualmente.
Convocamos intelectuais, filósofos, figuras religiosas, artistas, profissionais da mídia e homens e mulheres de cultura em todas as partes do mundo a redescobrir os valores da paz, justiça, bondade, beleza, fraternidade humana e coexistência, a fim de confirmar a importância. desses valores como âncoras de salvação para todos e para promovê-los em todos os lugares.
Esta Declaração, partindo de uma profunda consideração de nossa realidade contemporânea, valorizando seus êxitos e solidária com seus sofrimentos, desastres e calamidades, acredita firmemente que entre as causas mais importantes das crises do mundo moderno está uma consciência humana dessensibilizada, distanciamento dos valores religiosos e um individualismo prevalecente acompanhado de filosofias materialistas que deificam a pessoa humana e introduzem valores materiais e mundanos em lugar de princípios supremos e transcendentais.
Embora reconhecendo os passos positivos dados pela nossa civilização moderna nos campos da ciência, tecnologia, medicina, indústria e bem-estar, especialmente nos países desenvolvidos, desejamos enfatizar que, associados a tais avanços históricos, grandes e valorizados, existem tanto uma deterioração moral que influencia a ação internacional quanto um enfraquecimento dos valores e responsabilidades espirituais. Tudo isso contribui para um sentimento geral de frustração, isolamento e desespero, levando muitos a cair em um vórtice de extremismo ateístico, agnóstico ou religioso, ou em extremismo cego e fanático, que acaba por encorajar formas de dependência e autodestruição individual ou coletiva.
A história mostra que o extremismo religioso, o extremismo nacional e também a intolerância produziram no mundo, seja no Oriente ou no Ocidente, o que pode ser referido como sinais de uma “terceira guerra mundial sendo travada aos poucos”. Em várias partes do mundo e em muitas circunstâncias trágicas, esses sinais começaram a ser dolorosamente aparentes, como naquelas situações em que o número exato de vítimas, viúvas e órfãos é desconhecido. Vemos, além disso, outras regiões se preparando para se tornarem teatros de novos conflitos, com surtos de tensão e construção de armas e munições, e tudo isso em um contexto global ofuscado pela incerteza, desilusão, medo do futuro e controle por interesses econômicos tacanhos.
Afirmamos igualmente que grandes crises políticas, situações de injustiça e falta de distribuição eqüitativa dos recursos naturais - das quais apenas uma minoria rica se beneficia, em detrimento da maioria dos povos da terra - geraram e continuam a gerar vastos número de pessoas pobres, enfermas e mortas. Isso leva a crises catastróficas das quais vários países foram vítimas, apesar de seus recursos naturais e da desenvoltura dos jovens que caracterizam essas nações. Diante de crises que resultam na morte de milhões de crianças - desperdiçadas da pobreza e da fome -, há um silêncio inaceitável no plano internacional.
É claro, neste contexto, como a família como núcleo fundamental da sociedade e da humanidade é essencial para trazer as crianças ao mundo, educando-as, educando-as e proporcionando-lhes sólida formação moral e segurança interna. Atacar a instituição da família, considerá-la com desprezo ou duvidar de seu importante papel, é um dos males mais ameaçadores de nossa época.
WAfirmamos também a importância de despertar a consciência religiosa e a necessidade de reavivar esta consciência nos corações das novas gerações, através de uma educação sólida e da adesão aos valores morais e aos ensinamentos religiosos íntegros. Desta forma, podemos enfrentar tendências que são individualistas, egoístas, conflitantes, e também abordar o radicalismo e o extremismo cego em todas as suas formas e expressões.
O primeiro e mais importante objetivo das religiões é acreditar em Deus, honrá-lo e convidar todos os homens e mulheres a acreditarem que esse universo depende de um Deus que o governa. Ele é o Criador que nos formou com Sua sabedoria divina e nos concedeu o dom da vida para protegê-lo. É um presente que ninguém tem o direito de tirar, ameaçar ou manipular para se adequar. De fato, todos devem salvaguardar esse dom da vida desde o começo até o seu fim natural. Portanto, condenamos todas as práticas que são uma ameaça à vida, como genocídio, atos de terrorismo, deslocamento forçado, tráfico de pessoas, aborto e eutanásia. Da mesma forma, condenamos as políticas que promovem essas práticas.
Além disso, declaramos resolutamente que as religiões nunca devem incitar a guerra, atitudes de ódio, hostilidade e extremismo, nem devem incitar à violência ou ao derramamento de sangue. Essas realidades trágicas são a consequência de um desvio dos ensinamentos religiosos. Elas resultam de uma manipulação política das religiões e de interpretações feitas por grupos religiosos que, no curso da história, tiraram proveito do poder do sentimento religioso nos corações de homens e mulheres para fazê-los agir de uma maneira que nada a ver com a verdade da religião. Isso é feito com o objetivo de alcançar objetivos políticos, econômicos, mundanos e míopes. Assim, pedimos a todos os interessados ​​que deixem de usar as religiões para incitar o ódio, a violência, o extremismo e o fanatismo cego, e que se abstenham de usar o nome de Deus para justificar atos de assassinato, exílio, terrorismo e opressão. Pedimos isso com base em nossa crença comum em Deus, que não criou homens e mulheres para serem mortos ou para lutar uns contra os outros, nem para serem torturados ou humilhados em suas vidas e circunstâncias. Deus, o Todo-Poderoso, não precisa ser defendido por ninguém e não quer que Seu nome seja usado para aterrorizar as pessoas.
Este Documento, de acordo com documentos internacionais anteriores que enfatizaram a importância do papel das religiões na construção da paz mundial, defende o seguinte:
- A firme convicção de que os ensinamentos autênticos das religiões nos convidam a permanecer enraizados nos valores da paz; defender os valores da compreensão mútua, da fraternidade humana e da convivência harmoniosa; restabelecer a sabedoria, a justiça e o amor; e para despertar a consciência religiosa entre os jovens para que as gerações futuras possam ser protegidas do reino do pensamento materialista e de políticas perigosas de ganância e indiferença desenfreadas baseadas na lei da força e não na força da lei;
- A liberdade é um direito de toda pessoa: cada indivíduo desfruta da liberdade de crença, pensamento, expressão e ação. O pluralismo e a diversidade de religiões, cor, sexo, raça e linguagem são determinados por Deus em Sua sabedoria, através da qual Ele criou os seres humanos. Esta sabedoria divina é a fonte da qual deriva o direito à liberdade de crença e a liberdade de ser diferente. Portanto, o fato de as pessoas serem obrigadas a aderir a uma determinada religião ou cultura deve ser rejeitado, assim como a imposição de um modo de vida cultural que os outros não aceitam;
- Justiça baseada na misericórdia é o caminho a seguir para alcançar uma vida digna à qual todo ser humano tem direito;
- O diálogo, a compreensão e a promoção generalizada de uma cultura de tolerância, aceitação dos outros e de convivência pacífica contribuiriam significativamente para reduzir muitos problemas económicos, sociais, políticos e ambientais que pesam tanto sobre uma grande parte da humanidade;
- O diálogo entre os crentes significa reunir-se no vasto espaço dos valores espirituais, humanos e sociais compartilhados e, a partir daqui, transmitir as mais altas virtudes morais que as religiões almejam. Isso também significa evitar discussões improdutivas;
- A proteção dos locais de culto - sinagogas, igrejas e mesquitas - é um dever garantido por religiões, valores humanos, leis e acordos internacionais. Toda tentativa de atacar locais de culto ou ameaçá-los por violentos ataques, bombas ou destruição, é um desvio dos ensinamentos das religiões, bem como uma clara violação do direito internacional;
- O terrorismo é deplorável e ameaça a segurança das pessoas, sejam elas no Oriente ou no Ocidente, do Norte ou do Sul, e dissemina o pânico, terror e pessimismo, mas isto não é devido à religião, mesmo quando terroristas instrumentalizá-la. Deve-se, antes, ao acúmulo de interpretações incorretas de textos religiosos e a políticas ligadas à fome, pobreza, injustiça, opressão e orgulho. É por isso que é tão necessário parar de apoiar os movimentos terroristas alimentados pelo financiamento, o fornecimento de armas e estratégia, e por tentativas de justificar esses movimentos, mesmo usando a mídia. Todos estes devem ser considerados crimes internacionais que ameaçam a segurança e a paz mundial. Tal terrorismo deve ser condenado em todas as suas formas e expressões;
- O conceito de cidadania é baseado na igualdade de direitos e deveres, sob os quais todos gozam de justiça. Portanto, é crucial estabelecer em nossas sociedades o conceito de cidadania plena e rejeitar o uso discriminatório do termo minorias, que gera sentimentos de isolamento e inferioridade. Seu mau uso prepara o caminho para hostilidade e discórdia; desfaz quaisquer sucessos e tira os direitos civis e religiosos de alguns cidadãos que são assim discriminados;
- Boas relações entre o Oriente e o Ocidente são indiscutivelmente necessárias para ambos. Eles não devem ser negligenciados, de modo que cada um possa ser enriquecido pela cultura do outro por meio de trocas e diálogos frutíferos. O Ocidente pode descobrir no Oriente remédios para aqueles males espirituais e religiosos que são causados ​​por um materialismo predominante. E o Oriente pode encontrar no Ocidente muitos elementos que podem ajudar a libertá-lo da fraqueza, divisão, conflito e declínio científico, técnico e cultural. É importante prestar atenção às diferenças religiosas, culturais e históricas que são um componente vital na formação do caráter, cultura e civilização do Oriente. É igualmente importante reforçar o vínculo dos direitos humanos fundamentais, a fim de ajudar a garantir uma vida digna para todos os homens e mulheres do Oriente e do Ocidente, evitando as políticas de duplo padrão;
- É um requisito essencial reconhecer o direito das mulheres à educação e ao emprego e reconhecer sua liberdade de exercer seus próprios direitos políticos. Além disso, devem ser feitos esforços para libertar as mulheres do condicionamento histórico e social que contraria os princípios de sua fé e dignidade. Também é necessário proteger as mulheres da exploração sexual e de serem tratadas como mercadorias ou objetos de prazer ou ganhos financeiros. Assim, um fim deve ser levado a todas as práticas desumanas e vulgares que denigram a dignidade das mulheres. Esforços devem ser feitos para modificar as leis que impedem as mulheres de desfrutar plenamente de seus direitos;
- A proteção dos direitos fundamentais das crianças para crescer em um ambiente familiar, para receber nutrição, educação e apoio, são deveres da família e da sociedade. Tais deveres devem ser garantidos e protegidos para que não sejam negligenciados ou negados a qualquer criança em qualquer parte do mundo. Todas as práticas que violam a dignidade e os direitos das crianças devem ser denunciadas. É igualmente importante estar vigilante contra os perigos a que estão expostos, particularmente no mundo digital, e considerar como crime o tráfico de sua inocência e todas as violações de sua juventude;
- A proteção dos direitos dos idosos, dos fracos, dos deficientes e dos oprimidos é uma obrigação religiosa e social que deve ser garantida e defendida através de legislação rigorosa e da implementação dos acordos internacionais relevantes.
Para este fim, por cooperação mútua, a Igreja Católica e Al-Azhar anunciam e prometem transmitir este Documento às autoridades, líderes influentes, pessoas de religião em todo o mundo, organizações regionais e internacionais apropriadas, organizações dentro da sociedade civil, instituições religiosas e principais pensadores. Comprometem-se ainda a dar a conhecer os princípios contidos nesta Declaração a todos os níveis regionais e internacionais, solicitando simultaneamente que estes princípios sejam traduzidos em políticas, decisões, textos legislativos, cursos de estudo e materiais a serem distribuídos.
Al-Azhar e a Igreja Católica pedem que este Documento se torne objeto de pesquisa e reflexão em todas as escolas, universidades e institutos de formação, ajudando assim a educar novas gerações para trazer bondade e paz a outros, e ser defensores de todos os direitos. dos oprimidos e dos nossos irmãos e irmãs.
Em conclusão, nossa aspiração é que:
esta Declaração pode constituir um convite à reconciliação e à fraternidade entre todos os crentes, de fato entre os crentes e não-crentes, e entre todas as pessoas de boa vontade;
esta Declaração pode ser um apelo a toda consciência correta que rejeita a violência deplorável e o extremismo cego; um apelo aos que valorizam os valores da tolerância e da fraternidade promovidos e encorajados pelas religiões;
esta Declaração pode ser uma testemunha da grandeza da fé em Deus que une corações divididos e eleva a alma humana;
Esta Declaração pode ser um sinal da proximidade entre o Oriente e o Ocidente, entre o Norte e o Sul e entre todos os que acreditam que Deus nos criou para nos entendermos uns aos outros, cooperar uns com os outros e viver como irmãos e irmãs que se amam.
É isso que esperamos e buscamos alcançar com o objetivo de encontrar uma paz universal que todos possam desfrutar nesta vida.
Abu Dhabi, 4 de fevereiro de 2019
https://www.zerohedge.com

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

PAPA FRANCISCO DÁ UM GRANDE PASSO PARA UNIR RELIGIÕES PARA ENTREGA-LÁS AO ANTICRISTO

URGENTE: Francisco sela em Abu Dhabi o "DOCUMENTO DA FRATERNIDADE HUMANA"

Francisco e o Grande Imã de Al-Azhar selam um pacto pela "fraternidade" e "unidade" de toda "a família humana", e convidam TODAS AS RELIGIÕES a se unirem sob este documento.

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Beijo entre Francisco e o grande Imã de al-Azhar Sheikh Ahmed al-Tayeb
Por adoracionyliberacion / Vicente Montesinos

Francisco e o Grande Imã Ahmed al Tayyeb, principal líder religioso islâmico, assinaram hoje, segunda-feira, 4 de fevereiro, em Abu Dhabi, o documento da "Irmandade Humana".
Tudo isso em uma cerimônia celebrada ante o monumento ao fundador do país, que há inaugurado o emir de Dubai e vice-presidente dos Emirados, Mohammed bin Rashid Al Maktoum, que anunciou a criação do Prêmio da Fraternidade Humana e sua concessão ex-equus ao Papa e ao Grande Imã da Universidade de Al-Azhar, Ahmed al Tayyeb.
O documento, que afirma que é muçulmano e cristão ao mesmo tempo, pede "em nome de Deus" que se lute contra o "extremismo religioso e nacional".
No documento promovido por Francisco, o termo religião é deslocado como sendo a base dos direitos e deveres do povo, que passam a ser baseados na "cidadania do mundo".
O porta-voz do Papa, Alessandro Gisotti, disse que este documento "representa um passo de grande importância no diálogo entre cristãos e muçulmanos, e é um poderoso sinal de paz e esperança para o futuro da humanidade".
Bergoglio se dirigiu ao público em árabe no início de seu discurso, que reuniu 700 líderes de quase todos os credos, e disse que todas as religiões por igual têm que construir pontes entre povos e culturas.
Francisco afirmou ter ido para os Emirados "como um crente sedento de paz, como um irmão que busca a paz com os irmãos".
Bergoglio disse que Deus quer que vivamos como irmãos e irmãs, vivendo na casa comum da criação que ele nos deu. "Todos são igualmente valiosos aos olhos de Deus", disse ele.
Em seu discurso a judeus, cristãos, islâmicos e membros de muitas religiões asiáticas, Bergoglio insistiu que "todos os credos são chamados para superar a distância entre amigos e inimigos, para assumir a perspectiva do Céu, que envolve homens sem privilégios ou discriminação ".
Francisco elogiou os Emirados pelo modo como este país "tolera e garante a liberdade de culto, opondo-se ao extremismo e ao ódio" e monitorando "para que a religião não seja manipulada" a serviço da violência e do terrorismo.
Fonte: https://adoracionyliberacion.com/2019/02/04/fraternidad-papa-gran-iman/

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

O FALSO PAPA FRANCISCO CONTINUA O SEU TRABALHO DE DESTRUIÇÃO DA IGREJA CATÓLICA, E PREPARA A CHEGADO DO ANTICRISTO, UNINDO RELIGIÕES. JESUS NUNCA QUIS UMA PLURALIDADE DE RELIGIÕES, POIS FUNDOU APENAS UMA IGREJA. VEJA TRÊS ERROS DELE COM OS ÁRABES:



https://pbs.twimg.com/media/Dylql5fWsAYPbqS.jpg

- "Eu venho como irmão" (Se você é Papa, você vem como o Papa).
- "Devemos entrar juntos na Arca da Fraternidade" (a Arca de Deus é a Igreja).
- "Deus quis ... uma pluralidade de religiões" (Cristo fundou Uma Igreja para a Salvação de toda a humanidade).
Fonte: Laurence England‏ @TheCrushedBones
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- Francisco participou nesta segunda-feira (4) de um encontro internacional inter-religioso nos Emirados Árabes Unidos.
"Estou aqui como um irmão": esta declaração do papa foi reproduzida por toda a imprensa dos Emirados.

Trechos do discurso do Papa:
-Por isso, «quanto ao futuro do diálogo inter-religioso, a primeira coisa que devemos fazer é rezar. E rezar uns pelos outros: somos irmãos! Sem o Senhor, nada é possível; com Ele, tudo se torna possível! Possa a nossa oração – cada um segundo a sua tradição – aderir plenamente à vontade de Deus, o Qual deseja que todos os homens se reconheçam irmãos e vivam como tais, formando a grande família humana na harmonia das diversidades».[6]
-Segundo a narração bíblica, para preservar a humanidade da destruição, Deus pede a Noé para entrar na arca com a sua família. Hoje também nós, em nome de Deus, para salvaguardar a paz, precisamos de entrar juntos, como uma única família, numa arca que possa sulcar os mares tempestuosos do mundo: a arca da fraternidade.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Papa Francisco diz que cachorros vão para o céu e cria polêmica com teólogos


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RICK GLADSTONE DO "NEW YORK TIMES"
O papa Francisco deu esperança aos gays, aos casais não casados e aos defensores da teoria do Big Bang. Agora, ganhou o carinho dos donos de cachorros, dos defensores dos direitos dos animais e dos vegans.
Ao tentar consolar um garotinho triste pela morte de seu cachorro, Francisco disse em recente aparição pública na Praça de São Pedro que "o paraíso está aberto a todas as criaturas do Senhor".
Embora não esteja claro se as declarações do papa ajudaram a confortar o menino, elas foram bem recebidas por organizações como a Humane Society e a People for the Ethic Treatment of Animals (PETA), que as viram como repúdio da teologia católica conservadora segundo a qual animais não podem ir para o céu porque não têm alma.
"Minha caixa de e-mails lotou", diz Christine Gutleben, diretora sênior de contato com religiões da Humane Society, a maior organização de proteção aos animais nos Estados Unidos. "Quase imediatamente, todo mundo começou a falar no assunto".
Charles Camosy, escritor e professor de ética cristã na Universidade Fordham, disse que era difícil saber com precisão o que Francisco havia pretendido dizer, porque ele falou "em linguagem pastoral, e não de forma a ser dissecada pelos acadêmicos".
Mas perguntado se a declaração havia causado novo debate sobre os animais terem ou não almas, sofrerem e poderem ir para o céu, Camosy respondeu: "Em duas palavras: com certeza".
Em seu mandato relativamente curto como líder do mais de um bilhão de católicos romanos do planeta, depois de substituir Bento 16, Francisco, 77, vem causando repetidos incômodos aos conservadores da Igreja.
Sugeriu posições mais lenientes que as de seu predecessor quanto a questões como a homossexualidade, os filhos nascidos fora do casamento, casais que coabitam sem casar e a teoria da evolução.
Assim, em alguma medida não foi surpresa que Francisco, um jesuíta argentino que escolheu seu nome pontifical em homenagem a São Francisco de Assis, o santo padroeiro dos animais, viesse a sugerir a uma criança entristecida que seu bichinho de estimação teria lugar no além.
Mencionando passagens bíblicas que não só afirmam que os animais vão para o céu mas se dão bem com os demais animais ao lá chegar, Francisco foi citado pela mídia italiana como tendo declarado que "um dia veremos nossos animais de novo na eternidade de Cristo. O Paraíso está aberto a todas as criaturas de Deus".
Teólogos acautelaram que Francisco falou casualmente, e não fez uma afirmação de doutrina.
O padre James Martin, jesuíta e editor sem pauta da revista católica norte-americana "America", diz acreditar que Francisco estivesse ao menos afirmando que "Deus ama e Cristo redime toda a criação", ainda que teólogos conservadores tenham declarado que o Paraíso não tem lugar para animais.
"Ele disse que o Paraíso está aberto a todas as criaturas", afirmou Martin. "Isso parece bastante claro para mim".
A questão de se animais têm ou não lugar no céu foi tema de debate muito emotivo ao longo de boa parte da história da Igreja. O papa Pio 9º, que comandou a Igreja de 1846 a 1878, um período mais longo do que o de qualquer outro pontífice, sustentava fortemente a doutrina de que cachorros e outros animais não têm consciência. Ele até tentou impedir a fundação de uma divisão italiana da Sociedade pela Prevenção da Crueldade contra os Animais.
O papa João Paulo 2º parece ter revertido a postura de Pio 9º, nos anos 90, ao proclamar que os animais têm almas e "estão tão perto de Deus quanto o homem". Mas o Vaticano não divulgou amplamente essa declaração, talvez por ela contradizer diretamente a posição de Pio 9º, o primeiro pontífice a declarar a doutrina da infalibilidade papal, em 1854.
O sucessor de João Paulo 2º, Bento 16, pareceu rejeitar enfaticamente essa visão em um sermão de 2008 no qual afirmou que quando um animal morre, "isso significa o fim de sua existência na terra".
Gutleben disse que a aparente reversão por Francisco da declaração de Bento poderia ter enormes consequências. "Se o papa quis dizer que todos os animais vão para o céu, a implicação é a de que os animais têm alma", ela afirmou. "Se isso é verdade, então deveríamos começar a refletir seriamente sobre como os tratamos. Precisamos admitir que eles são seres conscientes, e que significam algo para Deus".
Sarah Withrow King, diretora de contato com organizações cristãs da PETA, uma das mais ativistas entre as organizações que combatem o abate de animais, disse que as declarações do papa confirmavam o retrato bíblico do paraíso como lugar pacífico e amoroso, e poderia influenciar os hábitos alimentares, afastando os católicos do consumo de carne - algo que ela diz já vir acontecendo, de qualquer forma.
"É um mundo vegan, de vida triunfando sobre a morte e paz entre as espécies", ela afirmou. "Não sou historiadores do catolicismo, mas o lema da PETA é que os animais não são nossa propriedade, e os cristãos concordam. Os animais não são nossos; eles pertencem a Deus".
Determinar se as declarações do papa se provarão uma razão nova e persuasiva para que as pessoas abandonem o consumo da carne, um desdobramento potencialmente preocupante para as bilionárias indústrias da carne bovina, suína e de aves, e de frutos do mar, é algo que não há como responder agora. Mas elas certamente provocaram discussão.
"Como no caso de diversas outras coisas que o papa Francisco disse, seus recentes comentários sobre todos os animais irem para o céu foram mal compreendidos", disse Dave Warner, porta-voz do Conselho Nacional dos Produtores de Carne Suína dos Estados Unidos, em e-mail. "Eles certamente não significam que abater animais e comê-los seja pecado".
Warner citou trechos do Gênese, que afirmam que foi dado ao homem "domínio sobre os peixes do ar e as aves dos céus e sobre todas as coisas vivas que caminham na terra".
"Embora o termo 'domínio' signifique uso para o benefício do homem, também requer cuidado - tratamento humano e alimentação -, algo que todos os criadores de animais praticam a cada dia de cada ano", afirmou Warner.
Martin disse não acreditar que as declarações do papa possam ser entendidas como comentário sobre o vegetarianismo. Mas, disse, "ele está nos lembrando de que toda criação é sagrada e que, na opinião dele, o Paraíso está aberto a todas as criaturas; francamente, concordo com ele".
Laura Hobgood-Oster, professora de religião e estudos ambientais na Universidade Southwestern, em Georgetown, Texas, e especialista na história da interação entre homens e cachorros, disse acreditar que haveria reação dos religiosos conservadores, mas que isso demoraria.
"Historicamente, a Igreja Católica jamais foi clara sobre essa questão, porque ela implicaria tantas outras questões", disse Hobgood-Oster. "Meu Deus, para onde vão os mosquitos?"
Tradução de PAULO MIGLIACCI
Fonte:https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2014/12/1561466-papa-diz-que-cachorros-vao-para-o-ceu-e-cria-polemica-com-teologos.shtml