Papa Francisco, Falso Profeta?

É difícil encontrar quem não goste do Papa Francisco. Ele é bonachão, gente boa, humilde, amigo dos pobres, não gosta de riquezas e opulências, não implica com os homossexuais e nem com os abortistas. Dizem até que ele vai andar de fusca, e como se pode ver na foto acima, gosta de coisas simples. Maravilha, não é mesmo?

E se eu lhe disser que o Papa Francisco veio para destruir a igreja católica e blasfemar contra Cristo, você acreditaria? É verdade, e é como católico que eu lhe digo isso.

Francisco é o representante da maçonaria infiltrada na igreja, que finalmente conseguiu eleger o seu papa. É duro dizer, mas o demônio chegou ao papado. Ele é a besta do Apocalipse 13-11 ”que se veste como um cordeiro (símbolo de Cristo), mas fala como um dragão” (blasfema contra Deus).

Você lembra o que Paulo VI disse? “A fumaça de satanás de infiltrou na igreja”. E agora chegou ao seu vértice.

João Paulo I foi assassinado com apenas trinta dias de pontificado, lembra? Tentaram matar João Paulo II logo no início de seu pontificado com um tiro à queima roupa, lembra? E Bento XVI, coitado, foi tão perseguido que acabou tendo que renunciar, como se fosse um incompetente. Escândalos e mais escândalos estouraram em seu pontificado. Até seus documentos pessoais foram roubados, para poder chantageá-lo.

E agora com Francisco não existem mais escândalos sexuais nem financeiros. A mídia, controlada pela maçonaria o está endeusando, fazendo dele um ídolo, um líder inovador, um mito. Reis, rainhas e governantes têm vindo beijar o seu anel, em reverência a “sua santidade”. Que mudança brusca, não é mesmo?

Mas o que deseja Francisco? É simples: a luta entre Deus e o diabo continua. Como o diabo sabe que nada pode contra Deus, passar um tempinho sentado na cadeira de Pedro já está bom, pois de lá ele pode “abrir a boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar o seu nome, o seu tabernáculo e os habitantes do céu” (Apoc. 13-6).

Outra missão de Francisco é facilitar o surgimento do anticristo, pois ele trabalha segundo as ordens deste, pois está sob sua vigilância, como vemos em Apocalipse 13-12. Foi primeiro preciso “ferir o pastor” (Zacarias 13,7), ou seja tirar Bento XVI, para que as ovelhas fossem dispersas (os fies). A partir de agora haverá uma grande confusão e divisão dentro da igreja católica e no mundo todo, e no meio desta confusão surge o anticristo apoiado por Francisco, que aliás já declarou que o microchip (marca da besta) é benéfico para a humanidade, não existindo na Bíblia nada que impeça o seu uso (será que Francisco já leu o Apocalipse alguma vez?)

Outra missão suja de Francisco: promover o aborto e o homossexualismo no mundo. Estes dois pecados são abominações e dão poder à satanás. É por isso que tem dinheiro à vontade para promover parada gay no mundo todo e para praticar o aborto. No Brasil o próprio governo paga o médico para a mulher que queira abortar. Recentemente Francisco afirmou que os católicos são “obcecados” com o aborto e o homossexualismo. Sublimarmente ele disse: “esqueçam aborto e homossexualismo”. Aliás, quando esteve no Brasil Francisco não fez nada para evitar o aborto, cuja lei já estava pronta, e que agora foi assinada por Dilma.

Francisco está usando mensagens sublimares, para blasfemar contra a igreja, para ser mais claro, para avacalhar mesmo com ela.

Quando perguntado pela repórter o que achava do lobby gay dentro do vaticano, Francisco respondeu: “ser gay não tem problema”. E deu uma grande pausa. E depois continuou: “o problema é o lobby gay”.

A mensagem sublimarmente passada: o homossexualismo está liberado. Resultado: explosão do homossexualismo no mundo, tendo sido Francisco eleito o “homem do ano”, pela maior revista gay dos estados unidos. Eu já vi, na missa, vários casais gays se acariciando como se fosse a coisa mais normal do mundo. E ninguém pode falar nada, pois Francisco liberou, mesmo que sublimarmente.

Mas o pior de tudo é que Francisco está atentando contra o sacrifício de Cristo na Cruz. A blasfêmia maior de todas é a de negar o culto devido só a Deus para dá-lo às criaturas e ao próprio satanás.

Cristo derramou seu sangue na cruz para nos salvar. Foi para pagar o pecado de Adão e nos reconduzir ao Pai que Cristo se sacrificou por nós.

Agora, Francisco está anulando o sacrifício de Cristo. Recentemente ele disse: “não é preciso converter ninguém. Ajude o pobre e vá embora”.

Esta afirmação pode parecer bonita e caridosa, porém, ela elimina o sacrifício de Cristo.

Ajudar o pobre, o menor abandonado, o doente, a viúva desamparada e todos aqueles que precisam, é uma conseqüência do amor à Deus. Se amo à Deus, também amo ao meu próximo, e consequentemente o ajudo naquilo que ele precisa. Enquanto esteve na terra, Cristo ajudou intensamente os necessitados. Ajudar ao próximo é uma excelente atitude, que vai ajudar no nosso julgamento diante do Pai, pois “seremos julgados pelas nossas obras” (Rom 2-6).

Mas veja bem, o que salva não é a caridade. Jesus quando enviou os doze apóstolos disse: “Ide ao mundo e pregai o evangelho à toda criatura da terra. Aquele que crer e for batizado, será salvo, mas quem não crer será condenado” (Marcos 16-16).

Cuidado, você pode passar a vida toda fazendo caridade e ir para o inferno.

E é isso que o papa Francisco quer, lhe levar para o inferno. Ele quer tirar Cristo do centro e colocar os pobres, mas pobre não salva ninguém, quem salva é Cristo.

Outra armação pesada de Francisco: “todas as religiões levam a Deus”. Parece bonito não é mesmo? Assim sendo, você pode ir na macumba, que lá você irá encontrar a Deus também.

Mas pense nisto: só Cristo morreu na cruz, logo, o caminho para o céu, é somente através dele. Você já viu algum Buda crucificado? Maomé foi pra cruz? E Alan Kardec, passou por lá? Veja o que disse o próprio Jesus: Eu sou o caminho, a verdade e a vida;ninguém vem ao Pai senão por mim (João 14,6).

Repetindo o que disse Jesus:” Ninguém vem ao pai senão por mim”.

Cuidado: quando Francisco anunciar a criação da igreja ecumênica mundial, unindo todas as religiões, não caia na lábia dele. O que ele quer é lhe afastar de Cristo e levá-lo à Satanás.

Aqui novamente Francisco está querendo lhe levar para o inferno. Siga um caminho diferente ao de Cristo e você vai ver onde vai parar.

Aliás, recentemente Francisco disse que o inferno não existe mais. O que ele quer, é que você não creia mais na existência do inferno, para lhe mandar para lá.

“Roma perderá a fé, e converter-se-á na sede do anticristo". Sabe quem disse isto? Parece coisa de fanático, não é mesmo? Mas esta afirmação é de Maria, mãe de Jesus e nossa, em La salette, França em 1846, aparição reconhecida pela igreja. Veja a mensagem completa (http://www.rainhamaria.com.br/Pagina/366/Os-Segredos-de-La-Salette), você vai se surpreender.

Na verdade, a partir de La Salette, Maria antecipou o que iria acontecer no mundo. Em Fátima, Portugal, em 1917, Maria disse que o demônio se infiltraria até o vértice na igreja, além de ter previsto o fim da primeira guerra, a expansão do comunismo e o início da segunda guerra. Acredita-se que o fato do demônio ter chegado ao papado, faça parte do terceiro segredo de Fátima, que na verdade não foi divulgado.

Em Akita, Japão em 1973 Nossa Senhora disse: "O Diabo se infiltrará até mesmo na Igreja de tal um modo que haverá cardeais contra cardeais, e bispos contra bispos. Serão desprezados os padres que me veneram e terão opositores em todos os lugares. Haverá vandalismo nas Igrejas e altares. A Igreja estará cercada de asseclas do demônio que conduzirá muitos padres a lhe consagrar a alma e abandonar o serviço do Senhor".

Eu já vi dois padres, em uma emissora católica, em rede nacional, incentivar o casamento civil gay, e ainda citam as encíclicas do papa Francisco para justificar tal abominação. O que os padres não dizem, é que os afeminados vão para o inferno, pois “não vos enganeis: nem os impuros, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os devassos, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os difamadores, nem os assaltantes hão de possuir o Reino de Deus” (1Cor 6, 9-10), e também Apoc 21.8: Os tíbios, os infiéis, os depravados, os homicidas, os impuros, os maléficos, os idólatras e todos os mentirosos terão como quinhão o tanque ardente de fogo e enxofre, a segunda morte. Se você ler as mensagens marianas como La Salette, Akita, Fátima, Lourdes e outras, vai se surpreender com o que Maria tem dito. O problema é que Deus e sua mãe foram esquecidos por esta geração.

Assim sendo, o aviso foi dado. Muita coisa ainda vai acontecer daqui para frente. Fique atento pois Cristo realmente está voltando para instalar seu definitivo reino de amor. Não fique de fora.

Movimento de Resistência Católica Viva Bento XVI

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sábado, 23 de maio de 2015

O efeito Papa Francisco.

23/05/2015
“Os papas são odiados e não acho que tenhamos algum problema com isso em si mesmo. Não gostamos disso. Mas acho que estarei certo se disser que preferimos que nossos papas sejam odiados pelo mundo do que amados pelo mundo. Porque se ele é amado pelo mundo, isso indica que ele está falando a linguagem do mundo e sabemos que não pode haver qualquer relacionamento, qualquer companheirismo entre a luz e as trevas. São Paulo nos diz isso.”
Apresentamos a seguir a excelente palestra do Pe. Linus Clovis (da Arquidiocese de Castries, Ilha de Santa Lúcia, Caribe) em um Seminário de Líderes do Movimento Pró-Vida em Roma – 08 de Maio de 2015.
Além de abordar com muita clareza os efeitos causados por algumas lacunas e ambiguidades no discurso do atual Pontífice, o reverendo padre fala de que maneira devemos nos purificar nesse momento de crise, a exemplo dos Levitas em Israel:
http://www.imaculadamaria.com.br/z1img/16_01_2015__21_21_34705249ed1a0b00662d22df065eac4fe55c623_640x480.jpg
1) oração;
2) estudo da nossa Fé (devemos nos familiarizar com as Escrituras e conhecer o Magistério constante da Igreja, assim como devemos entender os princípios básicos da Teologia Moral);
3) devemos transmitir a Fé dentro de nossas famílias através da prática e oração em família;
4) devemos apoiarmo-nos uns aos outros – organizações e palestrantes verdadeiramente católicos;
5) prepararmo-nos para o martírio.
ASSISTA O VÍDEO
Publicado em 22 de mai de 2015
Palestra do Pe. Linus Clovis (da Arquidiocese de Castries, Ilha de Santa Lucia, Caribe) em um Seminário de Líderes do Movimento Pró-Vida em Roma - 08 de Maio de 2015.
Agradecemos ao nosso caro amigo Fabiano Rollim pela tradução e legendagem dessa conferência.

Fonte:http://fratresinunum.com/2015/05/23/o-efeito-francisco/

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Papa Francisco: Criança sem instrução, devemos dar educação. Se essa educação virá de católicos, protestantes, ordodoxos e judeus, para mim não importa


15.05.2015 - Nota de www.rainhamaria.com.br
Primeiramente, antes do video, que Francisco, ecumenista por excelência, a serviço da Nova Ordem Mundial, e de seu "lider" (o anticristo, que se encontra nos bastidores do mundo, porém oculto) declara que as crianças devem ser educadas (em outras palavras) para seguir a qualquer religião, não importando seguir a Santa Igreja Católica, para ele isto não é importante e não interessa.
Vamos ler antes o seguinte artigo do site http://denzingerbergoglio.com
(traduzido pelo Google Tradutor)
O que vale mais, a fome de pão ou remover a palavra que alimenta a alma?
São João Crisóstomo compara a educação de uma criança com o desenvolvimento de uma estátua maravilhosa de Deus. De acordo com o doutor da Igreja a missão confiada aos pais de modo privilegiado, é para levá-la à prática da virtude, ensinando a adorar o Verdadeiro Deus.
n/d
A omissão neste campo, sem dúvida, uma das mais importantes faltas, veja os tristes resultados que a sociedade de hoje nos permite verificar e, portanto, os Papas não hesitaram em qualificar de perigoso, prejudicial, injusto e até mesmo de negligência grosseira.
Portanto, embora seja ouvido que o importante não é deixá-los morrer de fome e dar escola, será mesmo  verdade que podemos ser indiferentes em relação à educação religiosa das crianças?
É somente suficiente dar a comida ao corpo para cumprir a missão confiada pelo Senhor aos pais? Se eles recebem educação de qualquer fé religiosa, tornam-se bons cristãos?
Todas estas questões já foram respondidas pelos sábios ensinamentos da Igreja e tais declarações não são feitas para agradar a toda a sociedade, voltada para as coisas do mundo, temos de escolher os elementos certos. (Edificados na Palavra de Deus e na Tradição da Santa Igreja Católica)
Mas, "parece", que para Francisco, nada disto importa...pois...

Nota de www.rainhamaria.com.br
Por Dilson Kutscher
Bem, lá vamos nós de novo, repetir o seguinte...
A verdade como eu já disse é que...
Francisco está Preparando a Religião Universal do Anticristo.
Onde todas as religiões e seitas levam a DEUS e ninguém necessita mais se converter a...
...a Única e Verdadeira Igreja, todos se salvam, e todos os caminhos levam a Deus, dizem os ecumenistas, já a serviço do anticristo, oculto nas sombras do mundo.
Mas, diz na Sagrada Escritura:
"E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja." (São Mateus 16, 18)
O Rei Jesus não disse: "Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei as minhas Igrejas..."
Ou mesmo as minhas religiões ou seitas.
Os comparsas do Anticristo teriam a obrigação satânica de colocar "um ecumenista e revolucionário" no Vaticano, o "falso profeta", anunciado no Apocalipse para o cumprimento do Fim dos Tempos.
n/d
O falso profeta tem a missão de convencer e unir a todos numa única religião universal, com o discurso que "todos" podem continuar em suas "seitas e religiões", somente assim o poder mundano do Anticristo terá grande influência nos que não deram crédito à verdade, mas consentiram no mal. (II Tessalonicenses, 2, 9)
A explicação é simples, mas o problema é que os católicos (cegos e guias de cegos) não quererem aceitar a realidade: o Vaticano está tomado pelos inimigos da Igreja Católica. (A fumaça de Satanás na Igreja ou os lobos em pele de cordeiro)
“Roma perderá a Fé e se tornará a sede do Anticristo”, são as palavras que Nossa Senhora profetizou em La Salette, na França, uma aparição reconhecida pela Igreja.
Disse Nossa Senhora Bom Sucesso, em 1594: “Tempos funestos sobrevirão, nos quais….aqueles que deveriam defender em justiça os direitos da Igreja, sem temor servil nem respeito humano, darão as mãos aos inimigos da Igreja para fazer o que estes quiserem” (II, 98).
Declarou o Arcebispo Marcel LefebvreComo poderíamos nós, por obediência servil e cega, fazer o jogo desses cismáticos que nos pedem colaboração para seus empreendimentos de destruição da Igreja? Eis porque estamos prontos e submissos para aceitar tudo o que for conforme à nossa fé católica, tal como foi ensinada durante dois mil anos mas recusamos tudo o que lhe é contrário. Já ouvimos a objeção: "Então cabe a nós julgarmos a fé católica?" Mas não será dever de um católico julgar entre a fé que lhe ensinam hoje e a que foi ensinada e crida durante vinte séculos e que está escrita nos catecismos oficiais como o do Concílio de Trento, o de São Pio X e em todos os catecismos antes do Vaticano II? Como foi que agiram os verdadeiros fiéis diante das heresias? Preferiram dar o sangue a trair sua fé.
Então...
"Se um futuro Papa ensinar algo contrário à Fé Católica, não o sigam." - Papa Pio IX, Carta ao Bispo Brizen, citado em "In His Name", E. Christopher Reyes, 2010
"Tornei-me, acaso, vosso inimigo, porque vos disse a verdade?" (Gálatas 4, 16)
Dilson Kutscher  -  www.rainhamaria.com.br
OS DOIS PAPA FRANCISCOS: O DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO E O REAL
Sábado, 16 de maio de 2015
Eles são cada vez mais diferentes um do outro. A crônica pública segue pintando o Papa Francisco como um revolucionário. Mas os fatos provam o contrário.
http://jmunicipios.com.br/wp-content/uploads/2013/09/Twitter-do-Papa-divulga%C3%A7%C3%A3o.jpg
A reportagem é de Sandro Magister e publicada por Chiesa, 15-05-2015. A tradução é de André Langer.
Há agora duas versões do Papa Francisco cada vez mais distantes uma da outra: o Franciscodos meios de comunicação e o verdadeiro, o real.
O primeiro é super conhecido e esteve na onda desde a sua primeira aparição na sacada daBasílica de São Pedro.
É a história do Papa que revoluciona a Igreja, que depõe as chaves de ligar e desligar, que não condena, mas só perdoa, mais ainda, nem sequer mais julga, que lava os pés de uma prisioneira muçulmana e de um transexual, que abandona o palácio para se lançar às periferias, que abre caminhos em todos os campos, sobre os divorciados recasados e sobre o dinheiro do Vaticano, que fecha os costumes do dogma e abre as portas da misericórdia. Um Papa amigo do mundo, de quem já se louva a iminente encíclica sobre o “desenvolvimento sustentável” antes mesmo de conhecer o seu conteúdo.
Com efeito, nas palavras e nos gestos de Jorge Mario Bergoglio há muito que se presta a este relato.
Francisco dos meios de comunicação é um pouco criação também sua, genial, que da noite para o dia reverteu milagrosamente a imagem da Igreja católica, de opulenta e decadente a“pobre e para os pobres”.
Mas, quando se toca com a mão apenas aquilo que é contribuição verdadeiramente nova do pontificado de Francisco, a coisa muda.
A velha cúria, tão detestada com ou sem razão, ainda está ali inteira em sua totalidade. Nada foi desmantelado ou substituído. As novidades são todas sobre coisas que se agregam: novos dicastériosnovos escritórios, novos gastos. Os diplomatas de carreira, que o Concílio Vaticano II quase chegou a abolir, estão mais no poder do que antes, também ali onde se esperava encontrar os “pastores”, como à frente do Sínodo dos Bispos ou da Congregação para a o Clero. Para não falar do “círculo interior” em contato direto com o Papa, carente de papéis definidos, mas muito influentes e com penetrantes ramificações nos meios de comunicação.
Depois há as questões candentes, que apaixonam e dividem muito mais a opinião pública: o divórcio e a homossexualidade.
Papa Francisco quis que se discutisse abertamente e o fez ele mesmo, com poucas, estudadas e muito eficazes frases impactantes, como a de “quem sou eu para julgar?”, que se converteu na marca registrada de seu pontificado, dentro e fora da Igreja.
Durante meses e meses, entre os dois verões do seu primeiro e segundo anos como Papa,Bergoglio deu espaço e visibilidade aos homens e às correntes favoráveis a uma reforma da pastoral da família e da moral sexual.
Mas quando, no sínodo de outubro passado, se verificou que entre os bispos as resistências a esta reforma eram muito mais fortes e difundidas que o previsto, corrigiu o tiro e daí em diante não disse mais uma única palavra de apoio aos inovadores. Pelo contrário, voltou a martelar sobre temas controversos – o aborto, o divórcio, a homossexualidade, a anticoncepção – sem jamais se separar um milímetro do rígido ensinamento de seus antecessores Paulo VI, João Paulo II e Bento XVI.
De outubro para cá, Francisco interveio sobre tais questões não menos que 40 vezes, atacando pesadamente sobretudo a ideologia de “gênero” e sua ambição de colonizar o mundo, não obstante, disse, seja “expressão de uma frustração e de uma resignação que busca eliminar a diferença sexual porque não sabe mais se confrontar com ela”. Passando das palavras aos fatos, negou o “placet” ao novo embaixador da França, porque é homossexual.
Também sobre o divórcio Francisco endureceu muito. “Com isso não se resolve nada”,disse recentemente sobre a ideia de dar a comunhão aos divorciados recasados, menos ainda, acrescentou, se eles a reclamam como um direito, porque a comunhão “não é um medalha, uma honraria, não, não”.
Sabe que nesta matéria as expectativas são muito grandes e sabe que ele mesmo as alimentou, mas agora se distanciou delas. Define-as como “expectativas desmesuradas”, sabendo que não pode satisfazê-las, porque depois de ter anunciado tanto um governo mais colegial da Igreja, do Papa junto com os bispos, é necessário que Francisco se alinhe à vontade dos bispos, em grande maioria conservadores, e renuncie a impor uma reforma que seria rechaçada pela maioria deles.
Apesar de tudo isso, os meios de comunicação seguem vendendo a história do Papa“revolucionário”, mas o verdadeiro Francisco está cada vez mais longe deste perfil.

Fonte: http://www.ihu.unisinos.br/noticias/542655-os-dois-franciscos-o-dos-meios-de-comunicacao-e-o-real

O papa Francisco está errado sobre a pena capital
17 de maio de 2015



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Joseph Farah
O Papa Francisco, como seus antecessores nesse cargo, está dando declarações amplas acerca de questões políticas e morais sobre temas recentemente, desde a pena capital até à catastrófica mudança climática provocada pelo homem.
Do que consigo deduzir sobre as ideias dele acerca desses assuntos, os sentimentos dele são fortes, há pouca ambiguidade em suas convicções, mas não existe quase nenhum argumento intelectual ou moral oferecido para apoiar suas opiniões.
Vamos pegar a questão da pena capital, por exemplo.
Ele disse recentemente que não há mais justificativa para a pena de morte no mundo hoje. Ele a chamou de “inadmissível, independente da gravidade do crime.” Mas o papa vai mais longe nisso. Ele também caracterizou sentenças de prisão perpétua como “pena de morte disfarçada” e confinamento solitário como uma “forma de tortura,” dizendo que deveriam ser abolidos.
Os comentários dele levantam várias questões para o público considerar antes de responder automaticamente ao apelo emocional de tais declarações:
• O que exatamente deveríamos fazer com pessoas que comentem crimes hediondos, tais como assassinato em massa de inocentes, inclusive crianças e indefesos idosos e enfermos?
• Qual é o castigo apropriado para atos de genocídio?
• Já que o papa tem tal ódio da “tortura,” o que ele sugeriria como sentença apropriada para alguém que estupra crianças e as mata para evitar a descoberta de seus crimes?
• E, por último, de que fonte o papa obtém suas convicções morais acerca de tais assuntos, considerando que a Bíblia claramente aprova a pena de morte por assassinato?
É fácil fazer condenações amplas da pena de morte como um líder religioso para ganhar louvores de milhões como um moralista. É como se declarar a favor da paz mundial. O problema surge quando consideramos as alternativas — uma das quais, prisão perpétua, o papa chama de imoral.
Posso, de forma humilde e respeitosa, sugerir que deveríamos esperar um pouco mais do papa do que declarações de banalidades morais? Afinal, vivemos num mundo caído, conforme presumo que o papa reconhece. Não existe justiça perfeita neste planeta. Mas Deus, na Bíblia, nos ofereceu algumas normas práticas, e até mandamentos, sobre como o homem deve se governar em nossa condição caída. Francamente, vejo pouca conexão entre o que o papa sugere e o que Deus ordena.
Acima de tudo, a pena de morte está na Bíblia. Não sei sobre você, mas obtenho minhas ideias sobre certo e errado da Bíblia.
Desafio qualquer um a ler a Bíblia inteira e me dizer que Deus não aprova a pena capital. Aliás, Deus não a reserva exclusivamente para o crime de assassinato. E Ele não só a aprova, mas também a prescreve.
Eu sugiro para você que o motivo por que Deus a prescreve é que Ele valoriza muito a vida. A ironia, é claro, é que os inimigos da pena de morte acreditam que estão valorizando a vida ao se opor à pena de morte. Mas isso é apenas mais evidência do que a Bíblia se refere frequentemente como o homem sendo “sábio aos seus próprios olhos.”
A própria razão por que a pena capital é moralmente certa é que coloca tal valor elevado na vida humana inocente. É a expressão máxima de que valorizamos a vida em grau muito elevado. Seu objetivo é desestimular os que poderiam considerar tirar uma vida. E, não existe dúvida em minha mente de que se a usássemos com mais frequência e com mais certeza em casos de assassinato, serviria como um desestímulo formidável.
Ela representa bom senso. Mas num mundo que cada vez mais aceita a pena de morte no útero para a vida humana mais inocente — os bebês em gestação — e denuncia a pena de morte para os que cometem os crimes mais bárbaros contra os inocentes, é evidente que estamos nos afastando do jeito de Deus de fazer as coisas.
Fazer justiça contra crimes hediondos é uma das razões por que Deus institui o governo. Como sempre, muitos no governo querem abdicar de sua responsabilidade de cumprir os poucos deveres pelos quais o governo é útil, como defender a nação, controlar as fronteiras, controlar a moeda e fazer justiça para os que se tornaram vítimas.
Penso sobre esse último dever — fazer justiça para os que se tornaram vítimas. Você consegue imaginar o que acontece quando o governo abdica de sua responsabilidade de executar justiça para as vítimas e suas famílias? Leva à justiça pelas próprias mãos e um ciclo de violência, amargura, desamparo e desespero.
Executar assassinos devidamente condenados não é só um papel legítimo do governo. É um dever.
Os fundadores dos Estados Unidos compreendiam isso. Eles fiscalizaram sua implementação. Não havia nenhum pensamento em qualquer um deles de que isso foi “castigo cruel e fora do normal,” como alguns revisionistas buscam sugerir.
É claro que se mais restrições na pena capital acontecerem nos EUA, não virão por meio da expressão da vontade do povo — por ação popular ou mesmo legislativa. Virão por meio de decreto judicial — como tantas outras ideias impopulares que têm sido forçadas goela abaixo do público americano.
Este é o mundo em que vivemos hoje — onde preto é branco, para cima é para baixo, esquerda é direita e certo é errado.
Então, de onde é que o papa obtém suas convicções morais sobre a pena de morte? Ele não tem a obrigação de oferecer aos seus seguidores e não seguidores igualmente algo mais do que sua opinião pessoal? E se não é nada mais do que sua opinião pessoal, ele não deveria deixar isso claro?
Mais ao caso, será que o papa está sugerindo que ele é mais sábio do que Deus? Ou ele está sugerindo que Deus mudou de ideia acerca da pena capital?

Fonte: www.juliosevero.com
Mais uma do Papa Francisco: Teólogo polêmico, Timothy Radcliffe é nomeado para Comissão Justiça e Paz do Vaticano
18/05/2015
Um dos teólogos mais polêmicos da Igreja, e um forte aliado do Papa Francisco, recebeu uma boa notícia sábado pela Santa Sé.
Num movimento que certamente irá preocupar alguns da guarda tradicional da Igreja, o Papa Francisco nomeou Timothy Radcliffe para ser um dos consultores do Pontifício Conselho “Justiça e Paz”, segundo anúncio do Vaticano publicado neste sábado (16).Superior da ordem dominicana por quase uma década nos anos 1990 e professor de teologia em Oxford, o inglês Radcliffe tem repetidamente desafiado as atitudes da Igreja Católica para com as mulheres, os gays, lésbicas e divorciados.
http://www.catholic-ew.org.uk/var/storage/images/catholic-news/catholic-news-media-library/images/bishops-and-clergy/fr-timothy-radcliffe-op-at-the-word-of-the-lord-conference/261272-2-eng-GB/Fr-Timothy-Radcliffe-OP-at-the-Word-of-the-Lord-Conference.jpg
A reportagem é de Michael O’Loughlin, publicada por Crux, 16-05-2015. A tradução é de Isaque Gomes Correa.
No ano passado, Radcliffe esteve no centro de uma polêmica quando foi convidado para falar no Congresso Internacional da Divina Misericórdia, o maior encontro católico da Irlanda. A rede de televisão americana EWTN desfez os planos de cobrir o evento por causa da participação de Radcliffe. Um âncora da emissora chamou as opiniões do teólogo de uma “variação acentuada do ensinamento católico”.
A contenda se iniciou após os comentários que Radcliffe fez, em 2013, a respeito da homossexualidade:
“Com certeza, pode-se ser generoso, sensível, não violento. Então, penso que este comportamento pode ser a expressão da autodoação de Cristo”, disse.

Radcliffe ficou surpreso que as suas opiniões causaram tanto rebuliço, afirmando que elas estão “em profunda harmonia com os ensinamentos do Papa Francisco”.
Contudo, Radcliffe vem publicamente apoiando a oposição da Igreja ao casamento homoafetivo, ainda que por razões não geralmente apregoadas pelas autoridades da Igreja.
Por exemplo, em um artigo publicado no jornal The Guardian em dezembro de 2012, Radcliffe escreveu: “É animador ver a onda de apoio ao casamento gay. Ela mostra uma sociedade que aspira uma tolerância aberta a todos os tipos de pessoas, um desejo de vivermos juntos em aceitação mútua”.
Porém, disse ele, uma noção heterossexual do casamento não deveria se impor contra os parceiros gays, embora devam-se abraçar as diferenças.
Tolerância, escreveu o teólogo, “implica uma atenção à particularidade da outra pessoa, um saborear de como ele, ou ela, é diferente de mim, na fé, na etnia, na orientação sexual. Uma sociedade de foge da diferença e finge que todos somos simplesmente o mesmo pode ter proibido a intolerância de alguma forma, e no entanto instituído-a sob outras formas”.
Como consultor do Pontifício Conselho “Justiça e Paz”, Radcliffe é uma das aproximadamente 40 pessoas do mundo inteiro que ajudam a “elaborar as linhas gerais de ação do Conselho, segundo suas percepções e compromissos pastorais e profissionais”.
Radcliffe é autor de mais de meia dúzia de livros e palestrante internacional. O seu livro intitulado “What is the Point of Being a Christian?” recebeu o prêmio Michael Ramsey, edição 2007, concedido pelo arcebispo anglicano de Canterbury pelo “escrito teológico contemporâneo mais promissor da Igreja global”.
Radcliffe, ordenado em 1971, é também um proponente da abertura da Comunhão a católicos divorciados e recasados, atualmente um assunto difícil em debate pelos bispos que participam no Sínodo sobre a família.
Num artigo publicado na revista America em 2013, Radcliffe escreveu que ele “tem duas grandes esperanças. Que se encontre uma maneira de acolher as pessoas divorciadas e recasadas de volta à Comunhão. E, o que é mais importante, que as mulheres recebam autoridade e voz reais na Igreja. O papa expressa o seu desejo de que estas coisas aconteçam, mas quais são as formas concretas que elas podem tomar?”
Quanto ao papel das mulheres na Igreja, Radcliffe está em acordo com o Papa Francisco, que disse não à ordenação feminina, mas que não obstante quer que elas assumam postos de autoridade. Radcliffe lamentou o que considera uma fusão forte entre a ordenação e os departamentos de tomada de decisão na Igreja.
“Acho que a questão da ordenação das mulheres se tornou mais aguda agora porque a Igreja se tornou mais clerical do que em minha infância”, disse Radcliffe em uma entrevista de 2010 à revista US Catholic.
Radcliffe tem trabalhado por uma Igreja mais aberta, na esteira do desejo do Papa Francisco de que a Igreja esteja disposta a “fazer bagunça”.
“Jesus ofertou uma ampla hospitalidade, e comeu e bebeu com todos os tipos de pessoa. Precisamos encarnar esta sua atitude em vez de nos retirarmos para dentro de um gueto católico”, disse Radcliffe em entrevista em 2013.
Bispos católicos do mundo inteiro estarão reunidos em Roma no próximo mês de outubro para a segunda parte de um debate difícil sobre questão de família na Igreja.

Fonte: http://www.ihu.unisinos.br/noticias/542682-teologo-polemico-timothy-radcliffe-e-nomeado-para-comissao-justica-e-paz-do-vaticano
Há esperança para o Papa Francisco?




domingo, 17 de maio de 2015
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A esperança é uma virtude que permeia, ou pelo menos deveria, a vida de todo (bom) cristão. Sobretudo nos últimos anos os católicos perplexos buscam o maná da esperança em cada breve notícia, em cada pequeno gesto do atual pontífice. Buscam, buscam, buscam... Eis ai uma característica da esperança que é a sua estamina infinita. "Quem espera sempre alcança", "a esperança é a última que morre!" e coisas do gênero são ditas com frequência.
Esperamos que o Papa Francisco demonstre, por gestos concretos ou palavras claras, que é diferente daquele Francisco apresentado pela mídia anti-católica. De fato, a esperança de muitos católicos, blogueiros ou não, era ser factível esta distorção entre o Francisco real e o papa virtual que agrada aos degenerados. Depois de dois anos e alguns meses de pontificado essa tese vem se mostrando cada vez mais impossível de sustentar. Vemos que há apenas um PapaFrancisco e que muito provavelmente, e para o nosso desgosto, a grande angular dos meios de comunicação acabou captando a verdadeira essência do bispo de Roma com muito mais precisão.
Podemos dizer que Francisco vem construindo uma obra. Os cardeais Kasper e Braz de Aviz(a nossa eterna vergonha em Roma...) já declararam que Francisco deseja realizar mudanças severas e irreversíveis na Igreja. Só não explicaram se tais mudanças são apenas na estrutura da Cúria ou na doutrina. Talvez, e aqui especulo, a primeira seja pré-condição para a segunda.
Essas mudanças irreversíveis tem o seu ápice no Sínodo para a Família. É nesta reunião de bispos que a batalha é deflagrada e onde podemos ver o autêntico modus operandi do Papa Francisco. Foi justamente a primeira parte da reunião que tirou dos católicos ingênuos a vontade, ou melhor, a possibilidade de defender Bergoglio.
Ontem pude ler no blog Rorate Caeli que o frade dominicano Timothy Radcliffe foi apontado pelo Papa Francisco como consultor do Conselho de Justiça e Paz. Frei Radcliffe, segundo aponta o blog, é considerado algo além de um religioso liberal... um Über-liberal! Segundo RC
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TIMOTHY RADCLIFFE
O antigo Mestre Geral da Ordem Dominicana [1992-2001] é um apoiador proeminente da proposta Kasperiana da comunhão aos "divorciados recasados". Ele também se coloca pela ordenação de mulheres, se não ao sacerdócio, pelo menos ao diaconato. Contudo ele é mais famoso por suas intervenções públicas frequentes sobre a aceitação da homossexualidade, tendo sido um celebrante frequente das infames "missas Gay" no Soho de Londres.
Será que Francisco não conhecia o currículo do agora consultor? Difícil imaginar já que o Papa elevou ao cardinalato o arcebispo de Westminster, Vincent Nichols, o único cardeal franciscano anglófono até o momento, e considera do seu círculo pessoal o arcebispo anterior, o igualmente liberal Murphy Cormac O'Connor.
Recentemente, ainda, o Papa teve um agradável encontro o ninguém menos que Raul Castro,dono da ilha prisão de Cuba. A mídia alardeou com inquestionável precisão que o Papa argentino teve influência vital na reaproximação dos EUA com Cuba. Os blogueiros mais ingênuos já se puseram em pé a aplaudir o Papa, afirmando, entre outras asneiras, que o fim do embargo - que ainda não se deu! - favorecerá o florescimento da democracia em Cuba e o fim do comunismo na ilha.
O jornalista Reinaldo Azevedo coloca de forma bem mais sóbria e realista:
Que se note: até agora, não há o menor sinal de distensão política em Cuba. Esse namorico com Barack Obama e com o papa Francisco, por enquanto, não tem sua correspondência em distensão política interna. É tolice, está evidenciado, acreditar que o progresso, por si, põe fim a ditaduras. Eu mesmo já cheguei a flertar com essa ideia quando era bem mais moço. A China, por exemplo, prova  o contrário de maneira muito eloquente.O projeto dos Irmãos Assassinos e do Partido Comunista Cubano é romper o relativo isolamento sem pôr um fim à ditadura. Raúl, se preciso, pode até se ajoelhar e rezar por isso. Se depender de Obama e de Francisco, ele chega lá…Que tempos e que homens os destes tempos!
socialismo do século XXI parece ser a nova saída para Cuba, apresentando-se como uma democracia bolivariana. E ao receber líderes de movimentos ditos sociais em Roma, até com a presença infame do terrorista João Pedro Stédile, Francisco parece flertar descaradamente com o filo-bolivarianismo, com ditaduras mitigadas, mas ditaduras ainda assim. Não podemos nos esquecer também que foi Francisco quem revogou a suspensão do sandinista Miguel d´Escoto que, como todos sabem, não retrocedeu um milimetro nas suas posições terroristas.
A esquerda está em êxtase! Recentemente Gustavo Gutierrez foi recebido outra vez com pompa e circunstância no Vaticano, dessa vez na Assembleia da Cáritas. O processo de beatificação de Helder Câmara começou... É uma festa sem hora pra acabar!
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Na outra ponta, contudo, temos bispos conservadores sendo perseguidos, depostos e humilhados sem nenhuma chance de defesa, sem um único encontro com o Papa cuja agenda está ocupada por audiências com terroristas, comunistas e ateus.
E assim vamos caminhando, mesmo sem saber o caminho. As certezas de antes são as dúvidas de agora. O grande enigma que se apresenta na forma de Francisco, na verdade, é bem simples - não há mistério algum! O pontificado de Francisco, a semelhança com o governoDilma, consegue a proeza de se tornar pior com o passar do tempo.
Há ainda espaço para esperança? Sim, sem dúvida! Porque a esperança para o católico não é imediatista, é acima de tudo direcionada à vida eterna. Não esperamos em homens, mas colocamos nossa esperança em Deus. Há, portanto, espaço para a esperança, sempre.

Fonte: http://blogonicus.blogspot.com.br/2015/05/ha-esperanca-para-francisco.html?
 PAPA FRANCISCO, O NÚNCIO E O TIRANO


Em um dos mais significativos lances simbólicos da “ostpolitik” vaticana em favor do comunismo cubano, o pontífice Francisco recebeu o tirano Raúl Castro e, em meio a sorrisos e amabilidades mútuas, estreitou largamente suas mãos ensanguentadas, chegando a pedir ao líder comunista que rezasse por ele. É uma cena arrepiante e estarrecedora, diante de Deus e da História, marcará de maneira indelével o atual pontificado.
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Armando Valladares(*)
“Como já lhes disse aos dirigentes cubanos, eu leio todos os discursos do Papa e sobretudo os comentários que ele faz. E se o Papa segue falando assim, começarei a rezar e retornarei à Igreja. E não o digo em brincadeira (Página 12, Buenos Aires, 11/05/2015). Foram estas as frases pronunciadas pelo ditador que mais chamaram a atenção.
Para não deixar dúvidas sobre a continuidade de seu real pensamento, o tirano reafirmou sua condição de “comunista, do Partido Comunista de Cuba” (Rádio Havana, Cuba, 10/05/2015). Cinicamente, recordou que os católicos cubanos podem pertencer ao Partido Comunista de Cuba, como se na realidade não fossem posições doutrinárias contraditórias e excludentes. E deixou escapar que havia conversado há pouco tempo com o tristemente celebre Frei Betto, um dos líderes da Teologia da Libertação, amigo pessoal de Fidel Castro e autor do livro “Fidel e a Religião”" (Vatican Insider, Roma, 10/05/2015).
A alusão a Frei Betto, feita talvez inadvertidamente por Raúl Castro, é importante para conhecer o pano de fundo das declarações, em Roma, do atual tirano. Frei Betto explicou a Fidel Castro, segundo narra o mencionado livro-entrevista, que a melhor tática com os católicos não era persegui-los e fazê-los mártires, mas integrá-los à revolução comunista em torno a metas supostamente comuns a católicos e a comunistas. Fidel já o intuía. Em discurso na Universidade de Havana, já havia traçado essa maquiavélica retificação: “Não cairemos no erro histórico de semear o caminho com mártires cristãos, pois bem sabemos que foi precisamente o martírio que deu força à Igreja. Nós faremos apóstatas, milhares de apóstatas” ( cf. Juan Clark, “Cuba: mito e realidade”, Edições Saeta, Miami-Caracas, 1ª. ed. 1990, páginas 358 e 658).
Para por em prática essa retificação estratégica, com a finalidade de fazer apóstatas, se chegou a reformar a própria Constituição comunista para permitir o acesso dos católicos ao Partido Comunista, através do enganoso artigo 54, que assegura o “direito” de “professar” e“praticar” “qualquer crença religiosa” contanto que se faça “dentro do respeito à lei” … comunista. Dessa maneira, a Constituição abria as portas do partido aos católicos revolucionários, que em Cuba chegaram a elaborar uma “teologia da colaboração”. O sacerdote René David, professor de Teologia no Seminário de Havana, no documento “Por uma teologia e uma pastoral da reconciliação em Cuba” fez um chamado à uma“reconciliação entre catolicismo e comunismo” esclarecendo que este último “deve ser considerado como uma ideologia na qual o ateísmo de modo algum é substancial, mas constitui um acidente” (Revista “Chrétiens de l’Est, Nº. 51, 3º Tr. 1986, supl. nº.11, pag. 33).
É na perspectiva desse longo processo de convergência comuno-católica que se entende que um líder comunista como Raúl Castro, sem deixar de ser comunista e perseguidor de cristãos autênticos, possa, ao mesmo tempo, chegar a “professar” uma “crença religiosa” que coincida com as metas do comunismo ou, pelo menos, que não se oponha a essa ideologia que é, em seu modo, uma religião satânica, de ódio a Deus e a seus mandamentos.
Então, a condição que está presente nas frases de Raúl Castro acima citadas, para que se concretize sua alegada “conversão” (“… se o Papa segue falando assim…”), suscita o maior estremecimento. Implicitamente, Castro diz que afirmações de Francisco, que ele se encarrega de ler e de comentar com seus sequazes, estariam indo ao encontro dos objetivos comunistas ou, pelo menos, não entrariam em contradição com eles. Castro estaria eventualmente disposto a retornar à “Igreja” que se apresente diante de seus olhos, e segundo seu modo de ver, como diametralmente contrária à doutrina da Igreja que chegou a declarar que o comunismo é “satânico” e “intrinsecamente perverso” (Pio XI, encíclica Divini Redemptoris).

Sobre a real situação de pressão e miséria em Cuba, recordo, aqui, valentes declarações“politicamente incorretas”, do então núncio em Havana, monsenhor Bruno Musarò,pronunciadas no ano passado em sua região natal, e depois das quais, por coincidência ou não, foi retirado da nunciatura em Cuba e nomeado núncio no Egito: “O Estado controla tudo”, e “a única esperança é fugir da ilha”, explicou Musarò, descrevendo a situação de degradação, penúria e opressão dos cubanos; e concluiu dizendo que, inexplicavelmente, “até hoje, transcorrido mais de meio século, se continua falando da Revolução e a ela se exalta, enquanto as pessoas não têm trabalho e não sabem como fazer para dar de comer a seus próprios filhos” (Lecce News, 28/08/2014).

Todos estes arrepiantes e estarrecedores fatos levantam as mais graves perguntas, não somente sobre o ditador Castro e seus sequazes, senão sobre as intenções de fundo da “ostpolitik” da diplomacia vaticana com relação ao comunismo cubano, seus objetivos e metas. Que se pretende? Até onde se vai? Onde se pretende chegar? Quais são as consequências, para a fé e a integridade da doutrina católica, dessas atitudes tão distintas do ensino tradicional da Igreja sobre o comunismo “satânico” e “intrinsecamente perverso”?
Não é por acaso que durante a realização do lamentável Encontro Nacional Eclesial Cubano de 1986, no qual o Episcopado cubano passou do diálogo e da colaboração rumo a uma coincidência com o comunismo e suas próprias metas socioeconômicas, o então arcebispo de Santiago de Cuba, monsenhor Pedro Meurice, chegou a reconhecer: “Nos consideravam uma Igreja de mártires e agora nos dizem que somos uma Igreja de traidores “ (cf. “La voz Católica”, arquidiocese de Miami, 14 de março de 1986).
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Sobre a “ostpolitik” vaticana em relação ao regime castrista, no desterro cubano foram escritos livros descrevendo passo a passo esse lamentável processo. Dois desses livros, “Duas décadas de aproximação comuno-católica na ilha-presídio do Caribe” e “Cuba comunista depois da visita papal” se podem baixar gratuitamente em formato PDF, a partir dos links que se encontram imediatamente após este artigo. Eu mesmo tive a obrigação de consciência de escrever dezenas de artigos sobre o tema, de uma maneira ao mesmo tempo firme, mas documentada e respeitosa, exercendo um direito que todo leigo católico tem, porque a igreja não é uma prisão para as consciências de seus filhos. Também, depois deste artigo, se incluem alguns links para webistes que têm publicado boa parte de meus artigos sobre essa lamentável “ostpolitik” vaticana em relação a Cuba comunista.

O balanço do encontro de Francisco com o tirano é dramático para os cubanos que, dentro e fora da ilha, se opõem à ditadura castrista e anseiam pela liberdade de Cuba. O tirano Raúl Castro prometeu “converter-se” se continuasse vislumbrando coincidências, desde seu ponto de vista revolucionário, com discursos e comentários do pontífice Francisco.
http://www.pragmatismopolitico.com.br/wp-content/uploads/2015/05/papa-francisco-raul-castro.jpg
Enquanto isso, no sentido diametralmente contrário, recordo com emoção que o motivo de conversão de centenas de presos políticos cubanos, entre os quais me incluo, foi ouvir na sinistra prisão de La Cabaña, no início da revolução comunista, as heroicas exclamações dos jovens católicos que no “paredón” morriam gritando “Viva Cristo Rey! Abaixo o comunismo!”.Isso aconteceu até que os comunistas, percebendo que o sangue dos mártires eram semente de novos cristãos, começaram a amordaçar os jovens que eram conduzidos ao “paredón”.
É o que narro em meu livro de memórias de 22 anos de cárcere. Não foi em vão que o intitulei“Contra toda esperança”, recordando a frase cheia de fé de Abrahão, citada por São Paulo, e que não poderia ser mais atual para os cubanos amantes da liberdade: “Abrahão, havendo esperado contra toda esperança [...] não desfaleceu na Fé” (Epístola aos Romanos, 4-18 e 19).
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(*) Armando Valladares, escritor, pintor e poeta, passou 22 anos nos cárceres políticos de Cuba. É autor do best-seller “Contra toda esperança”, no qual narra o horror das prisões castristas. Foi embaixador dos Estados Unidos ante a Comissão de Direitos Humanos da ONU sob as administrações Reagan e Bush. Recebeu a Medalha Presidencial do Cidadão e o Superior Award do Departamento de Estado. Escreveu inúmeros artigos sobre a colaboração eclesiástica com o comunismo cubano e sobre a “ostpolitik” vaticana em relação a Cuba.
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Tradução para o português feita por Percival Puggina, escritor e membro da Academia Rio-Grandense de Letras.

Links de libros y artículos sobre el tema, que se ofrecen gratuitamente:
¿Hasta cuándo las Américas tolerarán al dictador Castro? Dos décadas de progresivo acercamiento comuno-católico en la isla-presidio del Caribe – Cubanos Desterrados, Miami – Nueva York, 1990, 183 páginas (el libro analiza el documento final del Encuentro Nacional Eclesial Cubano y tiene una detallada cronología de apoyos de eclesiásticos de la isla y del mundo entero al régimen castrista).
http://www.cubdest.org/libros/hastacuando1990.pdf http://www.cubdest.org/libros/hastacuando1990.pdf(tiene 21 megas, es normal que demore un poco en cargar) Cuba comunista después de la visita papal; libro editado por la Comisión de Estudios Por la Libertad de Cuba (1998), donde se comentan algunos aspectos de las alocuciones de S.S. Juan Pablo II en Cuba.
http://www.cubdest.org/libros/visitapapal1998.pdf http://www.cubdest.org/libros/visitapapal1998.pdf
Siguen links de artículos sobre otras actitudes desconcertantes de Francisco:
Francisco, ecoterrorismo y miseria
http://www.cubdest.org/1506/c1505eco.htm http://www.cubdest.org/1506/c1505eco.htm
Armando Valladares: Eje Obama – Francisco. Cuba, prestidigitación y confusiónhttp://www.cubdest.org/1506/c1501franciscoav.htm http://www.cubdest.org/1506/c1501franciscoav.htm
Obama – Francisco: ¿rescate del pueblo cubano o de sus tiranos?
http://www.cubdest.org/1406/c1412obamacu.htm http://www.cubdest.org/1406/c1412obamacu.htm
Armando Valladares: Cuba, el nuncio y el “notición”
http://www.cubdest.org/1406/c1409nuncioav.htm http://www.cubdest.org/1406/c1409nuncioav.htm
Armando Valladares: Francisco, pro-castristas y confusiónhttp://www.cubdest.org/1406/c1408vallfrancisco.htm http://www.cubdest.org/1406/c1408vallfrancisco.htm
Venezuela, Cuba y el anticapitalismo de Francisco http://www.cubdest.org/1406/c1401franciscopol.htmhttp://www.cubdest.org/1406/c1401franciscopol.htm
El pontífice Francisco, marxistas “buenos” y caos mental http://www.cubdest.org/1306/c1312franccap.htmlhttp://www.cubdest.org/1306/c1312franccap.html
América latina: rehabilitaciones y anestesias http://www.cubdest.org/1306/c1310rehabilit.htmlhttp://www.cubdest.org/1306/c1310rehabilit.html
Armando Valladares: Francisco y el test cubano http://www.cubdest.org/1306/c1304franciscoav.htmlhttp://www.cubdest.org/1306/c1304franciscoav.html
Artículos anteriores de Armando Valladares sobre el mismo tema pueden leerse en el sitio webhttp://www.cubdest.org (se puede usar el Buscador para identificar temas y artículos).


Fonte: http://www.abim.inf.br/francisco-o-nuncio-e-o-tirano/#.VVoMopP09fA

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Papa Francisco fazendo a vontade do demônio: Aborto e controle  populacional

Wendy Wright
Comentário de Julio Severo: Um dos assessores do papa para questões de aquecimento global, inclusive a preparação da encíclica sobre meio-ambiente, foi Leonardo Boff, que é o principal líder da Teologia da Libertação no Brasil. O Papa Francisco consultou Boff, conforme noticiado pela imprensa, e o resultado é o Vaticano realizando uma conferência esquerdista, com a presença de grandes esquerdistas. Num comentário, Austin Ruse, diretor do C-FAM, disse: “O secretário-geral da ONU e Jeffrey Sachs da Universidade de Colúmbia passaram boa parte da década passada se opondo à Igreja Católica e promovendo o aborto e o controle populacional no mundo todo. Contudo, agora eles estão sendo festejados no Vaticano pelo papa e seus principais assessores porque eles também defendem um dos maiores embustes políticos de todos os tempos, a tão chamada ‘mudança climática.’ Que dia triste.” Eis a reportagem completa do C-Fam, uma importante organização católica pró-vida:
NOVA IORQUE, EUA, maio (C-Fam) Uma conferência do Vaticano para promover a próxima encíclica do Papa Francisco sobre meio-ambiente deu destaque e holofotes para defensores do aborto e controle populacional. Ao mesmo tempo, os críticos alertam que o alarmismo da mudança climática no final acaba prejudicando os pobres.
“Os pobres do mundo precisam desesperadamente de energia abundante, econômica e segura e Sachs e Ban querem privá-los disso,” disse Calvin Beisner, se referindo ao secretário-geral da ONU Ban Ki-moon e Jeffrey Sachs, diretor do Instituto Terra na Universidade de Colúmbia, ambos dos quais se reuniram com o papa e seus assessores na semana passada.
A presença de ambos homens como convidados do papa causou espanto. Ban Ki-moon é defensor do aborto na ONU, chegando ao ponto de promovê-lo em áreas de conflito em que o aborto é ilegal. Sachs defende o controle populacional e luta para que a “saúde reprodutiva” — usada para promover o aborto — seja incluída nas Metas de Desenvolvimento do Milênio.
“As políticas para combater o aquecimento global alarmista condenarão os pobres do mundo a mais gerações de miséria e morte precoce,” disse Beisner.
Beisner estava em Roma para dar uma opinião alternativa à visão dos que foram convidados à conferência do Vaticano. O autor do livro “Prospects for Growth: A Biblical View of Population, Resources, and the Future” (Perspectivas de Crescimento: Uma Visão Bíblica sobre População, Recursos e o Futuro) entregou uma Carta Aberta assinada por quase 150 cientistas, líderes religiosos e estrategistas políticos.
Combustíveis fósseis “geram energia para tirar bilhões dos preciosos filhos de Deus da pobreza” e “liberam do túmulo da terra o dióxido de carbono em que plantas e portanto todo o resto da vida dependem,” declara a carta. “De forma bela, isso revela a sabedoria e cuidado do Criador por toda a Sua criação — pessoas, animais, plantas e a própria terra.”
Cientistas e líderes religiosos na Conferência do Vaticano concordaram com uma declaração que mostrou um tom alarmista. Um participante que escreveu um artigo no site Slate chamou o evento de um “momento de Sermão da Montanha.”
“A mudança climática induzida pelos seres humanos é uma realidade científica, e sua mitigação decisiva é um imperativo moral e religioso para a humanidade,” declara a declaração.
Ban Ki-moon fez propaganda da encíclica do papa que será lançada em junho. “Ela transmitirá ao mundo que proteger nosso meio-ambiente é um imperativo moral urgente e um dever sagrado para todas as pessoas de fé e pessoas de consciência,” disse ele.
Ele exortou os líderes religiosos a fazerem mais para assegurar o sucesso para uma muito antecipada conferência da ONU sobre mudança climática neste dezembro — um processo que não conseguiu chegar a um acordo até agora.
“É criticamente importante que as pessoas e seus líderes ouçam sua forte voz moral nos próximos meses,” disse ele.
A declaração do Vaticano alerta que a conferência da ONU “poderá ser a última oportunidade eficaz de negociar acordos que manterão o aquecimento induzido pelos seres humanos abaixo 2 graus C” e pede uma “transformação mundial rápida para um mundo movido por energia renovável e outras energias de baixo teor de carbono.”
Numa conferência de imprensa Ban Ki-moon pediu aos países que levantassem 100 bilhões de dólares por ano para ajudar os países em desenvolvimento a passar para uma economia verde.
“Temos apenas poucos anos antes que a janela de oportunidade se feche para sempre,” ele disse.
Tom Harris da Coalizão de Ciência Climática disse: “O Papa Francisco precisa ter a coragem de ignorar o conselho politicamente correto, mas irresponsável, de seus assessores e simplesmente dizer a verdade.”
“O clima continuará a mudar, não importa o que façamos. Então vamos ajudar os pobres do mundo até onde temos condições dando-lhes eletricidade segura e econômica e parar de fingir que temos uma bola de cristal para prever futuras situações climáticas.”
Tradução: Julio Severo

Papa Francisco Inimigo de cristãos e judeus: Segurança de Israel em perigo com atitude do Vaticano reconhecendo a Palestina

WorldNetDaily
O fato de que o Vaticano está dando reconhecimento diplomático ao “Estado da Palestina” abrirá as portas para uma nova onda de antissemitismo e colocará em perigo milhões de judeus e árabes em Israel, acusam vários líderes evangélicos que escrevem sobre os tempos finais.
E a decisão polêmica do Papa Francisco está até levando a alegações de que a Igreja Católica Romana será inimiga dos cristãos e do Estado de Israel durante esses tempos.
Joel Richardson, cineasta e escritor de livros na lista de best-sellers do jornal New York Times, criticou duramente a decisão do Vaticano como “um ato de ódio profundo ao povo judeu no mundo inteiro.”
Numa entrevista ao WND, o autor do livro “When a Jew Rules the World: What the Bible Really Says About Israel in the Plan of God” (Quando um Judeu Governar o Mundo: O que a Bíblia Realmente Diz sobre Israel no Plano de Deus), comentou: “Para os desinformados, que estão do lado de fora, reconhecer a ‘Palestina’ poderia parecer razoável. Certamente, o Deus do Céu ama o povo palestino tanto quanto o povo judeu. Mas não para os que têm uma compreensão melhor acerca das várias realidades de política, religião e segurança daquela região. Ninguém que esteja informado negará que o estabelecimento de um Estado palestino colocará em risco a segurança de milhões de judeus e árabes em Israel de um modo profundo.”
Richardson explicou que a situação israelense é semelhante a viver perto de uma família grande composta de muitas pessoas que abertamente declaram sua intenção de tirar de você sua propriedade e matar seus filhos.
“Devido à ameaça genuína que seus vizinhos representam para você e seus filhos, você se cuida para que eles não consigam obter as armas e estratégia necessárias para executar seus planos malignos. Agora imagine se o padre católico local, tudo no nome da ‘justiça,’ ‘compaixão’ e ‘igualdade,’ forçasse você a permitir que esses vizinhos tivessem suas próprias armas. Tal ato demonstraria ódio profundo para com você e sua família. Aliás, seria um ato de violência,” disse Richardson.
“Apoiar um Estado palestino sem exigir que primeiramente eles renunciem, de forma inequívoca, e se arrependam de seus planos contra o povo judeu é ser cúmplice da violência que vai acontecer,” ele disse. “Hoje a Igreja Católica cometeu um ato profundamente grave e repugnante contra o Deus a quem ela afirma representar.”
Carl Gallups, que é pastor, escritor e apresentador de programa de rádio, concorda que o impacto da decisão do Vaticano será catastrófico. Contudo, o autor do livro “Final Warning: Understanding the Trumpet Days of Revelation” (Aviso Final: Compreendendo os Dias de Trombetas do Apocalipse) diz que ele não está surpreso.
Gallups disse ao WND: “O que o Vaticano fez não deveria de fato ser um choque para o mundo, principalmente para o mundo cristão, pois esse papa tem feito declarações semelhantes em apoio da causa palestina. No entanto, até onde sei, esta é a primeira vez que ele pede explicitamente um Estado palestino. E isso é preocupante em termos proféticos e geopolíticos, pois estimulará a onda de antissemitismo que está varrendo o globo.
“É importante recordar que nunca houve um estado nacional naquela região, exceto Israel. Então, algum tipo de ‘nação palestina’ só vai ser usada para estimular esse fogo. Esse estímulo está sendo feito pelos esquerdistas e ímpios que são mobilizados por ódio a Israel e aos judeus. Embora eu seja evangélico, acho trágico que essa declaração esteja vindo do papa, que muitos acreditam deveria ser um defensor do Cristianismo. Mas esse papa é esquerdista, falando em termos teológicos e políticos,” disse ele.
Gallups diz que a postura de política externa do Vaticano pode estar pressagiando divisões profundas entre a Igreja Católica Romana e os evangélicos.
“Essa decisão dá credibilidade à teoria de muitos evangélicos de que a Igreja Católica foi predita em Apocalipse como a Meretriz e será entregue à apostasia,” disse ele. “É muito preocupante, mas não completamente chocante vindo desse papa e nesta época da história. De novo, estamos vivendo em tempos proféticos. Minha preocupação maior é que a decisão do Vaticano vai inflamar o antissemitismo, possivelmente até fazendo com que a ONU e os Estados Unidos peçam a formação de um Estado palestino específico. Eles poderão chamar Israel de ocupador, intruso e Estado terrorista. Não vejo nada de positivo vindo como resultado da atitude do Vaticano. Em termos estritamente políticos, queremos dizer: ‘O que é que este papa está pensando?’ Mas se pararmos por um minuto para pensar, veremos que é nisso que este papa sempre acreditou. Talvez, seja até o que ele sempre foi designado para fazer profeticamente.”
Tom Horn, comentarista principal no DVD “The Last Pope” (O Último Papa), produzido pelo WND, e um especialista em profecias com relação à Igreja Católica Romana, disse ao WND que a Igreja Católica sempre teve seus próprios planos para possuir Jerusalém e a Terra Santa.
Horn diz que o Vaticano nunca teve a intenção de que Jerusalém pertencesse a um país. Conforme descrito em seu livro “Petrus Romanus: The Final Pope Is Here” (Pedro Romano: O Papa Final Está Aqui), em coautoria com Cris Putnam, Horn alega: “O Vaticano pretensamente defende o caso dos palestinos e dos católicos que querem fazer peregrinação, mas na verdade, há abundantes evidências de que o Vaticano quer possuir Jerusalém somente para si. Mais ainda, há autoridades judaicas de alta patente esperando a oportunidade para entregar Jerusalém para o Vaticano.”
Quaisquer que sejam as intenções do Vaticano, o pastor Mark Biltz, que descobriu o fenômeno das “Luas de Sangue” e autor do livro “Blood Moons: Decoding the Imminent Heavenly Signs,”  (Luas de Sangue: Decifrando os Iminentes Sinais Celestiais), diz que a única coisa que se produzirá com a divisão da terra dos judeus deduzida pelo reconhecimento de um Estado palestino é o desastre. Ele aponta para Joel 3, que avisa contra os que “espalharam meu povo entre as nações e dividiram minha terra.”
Mas Richardson acredita que as ações do Vaticano têm de ser interpretadas no contexto maior de atividades contra os judeus cometidas pela Igreja Católica Romana e outros que se descreviam como cristãos em toda a história.
E embora ele faça uma diferença entre católicos individuais e a instituição católica, o autor do livro“The Islamic Antichrist: The Shocking Truth About the Real Nature of the Beast” (O Anticristo Islâmico: A Verdade Chocante Acerca da Natureza Real da Besta), best-seller no jornal New York Times, pede que os católicos desobedeçam ao papa.
Richardson disse ao WND: “Agora, quero se claro. Compreendo plenamente que há milhões de católicos maravilhosos que temem a Deus no mundo inteiro e que amam o povo judeu e o povo árabe na terra de Israel, e que apoiam totalmente Israel e seu direito de existir e se defender. Mas hoje, todos os católicos de consciência no mundo inteiro precisam condenar as ações de seus líderes espirituais. Em toda a história, a Igreja Católica Romana perseguiu o povo judeu de forma inimaginável,” ele disse. “Então, foi um maravilhoso avanço no século passado, quando eles oficialmente se arrependeram de seus pecados históricos contra o povo judeu.”
Richardson disse que ao reconhecer a Palestina como Estado, a Igreja Católica “rendeu-se ao espírito dessa era, deu as costas ao Deus de Israel e tropeçou, caindo de cabeça nas trevas.”

quarta-feira, 6 de maio de 2015

225 mil católicos assinam petição contra reformas familiares do Vaticano
05/05/2015
Entre eles estão quatro cardeais e 22 bispos.
Eles querem evitar integração de divorciados recasados e homossexuais.
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Raymond Leo Burke
Da France Presse
Mais de 225 mil pessoas, incluindo quatro cardeais e 22 bispos, assinaram uma petição contra a possibilidade do Vaticano integrar melhor na Igreja os divorciados que voltam a casar ou os homossexuais, anunciaram os promotores da iniciativa. 
A petição, estimulada pelo cardeal ultraconservador americano Raymond Leo Burke e destinada ao Papa Francisco, foi criada em janeiro, pensando no sínodo (reunião de bispos) sobre a família previsto para outubro no Vaticano.

Os signatários estão preocupados com a intenção manifestada ano passado por alguns cardeais e teólogos de acolher dentro da Igreja os divorciados que voltam a casar, pessoas que vivem em concubinato e homossexuais.

Para os conservadores, a reforma mais polêmica, mencionada pelo cardeal alemão Walter Kasper, considerado próximo ao papa, seria a autorização de comungar concedida a alguns divorciados que voltam a casas no civil, desde que eles realizem um "caminho de penitência".
Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/05/225-mil-catolicos-assinam-peticao-contra-reformas-familiares-do-vaticano.html