Papa Francisco, Falso Profeta?

É difícil encontrar quem não goste do Papa Francisco. Ele é bonachão, gente boa, humilde, amigo dos pobres, não gosta de riquezas e opulências, não implica com os homossexuais e nem com os abortistas. Dizem até que ele vai andar de fusca, e como se pode ver na foto acima, gosta de coisas simples. Maravilha, não é mesmo?

E se eu lhe disser que o Papa Francisco veio para destruir a igreja católica e blasfemar contra Cristo, você acreditaria? É verdade, e é como católico que eu lhe digo isso.

Francisco é o representante da maçonaria infiltrada na igreja, que finalmente conseguiu eleger o seu papa. É duro dizer, mas o demônio chegou ao papado. Ele é a besta do Apocalipse 13-11 ”que se veste como um cordeiro (símbolo de Cristo), mas fala como um dragão” (blasfema contra Deus).

Você lembra o que Paulo VI disse? “A fumaça de satanás de infiltrou na igreja”. E agora chegou ao seu vértice.

João Paulo I foi assassinado com apenas trinta dias de pontificado, lembra? Tentaram matar João Paulo II logo no início de seu pontificado com um tiro à queima roupa, lembra? E Bento XVI, coitado, foi tão perseguido que acabou tendo que renunciar, como se fosse um incompetente. Escândalos e mais escândalos estouraram em seu pontificado. Até seus documentos pessoais foram roubados, para poder chantageá-lo.

E agora com Francisco não existem mais escândalos sexuais nem financeiros. A mídia, controlada pela maçonaria o está endeusando, fazendo dele um ídolo, um líder inovador, um mito. Reis, rainhas e governantes têm vindo beijar o seu anel, em reverência a “sua santidade”. Que mudança brusca, não é mesmo?

Mas o que deseja Francisco? É simples: a luta entre Deus e o diabo continua. Como o diabo sabe que nada pode contra Deus, passar um tempinho sentado na cadeira de Pedro já está bom, pois de lá ele pode “abrir a boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar o seu nome, o seu tabernáculo e os habitantes do céu” (Apoc. 13-6).

Outra missão de Francisco é facilitar o surgimento do anticristo, pois ele trabalha segundo as ordens deste, pois está sob sua vigilância, como vemos em Apocalipse 13-12. Foi primeiro preciso “ferir o pastor” (Zacarias 13,7), ou seja tirar Bento XVI, para que as ovelhas fossem dispersas (os fies). A partir de agora haverá uma grande confusão e divisão dentro da igreja católica e no mundo todo, e no meio desta confusão surge o anticristo apoiado por Francisco, que aliás já declarou que o microchip (marca da besta) é benéfico para a humanidade, não existindo na Bíblia nada que impeça o seu uso (será que Francisco já leu o Apocalipse alguma vez?)

Outra missão suja de Francisco: promover o aborto e o homossexualismo no mundo. Estes dois pecados são abominações e dão poder à satanás. É por isso que tem dinheiro à vontade para promover parada gay no mundo todo e para praticar o aborto. No Brasil o próprio governo paga o médico para a mulher que queira abortar. Recentemente Francisco afirmou que os católicos são “obcecados” com o aborto e o homossexualismo. Sublimarmente ele disse: “esqueçam aborto e homossexualismo”. Aliás, quando esteve no Brasil Francisco não fez nada para evitar o aborto, cuja lei já estava pronta, e que agora foi assinada por Dilma.

Francisco está usando mensagens sublimares, para blasfemar contra a igreja, para ser mais claro, para avacalhar mesmo com ela.

Quando perguntado pela repórter o que achava do lobby gay dentro do vaticano, Francisco respondeu: “ser gay não tem problema”. E deu uma grande pausa. E depois continuou: “o problema é o lobby gay”.

A mensagem sublimarmente passada: o homossexualismo está liberado. Resultado: explosão do homossexualismo no mundo, tendo sido Francisco eleito o “homem do ano”, pela maior revista gay dos estados unidos. Eu já vi, na missa, vários casais gays se acariciando como se fosse a coisa mais normal do mundo. E ninguém pode falar nada, pois Francisco liberou, mesmo que sublimarmente.

Mas o pior de tudo é que Francisco está atentando contra o sacrifício de Cristo na Cruz. A blasfêmia maior de todas é a de negar o culto devido só a Deus para dá-lo às criaturas e ao próprio satanás.

Cristo derramou seu sangue na cruz para nos salvar. Foi para pagar o pecado de Adão e nos reconduzir ao Pai que Cristo se sacrificou por nós.

Agora, Francisco está anulando o sacrifício de Cristo. Recentemente ele disse: “não é preciso converter ninguém. Ajude o pobre e vá embora”.

Esta afirmação pode parecer bonita e caridosa, porém, ela elimina o sacrifício de Cristo.

Ajudar o pobre, o menor abandonado, o doente, a viúva desamparada e todos aqueles que precisam, é uma conseqüência do amor à Deus. Se amo à Deus, também amo ao meu próximo, e consequentemente o ajudo naquilo que ele precisa. Enquanto esteve na terra, Cristo ajudou intensamente os necessitados. Ajudar ao próximo é uma excelente atitude, que vai ajudar no nosso julgamento diante do Pai, pois “seremos julgados pelas nossas obras” (Rom 2-6).

Mas veja bem, o que salva não é a caridade. Jesus quando enviou os doze apóstolos disse: “Ide ao mundo e pregai o evangelho à toda criatura da terra. Aquele que crer e for batizado, será salvo, mas quem não crer será condenado” (Marcos 16-16).

Cuidado, você pode passar a vida toda fazendo caridade e ir para o inferno.

E é isso que o papa Francisco quer, lhe levar para o inferno. Ele quer tirar Cristo do centro e colocar os pobres, mas pobre não salva ninguém, quem salva é Cristo.

Outra armação pesada de Francisco: “todas as religiões levam a Deus”. Parece bonito não é mesmo? Assim sendo, você pode ir na macumba, que lá você irá encontrar a Deus também.

Mas pense nisto: só Cristo morreu na cruz, logo, o caminho para o céu, é somente através dele. Você já viu algum Buda crucificado? Maomé foi pra cruz? E Alan Kardec, passou por lá? Veja o que disse o próprio Jesus: Eu sou o caminho, a verdade e a vida;ninguém vem ao Pai senão por mim (João 14,6).

Repetindo o que disse Jesus:” Ninguém vem ao pai senão por mim”.

Cuidado: quando Francisco anunciar a criação da igreja ecumênica mundial, unindo todas as religiões, não caia na lábia dele. O que ele quer é lhe afastar de Cristo e levá-lo à Satanás.

Aqui novamente Francisco está querendo lhe levar para o inferno. Siga um caminho diferente ao de Cristo e você vai ver onde vai parar.

Aliás, recentemente Francisco disse que o inferno não existe mais. O que ele quer, é que você não creia mais na existência do inferno, para lhe mandar para lá.

“Roma perderá a fé, e converter-se-á na sede do anticristo". Sabe quem disse isto? Parece coisa de fanático, não é mesmo? Mas esta afirmação é de Maria, mãe de Jesus e nossa, em La salette, França em 1846, aparição reconhecida pela igreja. Veja a mensagem completa (http://www.rainhamaria.com.br/Pagina/366/Os-Segredos-de-La-Salette), você vai se surpreender.

Na verdade, a partir de La Salette, Maria antecipou o que iria acontecer no mundo. Em Fátima, Portugal, em 1917, Maria disse que o demônio se infiltraria até o vértice na igreja, além de ter previsto o fim da primeira guerra, a expansão do comunismo e o início da segunda guerra. Acredita-se que o fato do demônio ter chegado ao papado, faça parte do terceiro segredo de Fátima, que na verdade não foi divulgado.

Em Akita, Japão em 1973 Nossa Senhora disse: "O Diabo se infiltrará até mesmo na Igreja de tal um modo que haverá cardeais contra cardeais, e bispos contra bispos. Serão desprezados os padres que me veneram e terão opositores em todos os lugares. Haverá vandalismo nas Igrejas e altares. A Igreja estará cercada de asseclas do demônio que conduzirá muitos padres a lhe consagrar a alma e abandonar o serviço do Senhor".

Eu já vi dois padres, em uma emissora católica, em rede nacional, incentivar o casamento civil gay, e ainda citam as encíclicas do papa Francisco para justificar tal abominação. O que os padres não dizem, é que os afeminados vão para o inferno, pois “não vos enganeis: nem os impuros, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os devassos, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os difamadores, nem os assaltantes hão de possuir o Reino de Deus” (1Cor 6, 9-10), e também Apoc 21.8: Os tíbios, os infiéis, os depravados, os homicidas, os impuros, os maléficos, os idólatras e todos os mentirosos terão como quinhão o tanque ardente de fogo e enxofre, a segunda morte. Se você ler as mensagens marianas como La Salette, Akita, Fátima, Lourdes e outras, vai se surpreender com o que Maria tem dito. O problema é que Deus e sua mãe foram esquecidos por esta geração.

Assim sendo, o aviso foi dado. Muita coisa ainda vai acontecer daqui para frente. Fique atento pois Cristo realmente está voltando para instalar seu definitivo reino de amor. Não fique de fora.

Movimento de Resistência Católica Viva Bento XVI

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segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Cresce a Oposição ao Falso Papa Francisco

O sensus fidei dos Católicos fiéis não pode ser suprimido, nem sequer por um Papa. Não há mão de ferro alguma que possa extinguir o sensus fidei, tal como não pode extinguir o Próprio Espírito Santo.  O que se extinguirá, no tempo que Deus determinar, é a tentativa de Francisco para inverter o ensino constante da Igreja.

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Christopher A. Ferrara | FatimaNetWork – 6 de Dezembro de 2016 –
No rasto turbulento da Amoris Laetitia, Francisco até pode pensar que consegue acalmar as ondas da perturbação que ele próprio desencadeou por toda a Igreja, e forçar a aceitação das suas novidades radicais no âmbito da Teologia da Moral, não obstante a publicação da Carta histórica pelos Quatro Cardeais.  O modus operandi escolhido parece ser o uso de uma gang de purpurados — vestidos estrategicamente com os seus chapéus cardinalícios — para um movimento semelhante ao do avanço de peões para a Rainha no final de um jogo de xadrez.  E o papel que eles têm no jogo de xadrez bergogliano é o de denunciarem os quatro Cardeais e outros objetores como pessoas que fomentam a “desunião” e são “desleais” ao Papa — como se Francisco fosse o líder de um partido político e tivesse de ser defendido acima de tudo quanto ele diga ou faça.
Mas o sensus fidei dos Católicos fiéis não pode ser suprimido, nem sequer por um Papa. Diga-se, aliás – em abono da verdade – que continua a crescer a oposição ao projeto de Francisco para a demolição moral. Ao que parece, a Carta dos Quatro Cardeais é apenas a salva de tiros inicial daquilo que promete ser uma guerra civil dentro da comunidade eclesiástica — uma guerra entre o ensino de todos os Papas e o ensino de um apenas.
Agora, até as fontes católicas que pertencem resolutamente à “corrente geral de pensamento” fazem soar o alarme, embora discretamente. No site thecaholicthing.org, por exemplo, o Padre Mark Pillon, da Diocese de Arlington, escreve que as cinco dubia (perguntas) apresentadas na Carta dos Quatro Cardeais,
“foram escritas muito cuidadosa e sucintamente, e seguiram o método tradicional de apresentação de tais perguntas à Santa Sé. Pedem eles ao Papa que explique como é que certas afirmações da ‘Amoris Laetitia’ devem ser compreendidas à luz dos ensinamentos de autoridade do Papa João Paulo II, seu predecessor [citam-se textos]. Esses textos são matriciais para o ensino da Igreja sobre princípios morais, para uma correta prática confessional, e para a disciplina sacramental.”
Vendo o silêncio absoluto de Francisco perante as dubia, o Padre Pillon salienta que tal silêncio é, por si só, “uma assombrosa resposta da Cátedra de São Pedro. Quase se lhe poderia chamar imprudente, dado o enorme potencial deste assunto para dividir a Igreja.”
Vindas de um padre diocesano que publica o seu comentário num site católico “da corrente geral de pensamento”, estas observações são uma acusação implícita e arrasadora a este Pontificado: isto é, que nós temos um Papa cujo novo ensino parece contradizer o anterior ensinamento papal quanto as próprias fundações do edifício moral da Igreja e da disciplina sacramental com ele integralmente relacionada, ameaçando assim a Igreja com um ‘cisma provocado papalmente’. 
Indo mais longe, o Padre Pillon cita o ilustre filósofo católico Robert Spaemann, líder da oposição dos leigos aos erros da Amoris Laetitia, e que observou no ano passado que “Este Papa é um dos mais autocratas [dos Papas] que tivemos de há muito tempo para cá.” Cita também Philip Puella, correspondente da Agência Reuters e admirador de Francisco que, como tal, escreve de modo aprovador, contando que “Francisco gosta de quebrar as regras e de as mudar a seguir, quando o choque tiver passado”, e que, “depois de ter sido eleito, ele designou pessoas da sua confiança para os cargos mais baixos ou medianos dentro dos departamentos do Vaticano, onde elas seriam ‘os seus olhos e ouvidos’.”  Parece muito mais a intenção de um ditador de impor a sua vontade pessoal recorrendo a espiões ou à polícia secreta, do que a intenção de um Pontífice Romano de guardar e defender o que é herdado e pertence agora a ele de guardar e defender.
Mas Francisco e os seus colaboradores não serão capazes de escarnecer dos Católicos leais, nem de desprezar, demover e reduzir ao silêncio a sua oposição. Não há mão de ferro alguma que possa extinguir o sensus fidei, tal como não pode extinguir o Próprio Espírito Santo.  O que se extinguirá, no tempo que Deus determinar, é a tentativa de Francisco para inverter o ensino constante da Igreja.
Na verdade, possamos nós — ou aqueles que nos sucederem — ver o dia em que um sucessor deste Papa profira sobre ele o mesmo tipo de condenação que Leão II proferiu quanto a Honório I, que encorajou a expansão da Heresia Monotelita (que afirmava que em Cristo havia apenas uma vontade divina, e não uma vontade também humana) enviando a um líder dos hereges (Sérgio) uma Carta a concordar com a sua heresia.  Veja-se o texto da condenação do Papa Leão II:
“Nós anatematizamos os inventores do novo erro, que são: Teodoro, Bispo de Faran, Sérgio, Pirro, Paulo, e Pedro, que são mais uns traidores do que chefes da Igreja de Constantinopla, e também Honório, que não tratou de santificar esta Igreja Apostólica com o ensino da Tradição Apostólica, mas que, mediante uma traição profana, permitiu que a sua pureza fosse poluída.”
Será este o destino do “inventor de um novo erro” — que agora vem declarar, contrariamente ao ensino do próprio Papa que ele canonizou, que certos adúlteros públicos em “segundos casamentos” podem receber a Sagrada Comunhão após “discernimento” da aceitabilidade das suas “uniões” adúlteras?  A História o julgará. Mas Deus já julgou os erros da Amoris Laetitia: Veredicto a favor dos queixosos, que são os que se opõem àqueles erros em nome da Verdade — que nos libertará.
Publicado originalmente: FatimaNetWork – Cresce a Oposição
Via>http://www.sensusfidei.com.br/2016/12/21/cresce-a-oposicao/?
Wall Street Journal: ‘Como o Papa Francisco se Tornou o Líder da Esquerda Global’


“A esquerda mundial vê claramente uma oportunidade de se apropriar do prestígio do papado para as suas causas”


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Sensus fidei:
Este é um artigo doloroso de se redigir, mas que em sã consciência requer sua publicação como um alerta, em razão do pesado silêncio que neutraliza quase todo o clero dito conservador assim como quase todas as grandes mídias oficiais católicas sobre assuntos altamente relevantes da realidade da “nova Igreja”, dos tempos e dos contraditórios rumos que gradualmente tudo isso vem tomando.
Apesar de a informação em questão ser claramente tendenciosa, será que ainda podemos continuar afirmando que o Wall Street Journal estaria apenas distorcendo a figura, as intenções e as declarações do Papa Francisco? Ou estamos invariavelmente a testemunhar o maior acontecimento da história do Pontificado, cujo supremo mandato do Senhor em apascentar e confirmar a Fé do rebanho contra as imposturas do mal tornou-se nesses contraditórios tempos em fonte de inspiração e suporte para ideólogos, ativistas e militantes revolucionários do mundo, em nome de um estranho evangelho puramente social-ambiental e uma misericórdia que prescinde da justiça divina?
No artigo da edição de hoje do WSJ, 22 de dezembro de 2016, assinado por Francis X. Rocca e com o título “Como o papa Francisco se tornou o líder da esquerda global”, lemos perplexos o que para muitos católicos se apresenta como motivo de orgulho e júbilo natalino:
Quando o Papa Francisco oferecer sua mensagem de Natal neste fim de semana, ele irá fazê-lo não apenas como o chefe da Igreja Católica, mas como o implausível porta-estandarte para muitos progressistas de todo o mundo.
Com forças conservadoras e nacionalistas em ascensão em muitos lugares e com figuras como o presidente dos EUA, Barack Obama, e o presidente francês François Hollande em saída, muitos de esquerda — de socialistas na América Latina a ambientalistas da Europa — todos estão olhando para o octogenário Pontífice como sua liderança.
Em perfeita sincronia com a alarmante manchete do WSJ, o Papa Francisco neste mesmo dia 22 de dezembro, durante o seu discurso anual de Natal para altos funcionários do Vaticano, expôs sua visão da reforma que está a implementar nas estruturas do Vaticano. Ao mesmo tempo, ele dubiamente identifica tudo o que é estável e tradicional, assim como aqueles que resistem ou criticam a sua visão revolucionária e heterodoxa de maneira mais contundente, como pessoas com “más intenções” e que, segundo ele, são “inspiradas pelo diabo”. O Papa, embora admitindo que há “bons casos de resitências”, a “resistência malévola” a suas reformas “se refugia nas tradições” e são “inspiradas pelo diabo”. Segundo o Pontífice, essas resistências, que podem ser abertas, ocultas e até malévolas, germinam em mentes doentes e aparecem quando o diabo inspira más intenções (muitas vezes disfarçadas sob pele de cordeiros).
“Este último tipo de resistência esconde-se por trás das palavras justificadoras e, em muitos casos, acusatórias, refugiando-se nas tradições, nas aparências, nas formalidades, no conhecido, ou então em querer reduzir tudo a um caso pessoal, sem distinguir entre o ato, o ator e a ação”.[Cf. Rádio Vaticano – Papa: “Reforma seja conforme à Boa Nova e aos sinais dos tempos”]
A quem estaria o Santo Padre se referindo aqui? Provavelmente não ao Cardeal Kasper e seus aliados. [Cf. Há 16 anos Professor Orlando Fedeli já Alertava Sobre o Perigo das Teses Gnóstico-Modernistas do Cardeal Walter Kasper]
Ativistas de base dirigidos pelo Papa
Mas, retomando o artigo do Wall Street, um militante ativista, provavelmente agregado a uma das organizações financiadas por Soros e seus altos clérigos aliados do Vaticano, revela as inspirações e sua admiração pelo Papa e o reforço que este último oferece às suas “questões morais”:[cf. Atrás das Portas de Bronze: Lacaios radicais de Soros compactuados com o Vaticano e Vazamento de e-mails revela que George Soros pagou US$ 650.000 para influenciar bispos durante visita do Papa aos EUA].
“O papa Francisco realmente inspira muita gente a querer lutar. Tenho certeza de que se ele não fosse a face da Igreja Católica, ele estaria na rua com a gente”, disse Bleu Rainer, um ativista na “Luta por US $ 15” um movimento do salário mínimo em Tampa, Flórida, que viajou a Roma no mês passado para um encontro internacional de ativistas de base dirigido pelo papa. “Ele reforça nossas questões e as tornam questões morais”.
Curiosamente, o artigo desse jornal pertencente ao coração do capitalismo anglo-saxão prossegue elencando todos os tópicos da agenda da nova ordem mundial para a qual o Papa Francisco vem se mostrando claramente solícito e mesmo aliado em muitos pontos, assim como dúbio, silencioso e reticente em outros pontos mais graves.
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Em todo o seu pontificado, em nome de justiça social e democracia, o papa tem demonstrado simpatia e complacência com ditadores revolucionários que, em defesa de suas ideologias e políticas totalitárias, revelam-se verdadeiros transgressores dos direitos humanos
O artigo enfatiza a abordagem de Francisco em relação as três reuniões anuais consecutivas de “movimentos populares” que incluíram ativistas de base a trabalhadores não sindicalizados e camponeses sem terra (como MST e outros saqueadores do gênero ao estilo de militância revolucionária inspirada em Gramsci e Alinsky) em países em desenvolvimento, bem como grupos americanos como os incendiários Black Lives Matter e proponentes de um salário mínimo mais elevado. Segundo o jornal, na última reunião em novembro o papa disse aos ativistas que “revitalizem e reformulem nossas democracias, que estão vivenciando uma verdadeira crise” e “a se envolverem em políticas de alto nível” em seus países. O articulista ressalta ainda o co-patrocínio católico para outro encontro desse gênero na Califórnia em fevereiro, “focado na pobreza, na migração e na justiça racial”.[Cf. Fabricante de Papas: O Sindicato de Soros]
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A organização católica PICO, juntamente com o bilionário George Soros têm aproveitado oportunidades no sentido de explorar a autoridade moral do papado para fomentar a ação política radical do Black Lives Matter, ativistas do Partido Democrata também financiados por Soros.
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Os chamados “movimentos populares”, uma das táticas estratégicas do movimento revolucionário para subversão cultural, serve-se dos denominados “excluídos” e “minorias”, mas, nada mais fazem senão mantê-los nesta condição, usando-os para implementar guerrilhas, saquear propriedades alheias e promover caos social. Estes movimentos são calorosamente defendidos pelo atual Pontífice como “revitalizadores da democracia” e implementadores de “políticas de alto nível”.
Oportunidade para a esquerda revolucionária mundial
Ainda no artigo do WSJ, Samuel Gregg, diretor de pesquisa do Instituto Acton, uma thinktank com sede em Michigan com uma abordagem religiosa, de livre mercado, assume: “A esquerda mundial vê claramente uma oportunidade de se apropriar do prestígio do papado para as suas causas”.
Apesar de reconhecer que as opiniões de Francisco o aliaram com grupos que se opõem a alguns dos ensinamentos morais da igreja e que muitos ambientalistas apoiam medidas de controle populacional como forma de limitar os danos ecológicos, essas posições esbarram na doutrina católica que proíbe o aborto e o controle artificial da natalidade. Diz o artigo: “O papa denunciou a discriminação contra gays e pediu compaixão e compreensão para as pessoas trans, mas ele não aceita o casamento entre pessoas do mesmo sexo”.
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Mídias do movimento LGBT, para defender suas ideologias, apropriam-se da imagem do Papa Francisco e de seu famoso slogan “quem sou eu para julgar”
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Em nome do humanismo, da defesa dos pobres e do meio ambiente, movimentos revolucionários de índole abertamente globalista fazem do Papa o seu garoto propaganda e de sua encíclica ‘Laudato si’ o novo código para suporte e defesa na imposição global do eco-alarmismo pseudocientífico
No entanto, o artigo conclui com a opinião relativista e complacente do arcebispo Silvano Tomasi, um funcionário do gabinete do Vaticano sobre questões de justiça social:
O papa reduziu a estranheza de suas alianças progressivas, deixando de lado questões espinhosas de ética sexual e médica e enfatizando aspectos comuns como justiça econômica e proteção ambiental. As relações políticas de Francisco se inclinam para a esquerda, diz Dom Tomasi, “não porque seja marxista ou porque seja esquerdista, mas porque [esses grupos] representam… as feridas da sociedade”.
Desde que o conceito de esquerda-direita é um falso dilema, como vemos, paradoxalmente, o Papa Francisco tem bons aliados: a elite capitalista anglo-saxônica lhe oferecendo subsídios econômicos para organizar e inspirar ativismos e movimentos claramente revolucionários socializantes/comunizantes, autoproclamados representantes e defensores de “excluídos” e “minorias” e, inacreditavelmente, a admiração dos próprios ativistas e militantes desses movimentos revolucionários. Além disso, o apoio incondicional de um mundo globalizado, superficial, emancipado de Deus e mergulhado na soberba do pecado e da impenitência, incluindo a maioria dos católicos, a reivindicar seus “direitos” de não serem julgados como são.
Na “Nova Religião”, o novo conceito de “Redenção social”, proclamado urbi et orbi pelo próprio Papa, substitui o conceito de “Redenção espiritual” proposto por Nosso Senhor Jesus Cristo
Ainda que bem-intencionado e com pontos positivos em sua concepção e senso de responsabilidade como Vigário de Cristo, ao servir-se de toda a estrutura da Igreja Católica, da influência de seu primado, da heterodoxia de algumas de suas doutrinas, pronunciamentos e homilias [cf. Atualização “Denzinger-Bergoglio”: 160 estudos comparativos entre o Magistério perene da Igreja de Cristo e as doutrinas heterodoxas de Jorge Mario Bergoglio] e, agora, pondo em questão os Sacramentos do Matrimônio, da Penitência e da Eucaristia em Amoris Laetitia, sua pertinaz determinação em implementar as reformas para uma “Igreja em saída” não podem ser impedidas, ainda que alguns elementos fundamentais da Fé Católica esbarrem no ensinamento perene e contrário de seus 265 antecessores, ainda que contrariem o mandato do próprio Deus.
Já em 1889, o apóstolo precoce do reconhecido maçom, ocultista, cabalista, Martinista e mago, Joseph Alexandre Saint-Yves d’Alveydre, um dos pais e propagador da Divina Sinarquia, amigo de Stanislas de Guaïta e membro junto com ele da Ordre de la Rose Kabbalistique-Croix, o apóstata Abade Rocca resume objetivamente o plano maçônico para a inoculação da “religião do Homem” na Igreja para subverter em vez de abolir a Fé Católica. Rocca define essa nova “religião do homem” com o novo conceito de “Redenção social” que, ao ser proclamada urbi et orbi pelo próprio Papa, substituirá o conceito de Redenção espiritual proposto por Nosso Senhor Jesus Cristo”. “Nova religião, novo dogma, novo ritual, novo sacerdócio”. Os novos sacerdotes seriam os “progressistas”. A batina seria “suprimida” e ele previa, eufórico, o “casamento dos padres”.[1]
Qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência.
Nota:
[1] Cf. Abbé Roca, La fin de l’Ancien Monde (Paris: J. Levey 1886) p. 282, como citado em Mystere D’iniquité, p. 33. Cf. Rudolph Graber. Athanasius and the Church of our Time, p. 31-40.
Fontes de consulta:
Via:http://www.sensusfidei.com.br/2016/12/23/wall-street-journal-como-o-papa-francisco-se-tornou-o-lider-da-esquerda-global/#.WGAyuH0wDt8

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Cardeal Burke: Um Papa que professa uma heresia formal deixaria de ser Papa. É um pensamento assustador, e espero que não testemunhemos isso em breve


22.12.2016 -
n/d
Questionado sobre o que aconteceria se o papa fosse considerado um herege, Burke foi franco, indicando mais uma vez que ele pensou isso até a conclusão lógica.
n/d
Por Steve Skojec – OnePeterFive | Tradução Sensus Fidei.
Em uma entrevista publicada esta semana no Catholic World Report, Cardeal Burke (que concedeu a entrevista na Festa da Imaculada Conceição) parece estar se sentindo um pouco ousado. Referindo-se a uma declaração que ele fez em 2004 sobre “sempre ficando em apuros”, depois de enfrentar o candidato presidencial pró-aborto John Kerry sobre a questão da comunhão, o entrevistador perguntou se isso ainda era o caso. Burke respondeu: “Acho que isso é verdade, mas acredito que é um bom problema.”
O entrevistador, então, foi direto ao ponto:
CWR: Quando foi a última vez que um Papa foi repreendido?
Cardeal Burke: Tanto quanto sei, e eu não sou um especialista nisso, foi João XXII. Ele foi corrigido por um ensinamento errôneo sobre a visão beatífica.
CWR: E quem fez isso?
Cardeal Burke: Havia um bispo envolvido e alguns frades dominicanos…
CWR: Existe uma base bíblica para repreender um papa?
Cardeal Burke: A base bíblica clássica é a repreensão de São Paulo em relação a Pedro [em Gálatas 2: 11ss] em razão de sua acomodação dos judaizantes na Igreja Cristã primitiva. São Paulo confrontou Pedro francamente, porque exigiria coisas dos cristãos gentios que não são inerentes à fé cristã. E Pedro realmente concordou com isso, mas quando estava com os judaizantes fingia a outra posição e assim Paulo o corrigiu, como ele mesmo disse, francamente.
CWR: Por que o senhor acha que o capítulo 8 de Amoris Laetitia é tão ambíguo?
Cardeal Burke: O motivo de sua ambiguidade, parece-me, é dar liberdade a uma prática que nunca foi admitida na Igreja, ou seja, a prática de permitir que pessoas que vivem em pecado grave recebam os Sacramentos publicamente.
Depois de discutir as origens das dubia e o dever moral que ele e os outros que escreveram a Francisco sentiram para dissipar a confusão e referir-se às antigas práticas da Igreja, ao lidar com situações morais complexas, a conversa voltou-se para aqueles prelados que estão resistindo aos erros da exortação:
CWR: Há outros, além dos quatro cardeais que submeteram as dubia ao papa Francisco, que apoiam o que o senhor está dizendo?
Cardeal Burke: Sim.
CWR: E eles não estão falando por que…?
Cardeal Burke: Por várias razões, uma delas é a maneira como a mídia toma essas coisas e as distorce, fazendo parecer que qualquer pessoa que levante uma pergunta sobre Amoris Laetitia é desobediente ao Papa, ou um inimigo do Papa, e assim por diante. Então eles…
CWR Eles estão sendo submissos.
Cardeal Burke: Sim, suponho.
CWR: Um prelado acusou o senhor e seus colegas cardeais de estarem em heresia. Como o senhor responde a isso?
Cardeal Burke: Como você pode estar em heresia por fazer perguntas honestas? É simplesmente irracional acusar-nos de heresia. Estamos fazendo perguntas fundamentais baseadas na tradição constante do ensino moral da Igreja. Então, eu não creio que há qualquer dúvida de que, fazendo isso, fizemos algo herético.
CWR: Alguns críticos dizem que o senhor está implicitamente acusando o Papa de heresia.
Cardeal Burke: Não, isso não é o que está implícito em tudo isso. Simplesmente pedimos a ele, como o Supremo Pastor da Igreja, que esclareça esses cinco pontos que estão confusos; Estes cinco pontos, muito graves e fundamentais. Nós não estamos acusando-o de heresia, mas apenas lhe pedindo para que responda a estas perguntas para nós como o Supremo Pastor da Igreja.
Alguns tomaram seu último ponto — que eles não estão acusando o papa de heresia — para significar que Burke e seus colaboradores, nas dúbia, estão indo de leve em sua abordagem em direção a Francisco. Mas eu diria que Burke é um orador muito preciso, e que ele está sendo tecnicamente preciso quando diz isso. Eles não estão acusando Francisco de heresia — ainda. É por isso que é imperativo que o papa responda às perguntas. Respondendo-as, esclareceria se ele é ou não um herege, e se ele precisa ser corrigido da maneira como foi o Papa João XXII, mencionado acima por Burke.
Há evidências para minha interpretação na seguinte seção da entrevista:
CWR: O bispo Athanasius Schneider, ORC, bispo auxiliar da Arquidiocese de Santa Maria em Astana, Cazaquistão e bispo titular de Celerina, que escreveu uma carta aberta de apoio aos quatro cardeais e suas dubia, também afirmou que a Igreja está em um cisma de fato. O senhor concorda com isso?
Cardeal Burke: Há uma divisão muito grave na Igreja que precisa ser reparada porque tem a ver com, como eu disse antes, com o ensino dogmático e moral fundamental. E se isso não for esclarecido em breve, pode evoluir para um cisma formal.
CWR: Algumas pessoas estão dizendo que o Papa poderia se separar da comunhão com a Igreja. O papa pode legitimamente ser declarado em cisma ou heresia?
Cardeal Burke: Se um Papa formalmente professasse heresia, ele deixaria, por esse ato, de ser o Papa. É automático. E assim, isso poderia acontecer.
CWR: Isso pode acontecer.
Cardeal Burke: Sim.
CWR: Este é um pensamento assustador.
Cardeal Burke: É um pensamento assustador, e espero que não testemunhemos isso em breve.
Como dizem nos filmes: “Não se trata de uma ameaça, mas de uma promessa”. Não cabe ao Cardeal Burke, ao Bispo Schneider, nem ao resto da aliança fiel de prelados saber se o papa perderia seu ofício ou não pela profissão de heresia. É apenas um fato. Não se pode simultaneamente ser um herege formal e um papa.
n/d
Para o Cardeal Burke ser capaz de responder a essas perguntas tão abertamente e sem nuances ou meios de equívoco, eu arriscaria dizer que ele já pensou nisto considerando todo o caminho que vê pela frente. Como ele será recebido e quais serão as consequências não é algo com o qual está a referir-se a si mesmo. Burke esclareceu sua posição sobre o assunto no ano passado, tanto quando disse que resistiria ao papa se chegasse a ele, e quando ele descreveu a situação lamentável, defendendo a “verdade da fé”, o fez nos seguintes termos:
“Se isso significa que cardeais se opõem a cardeais, então simplesmente temos de aceitar o fato de que… essa é a situação em que nos encontramos. Certamente, de minha parte, não busco este tipo de conflito, mas… se na defesa da verdade da fé eu acabar num desacordo ou em um conflito com outro cardeal, o que deve ser primordial para mim é a verdade da Fé e, como professor de fé, como pastor de almas, defender essa verdade”.
Questionado sobre o que aconteceria se o papa fosse considerado um herege, Burke foi franco, indicando mais uma vez que ele pensou isso até a conclusão lógica:
CWR: De volta a esta pergunta sobre o Papa cometer heresia. O que acontece então, se o Papa comete heresia e já não é mais Papa? Há um novo conclave? Quem está no comando da Igreja? Ou simplesmente não queremos ir até lá para começar a descobrir essas coisas?
Cardeal Burke: Já existe a disciplina a ser seguida quando o Papa deixa o seu ofício, assim como aconteceu quando o Papa Bento XVI abdicou de seu ofício. A Igreja continuou a ser governada, nesse ínterim, entre a data efetiva de sua abdicação e a inauguração do ministério papal do papa Francisco.
CWR: Quem é competente para declarar que ele está em heresia?
Cardeal Burke: Teria que ser membros do Colégio dos Cardeais.
CWR: Só para esclarecer novamente, o senhor está dizendo que o Papa Francisco está em heresia ou está perto disso?
Cardeal Burke: Não, não estou dizendo que o Papa Francisco está em heresia. Eu nunca disse isso. Nem tenho afirmado que ele está perto de estar em heresia.
CWR: O Espírito Santo não nos protege de tal perigo?
Cardeal Burke: O Espírito Santo habita a Igreja. O Espírito Santo está sempre vigiando, inspirando e fortalecendo a Igreja. Mas os membros da Igreja e, de forma preeminente, a hierarquia devem cooperar com as inspirações do Espírito Santo. Uma coisa é que o Espírito Santo esteja presente conosco, mas, outra coisa é sermos obedientes ao Espírito Santo.
n/d
A importância desta entrevista é… chocante. É clara, serena, contundente e completamente inflexível. Sua Eminência não diz mais do que deveria sobre o assunto em seu estágio atual, nem diz menos. Há um processo, e ele está seguindo-o à risca, como deve ser surpreendente de um homem com o seu conhecimento de direito eclesiástico.
O direito canônico, é claro, não prevê tais casos. Sobre esse assunto, Pete Balkinski de LifeSiteNews faz referências ao canonista americano Dr. Edward Peters sobre as questões jurídicas antes de Burke et. al:
De acordo com Peters, que detém a cátedra do Edmund Cdl. Szoka no Seminário Maior do Sagrado Coração em Detroit, a tradição canônica tem lidado com a possibilidade de um papa cair em heresia pessoal e promover tal heresia publicamente e o que deve ser feito se isso acontecer.
Peters observa que, embora seja verdade que, como afirma o cânone 1404, “a Primeira Visão não é julgada por ninguém”, tornando-se assim impossível para qualquer pessoa remover um papa em erro de sua função, isso não significa que um papa em erro mantenha seu escritório.
n/d
Peters cita uma interpretação do Cânon 1404 pelo famoso advogado canonista americano, Lawrence Wrenn.
“O cânon 1404 não é uma declaração de impecabilidade pessoal ou inerrância do Santo Padre. Devendo, com efeito, o papa cair em heresia, entende-se que ele iria perder seu escritório. Capitular da fé de Pedro é capitular de sua cátedra”, escreve Wrenn no Novo Comentário de 2001 sobre o Código de Direito Canônico.
Peters escreve que a “questão crucial”, da perspectiva de um canonista, é “quem determinaria se um determinado papa caiu em heresia”, uma questão para a qual, segundo ele, a lei canônica é silenciosa, mas não a tradição canônica.
Peters encontra a tradição canônica expressa por Franz Wernz — um famoso canonista que foi eleito Superior Geral da Ordem dos Jesuítas em 1906 — que considerou o impacto da heresia pessoal por parte de um papa em sua obra Ius Canonicum.
Depois, estabelecendo várias posições que lidam com um papa herético e mostrando suas deficiências, Wernz especula que, enquanto ninguém na terra pode remover o poder de um papa, uma vez que não há um cargo superior ao de “Romano Pontífice” que seja capaz de fazer tal julgamento, no entanto, um conselho geral poderia determinar se um papa teria cometido heresia, e ao fazê-lo, efetivamente isola-se da videira verdadeira, perdendo assim a sua função.
Wernz escreve em sua obra publicada postumamente em 1928: “Em suma, precisa ser dito claramente que um Romano Pontífice herético [publicamente] verdadeiramente perde o seu poder. Entretanto, uma sentença criminal declaratória, embora seja meramente declaratória, não deve ser desconsiderada, por isso, não que um papa seja “julgado” como um herege, mas, sim, que ele foi considerado herético, isto é, um conselho geral declara o fato do crime pelo qual um Papa se separou da Igreja e perdeu seu posto”.
Depois de citar Wernz, Peters comenta: “Não sei de nenhum autor posterior a Wernz que conteste essa análise”.
Senhoras e senhores, temos um lugar na primeira fila da história. Continuemos rezando. Será uma viagem atribulada. Fonte: Sensus Fidei
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Declarou o Arcebispo francês Marcel Lefebvre:
"Não será dever de um católico julgar entre a fé que lhe ensinam hoje e a que foi ensinada durante vinte séculos de tradição da Igreja? Ora, eu acredito sinceramente que estamos tratando com uma falsificação da Igreja, e não com a Igreja católica. Por quê? Porque eles não ensinam mais a fé católica. Não defendem mais a fé católica. Eles arrastam a Igreja para algo diferente da Igreja Católica. A verdade e o erro não estão em pé de igualdade. Isso seria colocar Deus e o diabo em pé de igualdade, visto que o diabo é o pai da mentira, o pai do erro. Como poderíamos nós, por obediência servil e cega, fazer o jogo desses cismáticos que nos pedem colaboração para seus empreendimentos de destruição da Igreja? Se acontecesse do papa não fosse mais o servo da verdade, ele não seria mais papa. Não poderíamos seguir alguém que nos arrastasse ao erro. Isto é evidente. Não sou eu quem julga o Santo Padre, é a Tradição. Para que o Papa represente a Igreja e seja dela a imagem, é preciso que esteja unido a ela tanto no espaço como no tempo já que a Igreja é uma Tradição viva na sua essênciaNa medida em que o Papa se afastar dessa Tradição estará se tornando cismático, terá rompido com a IgrejaEis porque estamos prontos e submissos para aceitar tudo o que for conforme à nossa fé católica, tal como foi ensinada durante dois mil anos mas recusamos tudo o que lhe é contrário.  E é por isso que não estamos no cisma, somos os continuadores da Igreja católica. São aqueles que fazem as novidades que estão no cisma.  Estou com vinte séculos de Igreja, e estou com todos os Santos do Céu!”
Declarou o Papa São Félix III: "Não se opor a um erro é aprová-lo. Não defender a verdade é suprimi-la".

A GUERRA CIVIL NA IGREJA CATÓLICA ESTÁ APENAS COMEÇANDO


22.12.2016 -
n/d
Christopher A. Ferrara | FatimaNetWork – 6 de Dezembro de 2016
No rasto turbulento da Amoris Laetitia, Francisco até pode pensar que consegue acalmar as ondas da perturbação que ele próprio desencadeou por toda a Igreja, e forçar a aceitação das suas novidades radicais no âmbito da Teologia da Moral, não obstante a publicação da Carta histórica pelos Quatro Cardeais.  O modus operandi escolhido parece ser o uso de um gang de purpurados — vestidos estrategicamente com os seus chapéus cardinalícios — para um movimento semelhante ao do avanço de peões para a Rainha no final de um jogo de xadrez.  E o papel que eles têm no jogo de xadrez bergogliano é o de denunciarem os quatro Cardeais e outros objetores como pessoas que fomentam a “desunião” e são “desleais” ao Papa — como se Francisco fosse o líder de um partido político e tivesse de ser defendido acima de tudo quanto ele diga ou faça.
n/d
Mas o sensus fidei dos Católicos fiéis não pode ser suprimido, nem sequer por um Papa. Diga-se, aliás – em abono da verdade – que continua a crescer a oposição ao projeto de Francisco para a demolição moral. Ao que parece, a Carta dos Quatro Cardeais é apenas a salva de tiros inicial daquilo que promete ser uma guerra civil dentro da comunidade eclesiástica — uma guerra entre o ensino de todos os Papas e o ensino de um apenas.
Agora, até as fontes católicas que pertencem resolutamente à “corrente geral de pensamento” fazem soar o alarme, embora discretamente. No site thecaholicthing.org, por exemplo, o Padre Mark Pillon, da Diocese de Arlington, escreve que as cinco dubia (perguntas) apresentadas na Carta dos Quatro Cardeais,
n/d
“Foram escritas muito cuidadosa e sucintamente, e seguiram o método tradicional de apresentação de tais perguntas à Santa Sé. Pedem eles ao Papa que explique como é que certas afirmações da ‘Amoris Laetitia’ devem ser compreendidas à luz dos ensinamentos de autoridade do Papa João Paulo II, seu predecessor [citam-se textos]. Esses textos são matriciais para o ensino da Igreja sobre princípios morais, para uma correta prática confessional, e para a disciplina sacramental.”
Vendo o silêncio absoluto de Francisco perante as dubia, o Padre Pillon salienta que tal silêncio é, por si só, “uma assombrosa resposta da Cátedra de São Pedro. Quase se lhe poderia chamar imprudente, dado o enorme potencial deste assunto para dividir a Igreja.”
Vindas de um padre diocesano que publica o seu comentário num site católico “da corrente geral de pensamento”, estas observações são uma acusação implícita e arrasadora a este Pontificado: isto é, que nós temos um Papa cujo novo ensino parece contradizer o anterior ensinamento papal quanto as próprias fundações do edifício moral da Igreja e da disciplina sacramental com ele integralmente relacionada, ameaçando assim a Igreja com um ‘cisma provocado papalmente’.  
n/d
Indo mais longe, o Padre Pillon cita o ilustre filósofo católico Robert Spaemann, líder da oposição dos leigos aos erros da Amoris Laetitia, e que observou no ano passado que “Este Papa é um dos mais autocratas [dos Papas] que tivemos de há muito tempo para cá.” Cita também Philip Puella, correspondente da Agência Reuters e admirador de Francisco que, como tal, escreve de modo aprovador, contando que “Francisco gosta de quebrar as regras e de as mudar a seguir, quando o choque tiver passado”, e que, “depois de ter sido eleito, ele designou pessoas da sua confiança para os cargos mais baixos ou medianos dentro dos departamentos do Vaticano, onde elas seriam ‘os seus olhos e ouvidos’.”  Parece muito mais a intenção de um ditador de impor a sua vontade pessoal recorrendo a espiões ou à polícia secreta, do que a intenção de um Pontífice Romano de guardar e defender o que é herdado e pertence agora a ele de guardar e defender.
n/d
Mas Francisco e os seus colaboradores não serão capazes de escarnecer dos Católicos leais, nem de desprezar, demover e reduzir ao silêncio a sua oposição. Não há mão de ferro alguma que possa extinguir o sensus fidei, tal como não pode extinguir o Próprio Espírito Santo.  O que se extinguirá, no tempo que Deus determinar, é a tentativa de Francisco para inverter o ensino constante da Igreja.
Na verdade, possamos nós — ou aqueles que nos sucederem — ver o dia em que um sucessor deste Papa profira sobre ele o mesmo tipo de condenação que Leão II proferiu quanto a Honório I, que encorajou a expansão da Heresia Monotelita (que afirmava que em Cristo havia apenas uma vontade divina, e não uma vontade também humana) enviando a um líder dos hereges (Sérgio) uma Carta a concordar com a sua heresia.  Veja-se o texto da condenação do Papa Leão II:
“Nós anatematizamos os inventores do novo erro, que são: Teodoro, Bispo de Faran, Sérgio, Pirro, Paulo, e Pedro, que são mais uns traidores do que chefes da Igreja de Constantinopla, e também Honório, que não tratou de santificar esta Igreja Apostólica com o ensino da Tradição Apostólica, mas que, mediante uma traição profana, permitiu que a sua pureza fosse poluída.”
Será este o destino do “inventor de um novo erro” — que agora vem declarar, contrariamente ao ensino do próprio Papa que ele canonizou, que certos adúlteros públicos em “segundos casamentos” podem receber a Sagrada Comunhão após “discernimento” da aceitabilidade das suas “uniões” adúlteras?  A História o julgará. Mas Deus já julgou os erros da Amoris Laetitia: Veredicto a favor dos queixosos, que são os que se opõem àqueles erros em nome da Verdade — que nos libertará. Fonte: Sensus Fidei
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Declarou o Arcebispo francês Marcel Lefebvre:
"Não será dever de um católico julgar entre a fé que lhe ensinam hoje e a que foi ensinada durante vinte séculos de tradição da Igreja? Ora, eu acredito sinceramente que estamos tratando com uma falsificação da Igreja, e não com a Igreja católica. Por quê? Porque eles não ensinam mais a fé católica. Não defendem mais a fé católica. Eles arrastam a Igreja para algo diferente da Igreja Católica. A verdade e o erro não estão em pé de igualdade. Isso seria colocar Deus e o diabo em pé de igualdade, visto que o diabo é o pai da mentira, o pai do erro. Como poderíamos nós, por obediência servil e cega, fazer o jogo desses cismáticos que nos pedem colaboração para seus empreendimentos de destruição da Igreja? Se acontecesse do papa não fosse mais o servo da verdade, ele não seria mais papa. Não poderíamos seguir alguém que nos arrastasse ao erro. Isto é evidente. Não sou eu quem julga o Santo Padre, é a Tradição. Para que o Papa represente a Igreja e seja dela a imagem, é preciso que esteja unido a ela tanto no espaço como no tempo já que a Igreja é uma Tradição viva na sua essênciaNa medida em que o Papa se afastar dessa Tradição estará se tornando cismático, terá rompido com a IgrejaEis porque estamos prontos e submissos para aceitar tudo o que for conforme à nossa fé católica, tal como foi ensinada durante dois mil anos mas recusamos tudo o que lhe é contrário.  E é por isso que não estamos no cisma, somos os continuadores da Igreja católica. São aqueles que fazem as novidades que estão no cisma.  Estou com vinte séculos de Igreja, e estou com todos os Santos do Céu!”
Declarou o Papa São Félix III: "Não se opor a um erro é aprová-lo. Não defender a verdade é suprimi-la".

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Cardeal Burke: Estamos Lutando Contra o Papa Francisco Para Defender os Verdadeiros Ensinamentos da Igreja Católica


20.12.2016 -
n/d
Cardeal Burke e Dom Athanasius Schneider na Marcha pela Vida, em Roma, 8 de maio de 2016.
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Cardeal Burke defende signatários de ‘dubia’ em entrevista bombástica à EWTN.
Por LifeSiteNews – 16 de dezembro de 2016
No programa “The World Over with Raymond Arroyo” da última quinta-feira, o Cardeal Raymond Burke respondeu àqueles dentro da Igreja que estão criticando a ele e a outros três cardeais por pedirem esclarecimentos morais sobre Amoris Laetitia. Ele afirmou que os cardeais não estão criando divisão, mas “abordando” a divisão já existente dentro da Igreja. Ele também insiste que ele “nunca” fará parte de um cisma por defender a Fé Católica, e que ataques contra o matrimônio desestabilizam a Igreja e a sociedade.
Burke diretamente respondeu às afirmações feitas pelos colaboradores próximos do Papa, padre Antonio Spadaro e Cardeal Cristoph Schönborn, sobre Amoris Laetitia. Em particular, ele se referiu à declaração de Spadaro de que o Papa Francisco já respondeu ao dúbia dos quatro cardeais ao aprovar as diretrizes lançadas pelos bispos de Buenos Aires, que permitiram a Comunhão a divorciados recasados. Burke também respondeu à afirmação do Papa Francisco de que pessoas que são excessivamente “rígidas” quanto à defesa da doutrina sofrem de um tipo de “condição”.
Respondendo à afirmação de Spadaro de que Burke e os outros três cardeais estão tentando “potencializar” a divisão e tensão na Igreja, Burke disse, “de fato, estamos tentando tratar da divisão que já está muito potencializada, para usar a expressão dele”.
“Somente quando essas questões, que foram apresentadas segundo a maneira tradicional de resolver questões na Igreja, e que têm relação com matérias muito sérias, somente quando essas questões forem adequadamente respondidas a divisão será dissipada”, afirmou Burke. “Porém, como está acontecendo agora, na medida em que isso continuar, a divisão somente crescerá e, é claro, o fruto da divisão é o erro. E aqui estamos falando sobre a salvação das almas, pessoas levadas a erro em matérias que têm a ver com a sua salvação eterna. Então, o padre Spadaro está muitíssimo errado nessa afirmação”.
Burke declarou estar “muitíssimo ofendido” pela recente afirmação de padre Spadaro de que o Papa Francisco não responde a questões “binárias”.
“É o papel do papa, como pastor da Igreja universal, como guardião da unidade dos bispos e de todo o Corpo de Cristo, responder a essas questões”, disse Burke. “Sugerir que fazer essas questões é sinal de falta de sinceridade é profundamente ofensivo. Posso assegurar que, por mim, e conheço os outros cardeais envolvidos, nós nunca levantaríamos questões a menos que tivéssemos a mais profunda e sincera preocupação pela própria Igreja e por cada um dos fiéis”.
O Papa Francisco “deu sua própria opinião” sobre a Comunhão a divorciados recasados, mas “a questão só pode ser respondida em termos do que a Igreja sempre ensinou e praticou”, declarou Burke. “Não é uma questão de… alguma ideia especulativa que eu possa ter sobre como abordar essas questões, mas de como Cristo em sua Igreja trata essas questões?…. até que se dê essa resposta, nós permanecemos em um estado de confusão”.
Burke e Arroyo discutiram as aparentes incompatibilidades de Amoris Laetitia com trechos da exortação Familiaris Consortio do Papa S. João Paulo II e a afirmação de Schönborn de que se trata de uma “evolução” do ensinamento da Igreja.
“Não se pode ter um amadurecimento de um ensinamento que é uma ruptura com o próprio ensinamento, que é um rompimento com esse ensinamento”, disse Burke. “As afirmações do Cardeal Schönborn a esse respeito não refletem o que se chama de desenvolvimento doutrinal – em outras palavras, através da reflexão da Igreja ela aprofunda sua apreciação de um ensinamento e ajuda os fiéis a praticar esse ensinamento. Neste caso, trata-se de uma completa ruptura com o ensinamento da Igreja, um completo distanciamento em relação ao que a Igreja sempre ensinou e praticou. Um amadurecimento é algo orgânico, onde se vê que aquilo que a Igreja vem ensinando sobre o matrimônio agora é expresso com maior plenitude”.
Burke denunciou a “politização da Igreja” que ocorreu com os ataques aos quatro cardeais, através dos meios de comunicação, realizados pelos defensores de um relaxamento na prática da Igreja. Essa “politização” é “muito aumentada por todas essas formas de intervenção midiática, é muito prejudicial e estão causando um grande dano ao bem comum na Igreja”, afirmou.
“Eu percebo que um espírito mundano, um espírito terreno entrou na Igreja, que divide seus membros em vários campos: liberais e conservadores”, disse Burke, sendo esses últimos “os ‘fundamentalistas’, como alguns adoram aqueles de nós que estamos lutando para defender o ensinamento constante da Igreja”.
Burke também respondeu à recente entrevista de Dom Athanasius Schneider na qual ele explicou a “estranha forma de cisma” que se dá hoje na Igreja. Schneider enfatizou como “muitos eclesiásticos guardam uma unidade formal com o Papa, por vezes, para o bem de suas próprias carreiras e por uma espécie de papolatria”, mas, “ao mesmo tempo, romperam os laços com Cristo, a Verdade, e com Cristo, a verdadeira cabeça da Igreja”. Fizeram-no ao negar a verdade do matrimônio e ao aderir “a um evangelho da liberdade sexual” que rompe com o sexto mandamento, afirmou.
Burke falou do assunto na mesma linha de Schneider, explicando que os que defendem o ensinamento perene da Igreja são o contrário dos cismáticos.
“De minha parte, nunca serei parte de um cisma”, disse Burke. “Sou Católico Romano e defender a Fé Católica Romana não é a causa de me separar da Igreja. E, então, eu simplesmente pretendo continuar a defender a Fé por amor a Nosso Senhor e por seu Corpo Místico, por meus irmãos e irmãs na Igreja, e creio que os outros cardeais têm o mesmo espírito”.
Quando Arroyo questionou Burke sobre as afirmações do Papa Francisco de que pessoas que estão “meio que presas em sua ‘rigidez’ quanto a doutrina e, por outro lado…, sofrem de uma compulsão ou condição”, o Cardeal afirmou que os dúbia “não são reações de pessoas que sofrem de desordens emocionais”.
“Nossa apresentação de cinco perguntas é feita com grande serenidade e respeito”, disse. “Estarmos profundamente preocupados com a verdade da doutrina da Fé e sua integridade não é sinal de enfermidade”.
Fonte: https://fratresinunum.com  via  www.rainhamaria.com.br
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Declarou o Arcebispo francês Marcel Lefebvre:
"Não será dever de um católico julgar entre a fé que lhe ensinam hoje e a que foi ensinada durante vinte séculos de tradição da Igreja? Ora, eu acredito sinceramente que estamos tratando com uma falsificação da Igreja, e não com a Igreja católica. Por quê? Porque eles não ensinam mais a fé católica. Não defendem mais a fé católica. Eles arrastam a Igreja para algo diferente da Igreja Católica. A verdade e o erro não estão em pé de igualdade. Isso seria colocar Deus e o diabo em pé de igualdade, visto que o diabo é o pai da mentira, o pai do erro. Como poderíamos nós, por obediência servil e cega, fazer o jogo desses cismáticos que nos pedem colaboração para seus empreendimentos de destruição da Igreja? Se acontecesse do papa não fosse mais o servo da verdade, ele não seria mais papa. Não poderíamos seguir alguém que nos arrastasse ao erro. Isto é evidente. Não sou eu quem julga o Santo Padre, é a Tradição. Para que o Papa represente a Igreja e seja dela a imagem, é preciso que esteja unido a ela tanto no espaço como no tempo já que a Igreja é uma Tradição viva na sua essênciaNa medida em que o Papa se afastar dessa Tradição estará se tornando cismático, terá rompido com a IgrejaEis porque estamos prontos e submissos para aceitar tudo o que for conforme à nossa fé católica, tal como foi ensinada durante dois mil anos mas recusamos tudo o que lhe é contrário.  E é por isso que não estamos no cisma, somos os continuadores da Igreja católica. São aqueles que fazem as novidades que estão no cisma.  Estou com vinte séculos de Igreja, e estou com todos os Santos do Céu!”
Declarou o Papa São Félix III: "Não se opor a um erro é aprová-lo. Não defender a verdade é suprimi-la".

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

O PIOR DESSA CRISE É QUE OS QUE DEVERIAM ALERTAR O POVO, A GRANDE MAIORIA SE OMITIRIA! A TRISTE SITUAÇÃO DO PADRES. DO AMIGO ISAC


Tudo por que estamos passando, no mundo e mais especificamente no Brasil não é diferente, dever-se-ia atribuir a culpa de não cumprimento dos gravíssimos deveres pessoais como religiosos assumidos, além de unissonamente não alertarem o povo dos lobos rapaces associados às ideologias que o cercam, mas, por onde andam?
O texto abaixo os colocaria em má situação:
"No ano de 1864, Lúcifer, juntamente com um grande número de demônios, será solto do inferno. Eles vão pôr fim à fé pouco a pouco, mesmo naqueles que se dedicam a Deus. Eles irão cegá-los de tal maneira que, a menos que recebam uma graça especial, essas pessoas irão assumir o espírito desses anjos do inferno; várias instituições religiosas perderão toda a fé e perderão muitas almas.
Livros maus serão abundantes na terra e os espíritos das trevas espalharão por toda parte um relaxamento universal em tudo que concerne ao serviço de Deus. Os chefes, os líderes do povo de Deus negligenciaram a oração e a penitência, e o demônio obscureceu sua inteligência. Eles tornaram-se estrelas errantes que o velho demônio arrastará com sua cauda para fazê-los perecer.
Sim, os sacerdotes estão pedindo por vingança, e a vingança paira sobre suas cabeças. Ai dos sacerdotes e pessoas consagradas a Deus, que por sua infidelidade e suas vidas perversas estão crucificando o meu Filho de novo!” (Virgem de La Salette, 19 de setembro de 1846).
E nesse rol entram a mais: juízes que se colocam como deuses da vida e da morte, decretando o genocidio dos nascituros "em certas circunstancias", esquecendo-se, melhor, desprezando esses juízes que um dia serão julgados pelo Juiz dos juízes, poderá condená-los ás chamas eternas e não mais disporão de tempo algum para se penitenciarem de seus crimes?
É assustador considerar até mesmo algumas das realizações deste “único e mesmo plano Maçônico” que cada vez se impõe sem ser contestado pelos acima, temerosos, acuados: a legalização do divórcio e do aborto; a acessibilidade, mesmo para as crianças, de todos os tipos de contracepção; a educação sexual nos programas escolares tendo por meta principal perverterem as crianças no pansexualismo!
Horripilante é profunda degradação das mulheres através de modas indecentes, competindo em despudor com as prostitutas, e em muitos casos as passando para trás; há diferenças entre nossas ruas e as dos meretricio, ao acaso?!
Acrescentem-se a homossexualidade em toda sua extensão, a eutanásia, filmes, teatros, pornografia nos meios de comunicação fazendo de seu lar a um clic num quarto de motel, como por tantas novelas, BBBs da Rede Globo da Teleperversão e afins doutras emissoras?
Quem não consegue ver que esses crimes estão clamando ao céu por vingança e que a vingança deve se abater sobre nós, pois: "*Saiba ainda que a Justiça Divina costuma descarregar castigos terríveis sobre nações inteiras, não tanto pelos pecados do povo quanto pelos dos Sacerdotes e religiosos, porque estes últimos são chamados, pela perfeição de seu estado, a ser o sal da Terra, os mestres da verdade e os pára-raios da Ira Divina” (II, 186).
* N Senhora do B Sucesso.

domingo, 18 de dezembro de 2016

NO VATICANO REINA UM VERDADEIRO CLIMA DE MEDO


https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEijqFiRt1UWq-Pj9k6JzO7iqMx7ADNBG2T2uZowmKxkRWM8CAkl9EJr1yxANIyQkUTdojFyZPdu1O_A1lVijENdO_svHyT4ce6TDhUPrWBHe-dGDprY_PFaWNOLYSa9h2DTu_8ufD_IPjs/s320/Fear-in-Rome.jpg

A nossa visita a Roma 16-23 novembro foi a mais dramática das muitas viagens a trabalho, duas vezes por ano feitas ao longo dos últimos 10 anos. Após reunião com cardeais, bispos e outros: por exemplo, pessoal das agências e os dicastérios vaticanos, John-Henry Westen, o nosso novo enviado de Roma, Jan Bentz, e eu mesmo [Steve Jalsevac -ndT], vimos um nível de ansiedade generalizada e constante medo muito perceptível entre os servos fiéis da Igreja, nunca encontrado antes.
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi10GXjit6SOgeie_LKH3c6v5uF3pPfD8L7qxtXVenpMH8v8xplvdjtgwWwjQ3VsZqLzWRTtfU0S3uGxknn-88R7CbfRotzDAf2ouTcgd00gACf-i3Ta29Xhos1Py-QwyepWdnTt7J9PTc/s200/Three-amigos-in-Rome.jpg
Muitos têm medo de ser removidos de suas posições, demitidos de seus empregos nas agências do Vaticano ou incorrer reprimendas públicas ou privadas graves e acusações pessoais por aqueles que cercam o papa ou mesmo pelo próprio Francisco.
[...] Toda a Universidade Católica de Roma são controlados por meio de palestras de professores selecionados para garantir que eles estão em linha com uma interpretação liberal da Amoris Laetitia.
Clérigos são relatados aos superiores se eles são ouvidos expressando preocupações sobre o Papa Francisco. Muitos têm medo de falar, embora no passado foram sempre muito úteis.
jornalistas do Vaticano disseram-nos que eles foram avisados ​​várias vezes para não relatar nada sobre dubia.
Tenho ouvido relatos de que o Vaticano parece como um estado que está passando por uma ocupação. Algumas fontes que conversei têm medo de que as comunicações com funcionários do Vaticano sejam verificadas; Alguns também têm relatado anormalidades suspeitas em suas conversas telefônicas em que, após uma queda, o som dos últimos momentos da conversa repetidamente caem em um loop, como se você estivesse ouvindo uma gravação.
Algumas pessoas que trabalham no Vaticano recomendam aos seus contatos para fazer todas as operações a partir do exterior e não para compartilhar informações confidenciais via e-mail ou através de seus telefones móveis no Vaticano.
[...] Devemos perguntar-nos onde está indo com tudo isso. É profundamente preocupante. A frase comum naquela semana em Roma é que há uma "guerra" na Igreja, a guerra do "espírito do Vaticano II" - católicos progressistas contra cristãos ortodoxos.
Uma pessoa após outra incrivelmente tem usado essa palavra.
Eu nunca experimentei nada assim na minha vida e tenho certeza que a maioria, senão todos os leitores regulares do LifeSite, pode dizer a mesma coisa."
Fonte>http://chiesaepostconcilio.blogspot.com.br/2016/12/in-vaticano-regna-un-vero-e-proprio.html