Seria o Papa Francisco a Besta Vestida Como um Cordeiro do Apocalipse 13, Aquele que Veio para Dar Apoio ao Anticristo? Estamos Vivendo o Fim dos Tempos do Apocalipse?
Papa Francisco, Falso Profeta?
É difícil encontrar quem não goste do Papa Francisco. Ele é bonachão, gente boa, humilde, amigo dos pobres, não gosta de riquezas e opulências, não implica com os homossexuais e nem com os abortistas. Dizem até que ele vai andar de fusca, e como se pode ver na foto acima, gosta de coisas simples. Maravilha, não é mesmo?
E se eu lhe disser que o Papa Francisco veio para destruir a igreja católica e blasfemar contra Cristo, você acreditaria? É verdade, e é como católico que eu lhe digo isso.
Francisco é o representante da maçonaria infiltrada na igreja, que finalmente conseguiu eleger o seu papa. É duro dizer, mas o demônio chegou ao papado. Ele é a besta do Apocalipse 13-11 ”que se veste como um cordeiro (símbolo de Cristo), mas fala como um dragão” (blasfema contra Deus).
Você lembra o que Paulo VI disse? “A fumaça de satanás de infiltrou na igreja”. E agora chegou ao seu vértice.
João Paulo I foi assassinado com apenas trinta dias de pontificado, lembra? Tentaram matar João Paulo II logo no início de seu pontificado com um tiro à queima roupa, lembra? E Bento XVI, coitado, foi tão perseguido que acabou tendo que renunciar, como se fosse um incompetente. Escândalos e mais escândalos estouraram em seu pontificado. Até seus documentos pessoais foram roubados, para poder chantageá-lo.
E agora com Francisco não existem mais escândalos sexuais nem financeiros. A mídia, controlada pela maçonaria o está endeusando, fazendo dele um ídolo, um líder inovador, um mito. Reis, rainhas e governantes têm vindo beijar o seu anel, em reverência a “sua santidade”. Que mudança brusca, não é mesmo?
Mas o que deseja Francisco? É simples: a luta entre Deus e o diabo continua. Como o diabo sabe que nada pode contra Deus, passar um tempinho sentado na cadeira de Pedro já está bom, pois de lá ele pode “abrir a boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar o seu nome, o seu tabernáculo e os habitantes do céu” (Apoc. 13-6).
Outra missão de Francisco é facilitar o surgimento do anticristo, pois ele trabalha segundo as ordens deste, pois está sob sua vigilância, como vemos em Apocalipse 13-12. Foi primeiro preciso “ferir o pastor” (Zacarias 13,7), ou seja tirar Bento XVI, para que as ovelhas fossem dispersas (os fies). A partir de agora haverá uma grande confusão e divisão dentro da igreja católica e no mundo todo, e no meio desta confusão surge o anticristo apoiado por Francisco, que aliás já declarou que o microchip (marca da besta) é benéfico para a humanidade, não existindo na Bíblia nada que impeça o seu uso (será que Francisco já leu o Apocalipse alguma vez?)
Outra missão suja de Francisco: promover o aborto e o homossexualismo no mundo. Estes dois pecados são abominações e dão poder à satanás. É por isso que tem dinheiro à vontade para promover parada gay no mundo todo e para praticar o aborto. No Brasil o próprio governo paga o médico para a mulher que queira abortar. Recentemente Francisco afirmou que os católicos são “obcecados” com o aborto e o homossexualismo. Sublimarmente ele disse: “esqueçam aborto e homossexualismo”. Aliás, quando esteve no Brasil Francisco não fez nada para evitar o aborto, cuja lei já estava pronta, e que agora foi assinada por Dilma.
Francisco está usando mensagens sublimares, para blasfemar contra a igreja, para ser mais claro, para avacalhar mesmo com ela.
Quando perguntado pela repórter o que achava do lobby gay dentro do vaticano, Francisco respondeu: “ser gay não tem problema”. E deu uma grande pausa. E depois continuou: “o problema é o lobby gay”.
A mensagem sublimarmente passada: o homossexualismo está liberado. Resultado: explosão do homossexualismo no mundo, tendo sido Francisco eleito o “homem do ano”, pela maior revista gay dos estados unidos. Eu já vi, na missa, vários casais gays se acariciando como se fosse a coisa mais normal do mundo. E ninguém pode falar nada, pois Francisco liberou, mesmo que sublimarmente.
Mas o pior de tudo é que Francisco está atentando contra o sacrifício de Cristo na Cruz. A blasfêmia maior de todas é a de negar o culto devido só a Deus para dá-lo às criaturas e ao próprio satanás.
Cristo derramou seu sangue na cruz para nos salvar. Foi para pagar o pecado de Adão e nos reconduzir ao Pai que Cristo se sacrificou por nós.
Agora, Francisco está anulando o sacrifício de Cristo. Recentemente ele disse: “não é preciso converter ninguém. Ajude o pobre e vá embora”.
Esta afirmação pode parecer bonita e caridosa, porém, ela elimina o sacrifício de Cristo.
Ajudar o pobre, o menor abandonado, o doente, a viúva desamparada e todos aqueles que precisam, é uma conseqüência do amor à Deus. Se amo à Deus, também amo ao meu próximo, e consequentemente o ajudo naquilo que ele precisa. Enquanto esteve na terra, Cristo ajudou intensamente os necessitados. Ajudar ao próximo é uma excelente atitude, que vai ajudar no nosso julgamento diante do Pai, pois “seremos julgados pelas nossas obras” (Rom 2-6).
Mas veja bem, o que salva não é a caridade. Jesus quando enviou os doze apóstolos disse: “Ide ao mundo e pregai o evangelho à toda criatura da terra. Aquele que crer e for batizado, será salvo, mas quem não crer será condenado” (Marcos 16-16).
Cuidado, você pode passar a vida toda fazendo caridade e ir para o inferno.
E é isso que o papa Francisco quer, lhe levar para o inferno. Ele quer tirar Cristo do centro e colocar os pobres, mas pobre não salva ninguém, quem salva é Cristo.
Outra armação pesada de Francisco: “todas as religiões levam a Deus”. Parece bonito não é mesmo? Assim sendo, você pode ir na macumba, que lá você irá encontrar a Deus também.
Mas pense nisto: só Cristo morreu na cruz, logo, o caminho para o céu, é somente através dele. Você já viu algum Buda crucificado? Maomé foi pra cruz? E Alan Kardec, passou por lá? Veja o que disse o próprio Jesus: Eu sou o caminho, a verdade e a vida;ninguém vem ao Pai senão por mim (João 14,6).
Repetindo o que disse Jesus:” Ninguém vem ao pai senão por mim”.
Cuidado: quando Francisco anunciar a criação da igreja ecumênica mundial, unindo todas as religiões, não caia na lábia dele. O que ele quer é lhe afastar de Cristo e levá-lo à Satanás.
Aqui novamente Francisco está querendo lhe levar para o inferno. Siga um caminho diferente ao de Cristo e você vai ver onde vai parar.
Aliás, recentemente Francisco disse que o inferno não existe mais. O que ele quer, é que você não creia mais na existência do inferno, para lhe mandar para lá.
“Roma perderá a fé, e converter-se-á na sede do anticristo". Sabe quem disse isto? Parece coisa de fanático, não é mesmo? Mas esta afirmação é de Maria, mãe de Jesus e nossa, em La salette, França em 1846, aparição reconhecida pela igreja. Veja a mensagem completa (http://www.rainhamaria.com.br/Pagina/366/Os-Segredos-de-La-Salette), você vai se surpreender.
Na verdade, a partir de La Salette, Maria antecipou o que iria acontecer no mundo. Em Fátima, Portugal, em 1917, Maria disse que o demônio se infiltraria até o vértice na igreja, além de ter previsto o fim da primeira guerra, a expansão do comunismo e o início da segunda guerra. Acredita-se que o fato do demônio ter chegado ao papado, faça parte do terceiro segredo de Fátima, que na verdade não foi divulgado.
Em Akita, Japão em 1973 Nossa Senhora disse: "O Diabo se infiltrará até mesmo na Igreja de tal um modo que haverá cardeais contra cardeais, e bispos contra bispos. Serão desprezados os padres que me veneram e terão opositores em todos os lugares. Haverá vandalismo nas Igrejas e altares. A Igreja estará cercada de asseclas do demônio que conduzirá muitos padres a lhe consagrar a alma e abandonar o serviço do Senhor".
Eu já vi dois padres, em uma emissora católica, em rede nacional, incentivar o casamento civil gay, e ainda citam as encíclicas do papa Francisco para justificar tal abominação. O que os padres não dizem, é que os afeminados vão para o inferno, pois “não vos enganeis: nem os impuros, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os devassos, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os difamadores, nem os assaltantes hão de possuir o Reino de Deus” (1Cor 6, 9-10), e também Apoc 21.8: Os tíbios, os infiéis, os depravados, os homicidas, os impuros, os maléficos, os idólatras e todos os mentirosos terão como quinhão o tanque ardente de fogo e enxofre, a segunda morte. Se você ler as mensagens marianas como La Salette, Akita, Fátima, Lourdes e outras, vai se surpreender com o que Maria tem dito. O problema é que Deus e sua mãe foram esquecidos por esta geração.
Assim sendo, o aviso foi dado. Muita coisa ainda vai acontecer daqui para frente. Fique atento pois Cristo realmente está voltando para instalar seu definitivo reino de amor. Não fique de fora.
Movimento de Resistência Católica Viva Bento XVI
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segunda-feira, 18 de maio de 2015
PAPA FRANCISCO, O NÚNCIO E O TIRANO
Em um dos mais significativos lances simbólicos da “ostpolitik” vaticana em favor do comunismo cubano, o pontífice Francisco recebeu o tirano Raúl Castro e, em meio a sorrisos e amabilidades mútuas, estreitou largamente suas mãos ensanguentadas, chegando a pedir ao líder comunista que rezasse por ele. É uma cena arrepiante e estarrecedora, diante de Deus e da História, marcará de maneira indelével o atual pontificado.
Armando Valladares(*) “Como já lhes disse aos dirigentes cubanos, eu leio todos os discursos do Papa e sobretudo os comentários que ele faz. E se o Papa segue falando assim, começarei a rezar e retornarei à Igreja. E não o digo em brincadeira (Página 12, Buenos Aires, 11/05/2015). Foram estas as frases pronunciadas pelo ditador que mais chamaram a atenção. Para não deixar dúvidas sobre a continuidade de seu real pensamento, o tirano reafirmou sua condição de “comunista, do Partido Comunista de Cuba” (Rádio Havana, Cuba, 10/05/2015). Cinicamente, recordou que os católicos cubanos podem pertencer ao Partido Comunista de Cuba, como se na realidade não fossem posições doutrinárias contraditórias e excludentes. E deixou escapar que havia conversado há pouco tempo com o tristemente celebre Frei Betto, um dos líderes da Teologia da Libertação, amigo pessoal de Fidel Castro e autor do livro “Fidel e a Religião”" (Vatican Insider, Roma, 10/05/2015). A alusão a Frei Betto, feita talvez inadvertidamente por Raúl Castro, é importante para conhecer o pano de fundo das declarações, em Roma, do atual tirano. Frei Betto explicou a Fidel Castro, segundo narra o mencionado livro-entrevista, que a melhor tática com os católicos não era persegui-los e fazê-los mártires, mas integrá-los à revolução comunista em torno a metas supostamente comuns a católicos e a comunistas. Fidel já o intuía. Em discurso na Universidade de Havana, já havia traçado essa maquiavélica retificação: “Não cairemos no erro histórico de semear o caminho com mártires cristãos, pois bem sabemos que foi precisamente o martírio que deu força à Igreja. Nós faremos apóstatas, milhares de apóstatas” ( cf. Juan Clark, “Cuba: mito e realidade”, Edições Saeta, Miami-Caracas, 1ª. ed. 1990, páginas 358 e 658). Para por em prática essa retificação estratégica, com a finalidade de fazer apóstatas, se chegou a reformar a própria Constituição comunista para permitir o acesso dos católicos ao Partido Comunista, através do enganoso artigo 54, que assegura o “direito” de “professar” e“praticar” “qualquer crença religiosa” contanto que se faça “dentro do respeito à lei” … comunista. Dessa maneira, a Constituição abria as portas do partido aos católicos revolucionários, que em Cuba chegaram a elaborar uma “teologia da colaboração”. O sacerdote René David, professor de Teologia no Seminário de Havana, no documento “Por uma teologia e uma pastoral da reconciliação em Cuba” fez um chamado à uma“reconciliação entre catolicismo e comunismo” esclarecendo que este último “deve ser considerado como uma ideologia na qual o ateísmo de modo algum é substancial, mas constitui um acidente” (Revista “Chrétiens de l’Est, Nº. 51, 3º Tr. 1986, supl. nº.11, pag. 33). É na perspectiva desse longo processo de convergência comuno-católica que se entende que um líder comunista como Raúl Castro, sem deixar de ser comunista e perseguidor de cristãos autênticos, possa, ao mesmo tempo, chegar a “professar” uma “crença religiosa” que coincida com as metas do comunismo ou, pelo menos, que não se oponha a essa ideologia que é, em seu modo, uma religião satânica, de ódio a Deus e a seus mandamentos. Então, a condição que está presente nas frases de Raúl Castro acima citadas, para que se concretize sua alegada “conversão” (“… se o Papa segue falando assim…”), suscita o maior estremecimento. Implicitamente, Castro diz que afirmações de Francisco, que ele se encarrega de ler e de comentar com seus sequazes, estariam indo ao encontro dos objetivos comunistas ou, pelo menos, não entrariam em contradição com eles. Castro estaria eventualmente disposto a retornar à “Igreja” que se apresente diante de seus olhos, e segundo seu modo de ver, como diametralmente contrária à doutrina da Igreja que chegou a declarar que o comunismo é “satânico” e “intrinsecamente perverso” (Pio XI, encíclica Divini Redemptoris).
Sobre a real situação de pressão e miséria em Cuba, recordo, aqui, valentes declarações“politicamente incorretas”, do então núncio em Havana, monsenhor Bruno Musarò,pronunciadas no ano passado em sua região natal, e depois das quais, por coincidência ou não, foi retirado da nunciatura em Cuba e nomeado núncio no Egito: “O Estado controla tudo”, e “a única esperança é fugir da ilha”, explicou Musarò, descrevendo a situação de degradação, penúria e opressão dos cubanos; e concluiu dizendo que, inexplicavelmente, “até hoje, transcorrido mais de meio século, se continua falando da Revolução e a ela se exalta, enquanto as pessoas não têm trabalho e não sabem como fazer para dar de comer a seus próprios filhos” (Lecce News, 28/08/2014). Todos estes arrepiantes e estarrecedores fatos levantam as mais graves perguntas, não somente sobre o ditador Castro e seus sequazes, senão sobre as intenções de fundo da “ostpolitik” da diplomacia vaticana com relação ao comunismo cubano, seus objetivos e metas. Que se pretende? Até onde se vai? Onde se pretende chegar? Quais são as consequências, para a fé e a integridade da doutrina católica, dessas atitudes tão distintas do ensino tradicional da Igreja sobre o comunismo “satânico” e “intrinsecamente perverso”? Não é por acaso que durante a realização do lamentável Encontro Nacional Eclesial Cubano de 1986, no qual o Episcopado cubano passou do diálogo e da colaboração rumo a uma coincidência com o comunismo e suas próprias metas socioeconômicas, o então arcebispo de Santiago de Cuba, monsenhor Pedro Meurice, chegou a reconhecer: “Nos consideravam uma Igreja de mártires e agora nos dizem que somos uma Igreja de traidores “ (cf. “La voz Católica”, arquidiocese de Miami, 14 de março de 1986). - Sobre a “ostpolitik” vaticana em relação ao regime castrista, no desterro cubano foram escritos livros descrevendo passo a passo esse lamentável processo. Dois desses livros, “Duas décadas de aproximação comuno-católica na ilha-presídio do Caribe” e “Cuba comunista depois da visita papal” se podem baixar gratuitamente em formato PDF, a partir dos links que se encontram imediatamente após este artigo. Eu mesmo tive a obrigação de consciência de escrever dezenas de artigos sobre o tema, de uma maneira ao mesmo tempo firme, mas documentada e respeitosa, exercendo um direito que todo leigo católico tem, porque a igreja não é uma prisão para as consciências de seus filhos. Também, depois deste artigo, se incluem alguns links para webistes que têm publicado boa parte de meus artigos sobre essa lamentável “ostpolitik” vaticana em relação a Cuba comunista. O balanço do encontro de Francisco com o tirano é dramático para os cubanos que, dentro e fora da ilha, se opõem à ditadura castrista e anseiam pela liberdade de Cuba. O tirano Raúl Castro prometeu “converter-se” se continuasse vislumbrando coincidências, desde seu ponto de vista revolucionário, com discursos e comentários do pontífice Francisco.
Enquanto isso, no sentido diametralmente contrário, recordo com emoção que o motivo de conversão de centenas de presos políticos cubanos, entre os quais me incluo, foi ouvir na sinistra prisão de La Cabaña, no início da revolução comunista, as heroicas exclamações dos jovens católicos que no “paredón” morriam gritando “Viva Cristo Rey! Abaixo o comunismo!”.Isso aconteceu até que os comunistas, percebendo que o sangue dos mártires eram semente de novos cristãos, começaram a amordaçar os jovens que eram conduzidos ao “paredón”. É o que narro em meu livro de memórias de 22 anos de cárcere. Não foi em vão que o intitulei“Contra toda esperança”, recordando a frase cheia de fé de Abrahão, citada por São Paulo, e que não poderia ser mais atual para os cubanos amantes da liberdade: “Abrahão, havendo esperado contra toda esperança [...] não desfaleceu na Fé” (Epístola aos Romanos, 4-18 e 19). _____________________ (*) Armando Valladares, escritor, pintor e poeta, passou 22 anos nos cárceres políticos de Cuba. É autor do best-seller “Contra toda esperança”, no qual narra o horror das prisões castristas. Foi embaixador dos Estados Unidos ante a Comissão de Direitos Humanos da ONU sob as administrações Reagan e Bush. Recebeu a Medalha Presidencial do Cidadão e o Superior Award do Departamento de Estado. Escreveu inúmeros artigos sobre a colaboração eclesiástica com o comunismo cubano e sobre a “ostpolitik” vaticana em relação a Cuba. _______________________
Tradução para o português feita por Percival Puggina, escritor e membro da Academia Rio-Grandense de Letras.
Papa Francisco fazendo a vontade do demônio: Aborto e controle populacional
Wendy Wright
Comentário de Julio Severo:Um dos assessores do papa para questões de aquecimento global, inclusive a preparação da encíclica sobre meio-ambiente, foi Leonardo Boff, que é o principal líder da Teologia da Libertação no Brasil. O Papa Francisco consultou Boff, conforme noticiado pela imprensa, e o resultado é o Vaticano realizando uma conferência esquerdista, com a presença de grandes esquerdistas. Num comentário, Austin Ruse, diretor do C-FAM, disse: “O secretário-geral da ONU e Jeffrey Sachs da Universidade de Colúmbia passaram boa parte da década passada se opondo à Igreja Católica e promovendo o aborto e o controle populacional no mundo todo. Contudo, agora eles estão sendo festejados no Vaticano pelo papa e seus principais assessores porque eles também defendem um dos maiores embustes políticos de todos os tempos, a tão chamada ‘mudança climática.’ Que dia triste.” Eis a reportagem completa do C-Fam, uma importante organização católica pró-vida:
NOVA IORQUE, EUA, maio (C-Fam) Uma conferência do Vaticano para promover a próxima encíclica do Papa Francisco sobre meio-ambiente deu destaque e holofotes para defensores do aborto e controle populacional. Ao mesmo tempo, os críticos alertam que o alarmismo da mudança climática no final acaba prejudicando os pobres.
“Os pobres do mundo precisam desesperadamente de energia abundante, econômica e segura e Sachs e Ban querem privá-los disso,” disse Calvin Beisner, se referindo ao secretário-geral da ONU Ban Ki-moon e Jeffrey Sachs, diretor do Instituto Terra na Universidade de Colúmbia, ambos dos quais se reuniram com o papa e seus assessores na semana passada.
A presença de ambos homens como convidados do papa causou espanto. Ban Ki-moon é defensor do aborto na ONU, chegando ao ponto de promovê-lo em áreas de conflito em que o aborto é ilegal. Sachs defende o controle populacional e luta para que a “saúde reprodutiva” — usada para promover o aborto — seja incluída nas Metas de Desenvolvimento do Milênio.
“As políticas para combater o aquecimento global alarmista condenarão os pobres do mundo a mais gerações de miséria e morte precoce,” disse Beisner.
Beisner estava em Roma para dar uma opinião alternativa à visão dos que foram convidados à conferência do Vaticano. O autor do livro “Prospects for Growth: A Biblical View of Population, Resources, and the Future” (Perspectivas de Crescimento: Uma Visão Bíblica sobre População, Recursos e o Futuro) entregou uma Carta Aberta assinada por quase 150 cientistas, líderes religiosos e estrategistas políticos.
Combustíveis fósseis “geram energia para tirar bilhões dos preciosos filhos de Deus da pobreza” e “liberam do túmulo da terra o dióxido de carbono em que plantas e portanto todo o resto da vida dependem,” declara a carta. “De forma bela, isso revela a sabedoria e cuidado do Criador por toda a Sua criação — pessoas, animais, plantas e a própria terra.”
Cientistas e líderes religiosos na Conferência do Vaticano concordaram com uma declaração que mostrou um tom alarmista. Um participante que escreveu um artigo no site Slate chamou o evento de um “momento de Sermão da Montanha.”
“A mudança climática induzida pelos seres humanos é uma realidade científica, e sua mitigação decisiva é um imperativo moral e religioso para a humanidade,” declara a declaração.
Ban Ki-moon fez propaganda da encíclica do papa que será lançada em junho. “Ela transmitirá ao mundo que proteger nosso meio-ambiente é um imperativo moral urgente e um dever sagrado para todas as pessoas de fé e pessoas de consciência,” disse ele.
Ele exortou os líderes religiosos a fazerem mais para assegurar o sucesso para uma muito antecipada conferência da ONU sobre mudança climática neste dezembro — um processo que não conseguiu chegar a um acordo até agora.
“É criticamente importante que as pessoas e seus líderes ouçam sua forte voz moral nos próximos meses,” disse ele.
A declaração do Vaticano alerta que a conferência da ONU “poderá ser a última oportunidade eficaz de negociar acordos que manterão o aquecimento induzido pelos seres humanos abaixo 2 graus C” e pede uma “transformação mundial rápida para um mundo movido por energia renovável e outras energias de baixo teor de carbono.”
Numa conferência de imprensa Ban Ki-moon pediu aos países que levantassem 100 bilhões de dólares por ano para ajudar os países em desenvolvimento a passar para uma economia verde.
“Temos apenas poucos anos antes que a janela de oportunidade se feche para sempre,” ele disse.
Tom Harris da Coalizão de Ciência Climática disse: “O Papa Francisco precisa ter a coragem de ignorar o conselho politicamente correto, mas irresponsável, de seus assessores e simplesmente dizer a verdade.”
“O clima continuará a mudar, não importa o que façamos. Então vamos ajudar os pobres do mundo até onde temos condições dando-lhes eletricidade segura e econômica e parar de fingir que temos uma bola de cristal para prever futuras situações climáticas.”
Tradução: Julio Severo
Papa Francisco Inimigo de cristãos e judeus: Segurança de Israel em perigo com atitude do Vaticano reconhecendo a Palestina
E a decisão polêmica do Papa Francisco está até levando a alegações de que a Igreja Católica Romana será inimiga dos cristãos e do Estado de Israel durante esses tempos.
Joel Richardson, cineasta e escritor de livros na lista de best-sellers do jornal New York Times, criticou duramente a decisão do Vaticano como “um ato de ódio profundo ao povo judeu no mundo inteiro.”
Numa entrevista ao WND, o autor do livro “When a Jew Rules the World: What the Bible Really Says About Israel in the Plan of God” (Quando um Judeu Governar o Mundo: O que a Bíblia Realmente Diz sobre Israel no Plano de Deus), comentou: “Para os desinformados, que estão do lado de fora, reconhecer a ‘Palestina’ poderia parecer razoável. Certamente, o Deus do Céu ama o povo palestino tanto quanto o povo judeu. Mas não para os que têm uma compreensão melhor acerca das várias realidades de política, religião e segurança daquela região. Ninguém que esteja informado negará que o estabelecimento de um Estado palestino colocará em risco a segurança de milhões de judeus e árabes em Israel de um modo profundo.”
Richardson explicou que a situação israelense é semelhante a viver perto de uma família grande composta de muitas pessoas que abertamente declaram sua intenção de tirar de você sua propriedade e matar seus filhos.
“Devido à ameaça genuína que seus vizinhos representam para você e seus filhos, você se cuida para que eles não consigam obter as armas e estratégia necessárias para executar seus planos malignos. Agora imagine se o padre católico local, tudo no nome da ‘justiça,’ ‘compaixão’ e ‘igualdade,’ forçasse você a permitir que esses vizinhos tivessem suas próprias armas. Tal ato demonstraria ódio profundo para com você e sua família. Aliás, seria um ato de violência,” disse Richardson.
“Apoiar um Estado palestino sem exigir que primeiramente eles renunciem, de forma inequívoca, e se arrependam de seus planos contra o povo judeu é ser cúmplice da violência que vai acontecer,” ele disse. “Hoje a Igreja Católica cometeu um ato profundamente grave e repugnante contra o Deus a quem ela afirma representar.”
Carl Gallups, que é pastor, escritor e apresentador de programa de rádio, concorda que o impacto da decisão do Vaticano será catastrófico. Contudo, o autor do livro “Final Warning: Understanding the Trumpet Days of Revelation” (Aviso Final: Compreendendo os Dias de Trombetas do Apocalipse) diz que ele não está surpreso.
Gallups disse ao WND: “O que o Vaticano fez não deveria de fato ser um choque para o mundo, principalmente para o mundo cristão, pois esse papa tem feito declarações semelhantes em apoio da causa palestina. No entanto, até onde sei, esta é a primeira vez que ele pede explicitamente um Estado palestino. E isso é preocupante em termos proféticos e geopolíticos, pois estimulará a onda de antissemitismo que está varrendo o globo.
“É importante recordar que nunca houve um estado nacional naquela região, exceto Israel. Então, algum tipo de ‘nação palestina’ só vai ser usada para estimular esse fogo. Esse estímulo está sendo feito pelos esquerdistas e ímpios que são mobilizados por ódio a Israel e aos judeus. Embora eu seja evangélico, acho trágico que essa declaração esteja vindo do papa, que muitos acreditam deveria ser um defensor do Cristianismo. Mas esse papa é esquerdista, falando em termos teológicos e políticos,” disse ele.
Gallups diz que a postura de política externa do Vaticano pode estar pressagiando divisões profundas entre a Igreja Católica Romana e os evangélicos.
“Essa decisão dá credibilidade à teoria de muitos evangélicos de que a Igreja Católica foi predita em Apocalipse como a Meretriz e será entregue à apostasia,” disse ele. “É muito preocupante, mas não completamente chocante vindo desse papa e nesta época da história. De novo, estamos vivendo em tempos proféticos. Minha preocupação maior é que a decisão do Vaticano vai inflamar o antissemitismo, possivelmente até fazendo com que a ONU e os Estados Unidos peçam a formação de um Estado palestino específico. Eles poderão chamar Israel de ocupador, intruso e Estado terrorista. Não vejo nada de positivo vindo como resultado da atitude do Vaticano. Em termos estritamente políticos, queremos dizer: ‘O que é que este papa está pensando?’ Mas se pararmos por um minuto para pensar, veremos que é nisso que este papa sempre acreditou. Talvez, seja até o que ele sempre foi designado para fazer profeticamente.”
Tom Horn, comentarista principal no DVD “The Last Pope” (O Último Papa), produzido pelo WND, e um especialista em profecias com relação à Igreja Católica Romana, disse ao WND que a Igreja Católica sempre teve seus próprios planos para possuir Jerusalém e a Terra Santa.
Horn diz que o Vaticano nunca teve a intenção de que Jerusalém pertencesse a um país. Conforme descrito em seu livro “Petrus Romanus: The Final Pope Is Here” (Pedro Romano: O Papa Final Está Aqui), em coautoria com Cris Putnam, Horn alega: “O Vaticano pretensamente defende o caso dos palestinos e dos católicos que querem fazer peregrinação, mas na verdade, há abundantes evidências de que o Vaticano quer possuir Jerusalém somente para si. Mais ainda, há autoridades judaicas de alta patente esperando a oportunidade para entregar Jerusalém para o Vaticano.”
Quaisquer que sejam as intenções do Vaticano, o pastor Mark Biltz, que descobriu o fenômeno das “Luas de Sangue” e autor do livro “Blood Moons: Decoding the Imminent Heavenly Signs,” (Luas de Sangue: Decifrando os Iminentes Sinais Celestiais), diz que a única coisa que se produzirá com a divisão da terra dos judeus deduzida pelo reconhecimento de um Estado palestino é o desastre. Ele aponta para Joel 3, que avisa contra os que “espalharam meu povo entre as nações e dividiram minha terra.”
Mas Richardson acredita que as ações do Vaticano têm de ser interpretadas no contexto maior de atividades contra os judeus cometidas pela Igreja Católica Romana e outros que se descreviam como cristãos em toda a história.
E embora ele faça uma diferença entre católicos individuais e a instituição católica, o autor do livro“The Islamic Antichrist: The Shocking Truth About the Real Nature of the Beast” (O Anticristo Islâmico: A Verdade Chocante Acerca da Natureza Real da Besta), best-seller no jornal New York Times, pede que os católicos desobedeçam ao papa.
Richardson disse ao WND: “Agora, quero se claro. Compreendo plenamente que há milhões de católicos maravilhosos que temem a Deus no mundo inteiro e que amam o povo judeu e o povo árabe na terra de Israel, e que apoiam totalmente Israel e seu direito de existir e se defender. Mas hoje, todos os católicos de consciência no mundo inteiro precisam condenar as ações de seus líderes espirituais. Em toda a história, a Igreja Católica Romana perseguiu o povo judeu de forma inimaginável,” ele disse. “Então, foi um maravilhoso avanço no século passado, quando eles oficialmente se arrependeram de seus pecados históricos contra o povo judeu.”
Richardson disse que ao reconhecer a Palestina como Estado, a Igreja Católica “rendeu-se ao espírito dessa era, deu as costas ao Deus de Israel e tropeçou, caindo de cabeça nas trevas.”
quarta-feira, 6 de maio de 2015
225 mil católicos assinam petição contra reformas familiares do Vaticano
05/05/2015
Entre eles estão quatro cardeais e 22 bispos. Eles querem evitar integração de divorciados recasados e homossexuais.
Raymond Leo Burke
Da France Presse Mais de 225 mil pessoas, incluindo quatro cardeais e 22 bispos, assinaram uma petição contra a possibilidade do Vaticano integrar melhor na Igreja os divorciados que voltam a casar ou os homossexuais, anunciaram os promotores da iniciativa.
A petição, estimulada pelo cardeal ultraconservador americano Raymond Leo Burke e destinada ao Papa Francisco, foi criada em janeiro, pensando no sínodo (reunião de bispos) sobre a família previsto para outubro no Vaticano.
Os signatários estão preocupados com a intenção manifestada ano passado por alguns cardeais e teólogos de acolher dentro da Igreja os divorciados que voltam a casar, pessoas que vivem em concubinato e homossexuais.
Para os conservadores, a reforma mais polêmica, mencionada pelo cardeal alemão Walter Kasper, considerado próximo ao papa, seria a autorização de comungar concedida a alguns divorciados que voltam a casas no civil, desde que eles realizem um "caminho de penitência".
Papa Francisco: Comunismo e Maçonaria Agora Reunidos
Assistam e divulguem MUITO esse vídeo.
Por Frei Clemente Rojão - www.freirojao.com.br
Na primeira parte, o narrador explica de maneira excelente como os papas e a Igreja condenaram o comunismo, com amplos dados e fontes, que o leitor pode checar (são verdadeiros).
Na segunda parte, vemos O REPRESENTANTE DA CNBB pregando a revolução comunista armada dentro de um "Pontifícia" Universidade "Católica" (e ai, Dom Sérgio Rocha??? O senhor tem a palavra. Endossa essas palavras ditas em nome da Conferência???)
Na terceira parte, católicos são agredidos pelos comunistas excomungados por falarem umas verdades. Parabéns a eles. São os novos macabeus. Que Deus, junto da Virgem gloriosa, seus santos profetas e mártires, os abençoe. Parabéns! Vosso é o Reino dos Céus.
LEMBRANDO...
Congregação do Santo Ofício, 1949 - “É permitido aderir ao partido comunista ou favorecê-lo de alguma maneira? NÃO. O comunismo é de fato materialista e anticristão; embora declarem às vezes em palavras que não atacam a religião, os comunistas demonstram de fato, quer pela doutrina, quer pelas ações, que são hostis a Deus, à verdadeira religião e à Igreja de Cristo [...] Fiéis cristãos que professam a doutrina materialista e anticristã do comunismo, e sobretudo os que as defendem e propagam, incorrem pelo próprio fato, como apóstatas da fé católica, na excomunhão reservada de modo especial à Sé Apostólica? Sim.”
Nota de www.rainhamaria.com.br
Por Dilson Kutscher
Imfelizmente o autor do video, que cita obediência ao "papa" Francisco, por certo desconhece que Francisco também está metido nisto até o "pescoço".
SIM, Francisco é socialista. "Ah. sr. Kutscher, então nos prove".
VAMOS LEMBRAR...E...PARA UM CATÓLICO INTELIGENTE DEVERIA SER SUFICIENTE.
Para quem escreve Francisco? A Pastoral da Juventude (Revolucionária), jovens inspirados pelo socialismo comunista.
23.01.2015 - Para prestigiar o 11º Encontro Nacional da Pastoral da Juventude, realizado em Manuas, de 11 a 25 de janeiro, o Vaticano enviou uma carta1 do Papa Francisco dirigida, com afeto, a Aline Ogliari e Alberto Chamorro, dirigentes da Pastoral da Juventude, agradecendo, através da carta, de participar “deste grande e bendito encontro”2, “a partilhar ‘a vida, o pão e a utopia'”3. E concluiu a missiva, dizendo: “Joguem a vida por grandes ideais. Apostem em grandes ideais, em coisas grandes; não fomos escolhidos pelo Senhor para coisinhas pequenas, mas para coisas grandes!.”4
Se todos são escolhidos para ser grandes, o que dizer daquilo que afirmou Santa Teresinha: “Se todas as florinhas quisessem ser rosas, perderia a natureza as suas galas primaveris e os campos os esmaltes das suas boninas”5. E ainda: “O amor de Nosso Senhor tanto se revela na alminha mais simples, que nenhuma resistência opõe às suas graças, como nas almas que em vôos sublimes se remontaram à perfeição”6. Mas, Bergoglio exorta os jovens a apostar em “coisas grandes”7.
Para quem escreve o Vaticano? (Francisco)
Para a jovem Aline Ogliari, 23 anos, que em sua página no facebook, naquele mesmo dia fazia a seguinte apologia: “Viva Evo Morales!!! Seguimos adelante, nuestra Pátria Grande!”8
(Nota de www.rainhamaria.com.br - Notem acima, que os jovens exibem uma faixa com a imagem do anticristão, rebelde guerrilheiro comunista, Che Guevara, que é tratado e venerado pela juventude como uma espécie de "cristo" revolucionário.
Talvez estes jovens, que se declaram "católicos", não saibam que este seu "idolo" comunista declarou: De fato, se o próprio Cristo ficasse no meu caminho, eu , como Nietzsche, não hesitaria em esmagá-lo como a um verme")
CONTINUANDO O ARTIGO...
A mesma Aline, secretária nacional da Pastoral da Juventude, que apoiou Dilma Roussef nas eleições de 2014 e afirmou numa carta9 aos jovens participantes do 11º encontro nacional que “vários movimentos juvenis foram agentes fundamentais na reeleição da presidenta Dilma, porque acreditaram que o projeto político vencedor representava de forma mais clara a linha de avanços nos campos sociais e na garantia dos direitos, e o projeto popular em curso na América Latina.”10 Reconhece, naquele mesmo documento, “a capilaridade da PJ”11, como uma “das maiores organizações juvenis do Brasil”12, a defender as seguintes bandeiras:
“... a desmilitarização da polícia; a defesa integral dos direitos das juventudes, respeitando sua imensa diversidade; a democratização da mídia; e o fortalecimento dos instrumentos de participação popular, que estimulam e valorizam o engajamento e a construção concreta, tanto a partir dos mecanismos formais, como também pelas novas formas de participação – pela internet, pela expressão cultural, pela experiência comunitária.”13
E mais:
“Nos unimos também a outros movimentos sociais que lutam pelo direito à terra, à moradia e aos direitos básicos previstos, além da luta pela Reforma Política, pilar fundamental para o avanço verdadeiramente popular e democrático, e base de tantas outras reformas necessárias.”14
E completa:
“Temos ainda a luta pela igualdade de gênero que precisa ser fortalecida em todos os espaços. Enquanto estivermos junto à juventude, não nos faltará pelo que lutar.”15
Num outro artigo, intitulado “Organizando a esperança”16, publicado no site da Pastoral da Juventude, Aline Ogliari disse ter ficado profundamente indignada com “os discursos vazios de ódio contra o PT e a Dilma”17 e do “conservadorismo ao extremo”18 da campanha eleitoral de 2014.
Mas, afinal, ela acredita na força da Pastoral da Juventude para mover o projeto revolucionário, não só no Brasil, mas em toda a América Latina, pois, não foi o que o próprio Bergoglio pediu aos jovens, na Jornada Mundial da Juventude de 2013, quando disse: “sejam revolucionários”19?
Por isso, Aline disse, com convicção:
“O sonho de um mundo de liberdade deve ser permanente! Ele revela o nosso jeito, a nossa genética, e fala da essência juvenil que é a intensidade, a ousadia, a rebeldia. Construir o Reino de Deus é um ato de resistência de quem insiste em sonhar, de subversividade de quem, dentro desse sistema, anda na contramão.”15 E assim, concluiu: “não pedimos licença a ninguém para construir o Reino. Essa deve ser uma das nossas alegrias!”20
Foi à jovem Aline, revolucionária, eleitora do PT e de Dilma, que atua pela reforma política que favorece o projeto bolivariano da Pátria Grande, que o Vaticano escreveu, com toda a estima, estendendo o elogio aos jovens revolucionários da PJ: “tenho muita esperança em vocês que dão testemunho com as suas vidas desse Cristo libertador”.
Francisco revolucionário e socialista, pediu luta por terra em reunião com sindicalistas no Vaticano
O papa Francisco teve uma reunião com uma comitiva da Central de Trabalhadores da Argentina (CTA) nesta quarta-feira (19) e pediu que os sindicalistas “lutem pelos três T: Teto, Terra e Trabalho”.
No encontro, que ocorreu na residência de Santa Marta, o deputado e sindicalista Victor De Gennaro expressou seu apoio ao Pontífice por ter convocado uma “assembleia de movimentos populares no Vaticano” e disse “apoiar firmemente a iniciativa”.
O político se referiu ao Encontro Mundial dos Movimentos Populares, realizado entre os dias 27 e 29 de outubro, que trouxe para Roma centenas de líderes do mundo todo para “encontrar soluções alternativas para a economia do descarte e da exclusão”.
O Papa ainda pediu para o grupo continuar “combatendo todo tipo de trabalho escravo” no país e no continente. As bandeiras sobre as formas de escravidão modernas e a luta pela inclusão social através do trabalho são os atuais focos do sucessor de Bento XVI na sociedade.
“Continuem com a vossa luta, caros irmãos e irmãs, faz bem a todos nós” — Papa Francisco.
Segundo Pablo Micheli, secretário-geral da CTA, Francisco ainda agradeceu o apoio dos argentinos as suas iniciativas, mas disse que “não é nada fácil” o processo de abertura de renovação da Igreja Católica.
Fonte: http://fratresinunum.com
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Nota final de www.rainhamaria.com.br
Por Dilson Kutscher
Francisco incentiva, aprova e apóia os socialistas (comunistas) mais uma prova dele ser realmente revolucionário e antipapa.
A maioria dos católicos que infelizmente aplaudem este apoio de Francisco aos movimentos populares ligados a luta de classes, socialistas com ramificações comunistas, pensam que a Igreja não condena este tido socialismo, ou até desconhecem que o Magistério dos Papas sempre condenou o socialismo, então, colocarei os documentos e pronunciamentos dos últimos Papas.
Mas antes, para encerrar...
Misericórdia só existe com a esquerda marxista? Papa Francisco reintegra sacerdote dito comunista ao ministério.
03.08.2014 - O Vaticano publicou um decreto que levanta uma suspensão de 29 anos aplicada ao Padre. Miguel F. d'Escoto Brockmann (foto), um sacerdote da [Congregação] Maryknoll. A Maryknoll Fathers and Brothers é uma sociedade missionária dos EUA.
Pe. Miguel d'Escoto, 81 anos, foi ordenado como sacerdote católico em 10 de junho de 1961. Ele ajudou a fundar a Orbis Books, a publicação teológica da congregação de Maryknoll, e se tornou um oficial junto ao Conselho Mundial de Igrejas. Durante a década de 70, d'Escoto se envolveu com política na Nicarágua. Ele integrou a Frente Sandinista de Libertação Nacional, um partido politico que removeu Anastasio Somoza e estabeleceu um governo revolucionário.
Por suas ações políticas, seu envolvimento com o governo sandinista e a recusa em abandonar um cargo político (ministro do exterior da Nicarágua) incorrendo na violação do seu ministério, Pe. d'Escoto foi suspenso dos seus deveres sacerdotais pelo Vaticano.
Na notificação do Vaticano datada de 1º de agosto, [se lê] "O Santo Padre concedeu seu benevolente assentimento para que Pe. Miguel d'Escoto Brockmann seja absolvido da pena canônica infligida a ele e o confia ao Superior Geral do Instituto [Maryknoll] com o propósito de acompanhá-lo no processo de reintegração do ministério sacerdotal"
A revogação da suspensão permite ao Pe. d'Escoto reassumir os seus deveres sacerdotais.
Fonte: http://blogonicus.blogspot.com.br
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NOVAMENTE DIREI: NÃO SE OPOR AO ERRO É APROVA-L0.
“Não te justifiques perante Deus, pois Ele conhece o fundo dos corações; não pretendas parecer sábio diante do Rei. Não procures tornar-te juiz, se não fores bastante forte para destruir a iniqüidade, para que não aconteça que temas perante um homem poderoso, e te exponhas a pecar contra a eqüidade.” (Eclo. 7, 5-6)
"Nós, porém, somos de Deus. Quem conhece a Deus, ouve-nos; quem não é de Deus, não nos ouve. É nisto que conhecemos o Espírito da Verdade e o espírito do erro."(I São João 4, 6)
Os 10 últimos Papas condenam o socialismo, marxismo e comunismo
O Papa Pio XI definiu que "ninguém pode ser, ao mesmo tempo, bom católico e verdadeiro socialista", porque "católico e socialista são termos antitéticos" (Pio XI, Quadragesimo anno, Denziger, No. 2270).
Papa Pio IX (1846-1878):
“Transtorno absoluto de toda a ordem humana” “[…] tampouco desconheceis, Veneráveis Irmãos, que os principais autores desta intriga tão abominável não se propõem outra coisa senão impelir os povos, agitados já por toda classe de ventos de perversidade, ao transtorno absoluto de toda a ordem humana das coisas, e entregá-los aos criminosos sistemas do novo socialismo e comunismo” (Pio IX, Encíclica Noscitis et Nobiscum, 8 de dezembro de 1849 – Colección Completa de Encíclicas Pontifícias”, Editorial Poblet, Buenos Aires, pág. 121).
Papa Leão XIII (1878-1903):
“[…]o “comunismo”, o “socialismo”, o “nihilismo”, monstros horrendos que são a vergonha da sociedade e que ameaçam ser-lhe a morte” (Leão XIII, Encíclica Diuturnum Illud, 29 de junho de 1881 – Editora Vozes Ltda., Petrópolis, pág. 16).
“Ruína de todas as instituições” “[…] suprimi o temor de Deus e o respeito devido às suas leis; deixai cair em descrédito a autoridade dos príncipes; dai livre curso e incentivo à mania das revoluções; dai asas às paixões populares, quebrai todo freio, salvo o dos castigos, e pela força das coisas ireis ter a uma subversão universal e à ruína de todas as instituições: tal é, em verdade, o escopo provado, explícito, que demandam com seus esforços muitas associações comunistas e socialistas” (Leão XIII, Encíclica Humanum Genus, de 20 de abril de 1884 – Editora Vozes Ltda., Petrópolis, págs. 20-21).
“[…] esta seita de homens que, debaixo de nomes diversos e quase bárbaros se chamam socialistas, comunistas ou nihilistas, e que, espalhados sobre toda a superfície da terra, e estreitamente ligados entre si por um pacto de iniqüidade, já não procuram um abrigo nas trevas dos conciliábulos secretos, mas caminham ousadamente à luz do dia, e se esforçam por levar a cabo o desígnio, que têm formado de há muito, de destruir os alicerces da sociedade civil. É a eles, certamente, que se referem as Sagradas Letras quando dizem: ‘Eles mancham a carne, desprezam o poder e blasfemam da majestade’ (Jud. 8)” (Leão XIII, Encíclica Quod Apostolici Muneris, 28 de dezembro de 1878 – Editora Vozes Ltda., Petrópolis, págs. 3-4).
“[…] todos sabem com que gravidade de linguagem, com que firmeza e constância o Nosso glorioso Predecessor Pio IX, de saudosa memória, combateu, quer nas suas Alocuções, quer nas suas Encíclicas dirigidas aos Bispos de todo o mundo, tanto os esforços iníquos das seitas, como nomeadamente a peste do socialismo, que já irrompia dos seus antros” (Leão XIII, Encíclica Quod Apostolici Muneris, 28 de dezembro de 1878 – Editora Vozes Ltda., Petrópolis, pág. 7).
“[…] os socialistas e outras seitas sediciosas que trabalham há tanto tempo para arrasar o Estado até aos seus alicerces” (Leão XIII, Encíclica Libertas Praestantissimum, 20 de junho de 1888 – Editora Vozes Ltda., Petrópolis, pág. 16)
“É necessário, […] que trabalheis para que os filhos da Igreja Católica não ousem, seja debaixo de que pretexto for, filiar-se na seita abominável (do socialismo), nem favorecê-la” (Leão XIII, Encíclica Quod Apostolici Muneris, 28 de dezembro de 1878 – Editora Vozes Ltda., Petrópolis, pág. 14).
Inimigo da sociedade e da Religião
“[…] temos necessidade de corações audaciosos e de forças unidas, numa época em que a messe de dores que se desenvolve diante de nossos olhos é demasiado vasta, e em que se vão acumulando sobre nossas cabeças formidáveis perigos de perturbações ruinosas, em razão principalmente do poder crescente do socialismo. Esses socialistas insinuam-se habilmente no coração da sociedade. Nas trevas das suas reuniões secretas e à luz do dia, pela palavra e pela pena, impelem a multidão à revolta; rejeitam a doutrina da Igreja, negligenciam os deveres, só exaltam os direitos, e solicitam as multidões de desgraçados, cada dia mais numerosos, que, por causa das dificuldades da vida, se deixam prender a teorias enganosas e são arrastados mais facilmente para o erro. Trata-se ao mesmo tempo da sociedade e da Religião. Todos os bons cidadãos devem ter a peito salvaguardar uma e outra com honra” (Leão XIII, Encíclica Graves de Communi, 18 de janeiro de 1901 – Editora Vozes Ltda., Petrópolis, págs. 15-16).
“… era o Nosso dever advertir publicamente os católicos dos graves erros que se ocultam sob as teorias do socialismo, e do grande perigo que daí resulta, não somente para os bens exteriores da vida, mas também para a integridade dos costumes e para a Religião” (Leão XIII, Encíclica Graves de Communi, 18 de janeiro de 1901 – Editora Vozes Ltda., Petrópolis, pág. 04).
“… a Igreja do Deus vivo, que é ‘a coluna e o sustentáculo da verdade’ (1 Tim. 3,15), ensina as doutrinas e princípios cuja verdade consiste em assegurar inteiramente a salvação e tranqüilidade da sociedade e desarraigar completamente o germe funesto do socialismo” (Leão XIII, Encíclica Quod Apostolici Muneris, 28 de dezembro de 1878 – Editora Vozes Ltda., Petrópolis, pág. 7.).
Os comunistas, os socialistas e os niilistas são uma “peste mortal que se introduz como a serpente por entre as articulações mais íntimas dos membros da sociedade humana, e a coloca num perigo extremo” (Leão XIII, Encíclica Quod Apostolici Muneris, 28 de dezembro de 1878 – Editora Vozes Ltda., Petrópolis, pág. 03).
Os socialistas, os comunistas e os niilistas “nada deixam intacto ou inteiro do que foi sabiamente estabelecido pelas leis divinas e humanas para a segurança e honra da vida” (Leão XIII, Encíclica Quod Apostolici Muneris, 28 de dezembro de 1878 – Editora Vozes Ltda., Petrópolis, pág. 04).
O socialismo diverge diametralmente da Religião Católica
“… ainda que os socialistas, abusando do próprio Evangelho, a fim de enganarem mais facilmente os espíritos incautos, tenham adotado o costume de o torcerem em proveito da sua opinião, entretanto a divergência entre as suas doutrinas depravadas e a puríssima doutrina de Cristo é tamanha, que maior não podia ser. Pois ’que pode haver de comum entre a justiça e a iniquidade? Ou que união entre a luz e as trevas?’ (2 Cor. 6, 14)” (Leão XIII, Encíclica Quod Apostolici Muneris, 28 de dezembro de 1878 – Editora Vozes Ltda., Petrópolis, pág. 8).
Papa São Pio X (1903-1914)
O sonho utópico de reconstruir a sociedade trará o socialismo
“O equívoco está desfeito; a ação social do Sillon não é mais católica. […] Porém, mais estranhas ainda, ao mesmo tempo inquietantes e acabrunhadoras, são a audácia e a ligeireza de espírito de homens que se dizem católicos, e que sonham refundir a sociedade […] e estabelecer sobre a terra, por cima da Igreja Católica, ‘o reino da justiça e do amor’, com operários vindos de toda parte, de todas as religiões ou sem religião, com ou sem crenças, […] Que é que sairá desta colaboração? Uma construção puramente verbal e quimérica, em que se verão coruscar promiscuamente, e numa confusão sedutora, as palavras liberdade, justiça, fraternidade e amor, igualdade e exaltação humana, e tudo baseado numa dignidade humana mal compreendida. Será uma agitação tumultuosa, estéril para o fim proposto, e que aproveitará aos agitadores de massas, menos utopistas. Sim, na realidade, pode-se dizer que o Sillon escolta o socialismo, o olhar fixo numa quimera” (São Pio X, Carta Apostólica Notre Charge Apostolique (Nosso encargo apostólico), aos Bispos da França, Sobre os erros do Sillon, 25 de Agosto de 1910, n. 34. – Apud Plinio Corrêa de Oliveira, Em Defesa Da Ação Católica, 2ª edição – março de 1983, Artpress Papéis e Artes Gráficas Ltda, São Paulo).
Papa Bento XV (1914-1922):
A condenação do socialismo não deveria jamais ser esquecida
“Não é nossa intenção aqui repetir os argumentos que demonstram claramente os erros do socialismo e de doutrinas semelhantes. Nosso predecessor, Leão XIII, muito sabiamente já o fez em encíclicas verdadeiramente memoráveis; e Vós, Veneráveis Irmãos, tomareis o maior cuidado para que esses graves preceitos não sejam jamais esquecidos, mas sempre que as circunstâncias o exigirem, eles deverão ser expostos com clareza e inculcados nas associações católicas e congressos, em sermões e na imprensa católica” (Bento XV, Encíclica Ad Beatissimi Apostolorum, 1° de novembro de 1914, n. 13).
Papa Pio XI (1922-1939):
“O socialismo concebe a sociedade de modo completamente avesso à verdade cristã.”
“E se o socialismo estiver tão moderado no tocante à luta de classes e à propriedade particular, que já não mereça nisto a mínima censura? Terá renunciado por isso à sua natureza essencialmente anticristã? Eis uma dúvida, que a muitos traz suspensos. Muitíssimos católicos, convencidos de que os princípios cristãos não podem jamais abandonar-se nem obliterar-se, volvem os olhos para esta Santa Sé e suplicam instantemente que definamos se este socialismo repudiou de tal maneira as suas falsas doutrinas, que já se possa abraçar e quase batizar, sem prejuízo de nenhum princípio cristão. Para lhes respondermos, como pede a Nossa paterna solicitude, declaramos: O socialismo, quer se considere como doutrina, quer como fato histórico, ou como “ação”, se é verdadeiro socialismo, mesmo depois de se aproximar da verdade e da justiça nos pontos sobreditos, não pode conciliar-se com a doutrina católica, pois concebe a sociedade de modo completamente avesso à verdade cristã” (Pio XI, Encíclica Quadragesimo Anno”, 15 de maio de 1931 – Editora Vozes Ltda., Petrópolis, págs. 43-44).
Socialismo católico, uma contradição: ”Ninguém pode ser ao mesmo tempo bom católico e verdadeiro socialista”
“E se este erro, como todos os mais, encerra algo de verdade, o que os Sumos Pontífices nunca negaram, funda-se contudo numa concepção da sociedade humana diametralmente oposta à verdadeira doutrina católica. Socialismo religioso, socialismo católico são termos contraditórios: ninguém pode ser ao mesmo tempo bom católico e verdadeiro socialista” (Pio XI, Encíclica Quadragesimo Anno”, 15 de maio de 1931 – Editora Vozes Ltda., Petrópolis, págs. 44).
Falsa conciliação: Não é lícito mitigar os princípios católicos para se aproximar dos socialistas
“Mas não se vá julgar que os partidos socialistas, não filiados ainda ao comunismo, professem já todos teórica e praticamente esta moderação. Em geral, não renegam a luta de classes nem a abolição da propriedade, apenas as mitigam. Ora, se os falsos princípios assim se mitigam e obliteram, pergunta-se, ou melhor, perguntam alguns sem razão, se não será bem que também os princípios católicos se mitiguem e moderem, para sair ao encontro do socialismo e congraçar-se com ele a meio caminho. Não falta quem se deixe levar da esperança de atrair por este modo os socialistas. Esperança vã! Quem quer ser apóstolo entre os socialistas é preciso que professe franca e lealmente toda a verdade cristã, e que de nenhum modo feche os olhos ao erro” (Pio XI, Encíclica Quadragesimo Anno”, 15 de maio de 1931 – Editora Vozes Ltda., Petrópolis, págs. 42-43).
Papa Pio XII (1939-1958):
A socialização total tornaria pavorosa realidade a imagem terrificante do Leviatã
“Ademais, a proteção do indivíduo e da família, frente à corrente que ameaça arrastar a uma socialização total, em cujo fim se tornaria pavorosa realidade a imagem terrificante do Leviatã. A Igreja travará esta luta até o extremo, pois aqui se trata de valores supremos: a dignidade do homem e a salvação da alma”. (Pio XII, Radiomensagem de 14 de setembro de 1952 ao Katholikentag de Viena. Discorsi e Radiomessaggi di Sua Santità Pio XII, vol. XIV, p. 314.).
Perigos da mentalidade socialista
Não se pode cair no erro de “retirar … o gerenciamento dos meios de produção da responsabilidade pessoal dos proprietários privados [indivíduos ou companhias] para transferi-lo à responsabilidade coletiva de grupos anônimos, [uma situação] que se acomodaria muito bem com a mentalidade socialista” (Pio XII, Discurso aos Congressos de Estudos Sociais e à União Social Cristã, 5 de junho de 1950.).
Papa João XXIII (1958-1963):
“Nenhum católico pode aprovar sequer o socialismo moderado” “Adiante, o Papa Pio XI enfatizou a fundamental oposição entre o comunismo e o Cristianismo, e deixou claro que nenhum católico pode subscrever nem mesmo o socialismo moderado.
A razão está em que o socialismo funda-se em uma doutrina a respeito da sociedade humana que é ligada ao tempo e não toma em conta nenhum outro objetivo que o bem-estar material. Desde que ele propõe uma forma de organização social que tem em vista unicamente a produção, ele coloca uma muito severa restrição á liberdade humana, ao mesmo tempo que viola a verdadeira noção de autoridade social”. (João XXIII, Encíclica Mater et Magistra, 15 de maio de 1961, n. 34).
Papa Paulo VI (1963-1978):
Em 1965 durante o Concílio Vaticano II, Paulo VI recebeu o Conselho Episcopal Latino-Americano e na sua alocução ele atenta para o “Ateísmo marxista”. Ele o apresenta como uma força perigosa, largamente difundido e extremamente nociva, que se infiltra na vida econômica e social da América Latina e pregando a “Revolução violenta como único meio de resolver os problemas” (Extraído do livro “Le Rhin se jette dans le tibre”, pág 273. Ralph Wiltgen. Ed Editions du Cédre 1974, 5a tiragem).
Cristãos, atraídos pelo socialismo, tendem a idealizá-lo
“Muito freqüentemente os cristãos, atraídos pelo socialismo, tendem a idealizá-lo em termos que, além de tudo o mais, são muito genéricos: um desejo de justiça, solidariedade e igualdade. Eles se recusam a reconhecer as limitações do movimento socialista histórico, que continua condicionado pelas ideologias das quais se originaram.” (Paulo VI, Carta Apostólica Octogesima Adveniens, 14 de maio de, 1971, n. 31).
Papa João Paulo II: (1978-2005)
Analise dos dois sistemas.
“Nesta luta contra um tal sistema (o Papa está falando do capitalismo selvagem) não se veja, como modelo alternativo, o sistema socialista, que, de fato, não passa de um capitalismo de estado, mas uma sociedade do trabalho livre, da empresa e da participação” (no. 35) “A Igreja reconhece a justa função do lucro, como indicador do bom funcionamento da empresa” (no. 35) “Aquele Pontífice (Leão XIII), com efeito, previa as conseqüências negativas, sob todos os aspectos – político, social e econômico – de uma organização da sociedade, tal como a propunha o “socialismo”, e que então estava ainda no estado de filosofia social e de movimento mais ou menos estruturado. Alguém poderia admirar-se do fato de que o Papa começasse pelo “socialismo” a crítica das soluções que se davam à “questão operária”, quando ele ainda não se apresentava – como depois aconteceu – sob a forma de um Estado forte e poderoso, com todos os recursos à disposição. Todavia Leão XIII mediu bem o perigo que representava, para as massas, a apresentação atraente de uma solução tão simples quão radical da “questão operária”. (n°. 12).
Sobre a proposição antropológica do socialismo.
” Aprofundando agora a reflexão delineada (…) é preciso acrescentar que o erro fundamental do socialismo é de caráter antropológico. De fato, ele considera cada homem simplesmente como um elemento e uma molécula do organismo social, de tal modo que o bem do indivíduo aparece totalmente subordinado ao funcionamento do mecanismo econômico-social, enquanto, por outro lado, defende que esse mesmo bem se pode realizar prescindindo da livre opção, da sua única e exclusiva decisão responsável em face do bem e do mal. O homem é reduzido a uma série de relações sociais, e desaparece o conceito de pessoa como sujeito autônomo de decisão moral, que constrói, através dessa decisão, o ordenamento social. Desta errada concepção da pessoa deriva a distorção do direito, que define o âmbito do exercício da liberdade, bem como a oposição à propriedade privada”. (no. 13).
“Na Rerum Novarum, Leão XIII com diversos argumentos, insistia fortemente, contra o socialismo de seu tempo, no caráter natural do direito de propriedade privada. Este direito, fundamental para a autonomia e desenvolvimento da pessoa, foi sempre defendido pela Igreja ate nossos dias” (Enc. Centesimus Annus, tópico 30 da ed. Paulinas)
Comentário do leitor Alcleir:
Ao longo de dois mil anos tudo que a Igreja fez foi dar de comer a quem tem fome, vestir quem está nu e instruir os ignorantes. Os primeiros hospitais e sanatórios do mundo foram criados pela Igreja. As primeiras universidades do mundo foram criadas pela Igreja. De dentro do povo católico nasceram as SANTAS CASAS DE MISERICÓRDIA. A Igreja forjou a santidade de homens e mulheres extraordinários como São Francisco de Assis, São Vicente de Paula, São Martinho de Tours, São Bernardo de Claraval. Santos que renunciaram ao mundo para abraçar a causa de Cristo e o serviço aos pobres e doentes. Com o regime de suserania e vassalagem a Igreja amparou e protegeu o camponês que deixou de ser um mero escravo do senhor de terras para ser um servo da gleba que, embora preso a um pacto de vassalagem, era livre para ter seus bens e seus animais.
Em todos estes tempos a Igreja nunca pregou o conceito de “luta” como método para fazer “justiça social”.
Pelo contrário.
Pregou a OBEDIÊNCIA e SUBMISSÃO dos trabalhadores para com seus patrões; A CARIDADE dos homens de negócio para com os desempregados; A GRATIDÃO dos pobres para com seus benfeitores; A PACIÊNCIA dos doentes diante das enfermidades;
A Igreja não prega a luta nem busca terra, teto e trabalho. Quem busca isto é Karl Marx. (e seus seguidores socialistas/comunistas)
A Igreja busca o Reino de Deus e Sua Justiça. Importa buscar antes a Justiça de Deus, pois com ela tudo o mais será dado por acréscimo (Mateus 6,33).“Tirai-lhe o talento e dai ao que tem dez, pois aquele que tem em abundância lhe será dado mais ainda, mas ao que não tem, lhe será tirado até aquilo que julga ter. Quanto a este servo inútil, jogai-o nas trevas exteriores. Ali haverá choro e ranger de dentes“. (Mateus 25,28-30)
Francisco, Jesus nunca foi marxista socialista…nem a Igreja.
Diz na Sagrada Escritura:
“O meu Reino não é deste mundo. Se o meu Reino fosse deste mundo, os meus súditos certamente teriam pelejado para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas o meu Reino não é deste mundo.” (João 18, 36)